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Análise da produção máxima e da sustentabilidade do torque isométrico em indivíduos treinados e não treinados

dc.contributor.advisorGreco, Camila Coelho [UNESP]
dc.contributor.authorPalaro, Leonardo de Caires [UNESP]
dc.contributor.coadvisorNão há
dc.contributor.committeeMemberCardozo, Adalgiso Coscrato [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberAlves, Flávio Soares [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2025-12-16T18:57:01Z
dc.date.issued2025-11-04
dc.description.abstractO objetivo deste estudo foi analisar e comparar a força máxima, a força explosiva, a sustentabilidade da força e a fadiga muscular em atletas de CrossFit® e indivíduos não treinados. Participaram 17 homens saudáveis, com idades entre 18 e 40 anos, divididos em grupo não treinado (GNT, n = 11) e grupo treinado em CrossFit® (GT, n = 6). Foram realizadas medidas antropométricas, ultrassonográficas, testes de contração voluntária máxima (CVM) e teste de contração voluntária máxima sustentada de 1 min (CVM1min), além de parâmetros eletromiográficos e de fadiga neuromuscular. Os resultados mostraram que o GT apresentou maiores valores de torque pico, impulso total e área de secção transversa do vasto lateral, bem como menor fadigabilidade (ΔCVM1min), em comparação ao GNT (p < 0,05). Em ambos os grupos, observou-se redução significante no torque evocado em repouso, na taxa de desenvolvimento de torque e na frequência mediana após o teste de CVM1min (p < 0,05), indicando predominância da fadiga periférica. Não foram observadas diferenças relevantes na ativação voluntária ou nos valores de RMS entre grupos (p > 0,05). Conclui-se que o treinamento de CrossFit® promove adaptações morfológicas e funcionais que favorecem maior produção e manutenção da força muscular, embora não modifique os mecanismos centrais de fadiga. Esses achados mostram que indivíduos treinados em CrossFit® apresentam maior produção e sustentação do torque durante uma contração máxima isométrica com duração de 1 minutopt
dc.description.abstractThe aim of this study was to analyze and compare maximum strength, explosive strength, strength sustainability, and muscle fatigue in CrossFit® athletes and untrained individuals. Seventeen healthy men, aged 18 to 40 years, participated, divided into an untrained group (UTG, n = 11) and a CrossFit® trained group (TG, n = 6). Anthropometric and ultrasound measurements, maximal voluntary contraction (MVC) tests, and a 1-minute sustained maximal voluntary contraction test (MVC1min) were performed, in addition to electromyographic and neuromuscular fatigue parameters. The results showed that the TG presented higher values ​​of peak torque, total impulse, and cross-sectional area of ​​the vastus lateralis, as well as lower fatigability (ΔMVC1min), compared to the UTG (p < 0.05). In both groups, a significant reduction was observed in evoked torque at rest, torque development rate, and median frequency after the 1-minute MVC test (p < 0.05), indicating a predominance of peripheral fatigue. No relevant differences were observed in voluntary activation or RMS values ​​between groups (p > 0.05). It is concluded that CrossFit® training promotes morphological and functional adaptations that favor greater production and maintenance of muscle strength, although it does not modify the central mechanisms of fatigue. These findings show that individuals trained in CrossFit® exhibit greater torque production and maintenance during a maximal isometric contraction lasting 1 minuteen
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2023/17554-0
dc.identifier.lattes7954491384141846
dc.identifier.orcid0009-0007-1478-1628
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/317456
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.relationNão há
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.subjectForça muscularpt
dc.subjectEndurance muscularpt
dc.subjectFadigapt
dc.subjectMuscle strenghten
dc.subjectMuscle enduranceen
dc.subjectFatigueen
dc.titleAnálise da produção máxima e da sustentabilidade do torque isométrico em indivíduos treinados e não treinadospt
dc.title.alternativeAnalysis of maximum output and sustainability of isometric torque in trained and untrained individualsen
dc.typeTrabalho de conclusão de cursopt
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublicationc3a01538-e119-427a-911d-7aaf60def84b
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscoveryc3a01538-e119-427a-911d-7aaf60def84b
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Rio Claropt
unesp.examinationboard.typeMeu trabalho não apresentou defesapt
unesp.undergraduateRio Claro - IB - Educação Físicapt

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