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De criança viada às divas do Pop: sob a ótica das autoinscrições performativas no espaço

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Orientador

Profª Dra. Maria Carolina de Vasconcelos e Oliveira

Coorientador

Ma. Greta Tomaz Lopes

Pós-graduação

Curso de graduação

São Paulo - IA - Arte-Teatro

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

Esta monografia investigou a performance como linguagem de autoconstrução e resistência, partindo das experiências práticas desenvolvidas ao longo da minha graduação no curso de Licenciatura em Arte-Teatro. O trabalho compreende a arte como gesto político e afetivo, construído entre som, corpo e memória, tomando o amor como eixo de pesquisa cênica. A partir da perspectiva performativa mas também pedagógica, busca-se investigar, sob a ótica prática do que Denise Rachel teoriza como professora-performer. A pesquisa propõe uma reflexão sobre corpos dissidentes e suas inscrições no espaço acadêmico a partir de suas pulsões sobre amor e violência. O som surge como força condutora do processo, articulando multilinguagens que atravessam acasos, narrativas e identidade, constituindo-se também como dispositivo de cura e de presença. As referências teóricas dialogam com autoras e autores como Judith Butler, Richard Schechner, Victor Turner, Diana Taylor e Júlio César Sanches, aproximando a performance de práticas ritualísticas e movimentos de resistência, inspiradas em figuras como Lady Gaga, Beyoncé, Liniker e Urias. O trabalho busca romper narrativas hegemônicas sobre o amor e a representação dos corpos na cena, reivindicando a potência da arte travesti como espaço de celebração, aprendizagem e memória coletiva.

Resumo (inglês)

This monograph investigates performance as a language of self-construction and resistance, emerging from the practical experiences developed throughout my undergraduate studies in the Bachelor of Arts in Theatre Education program. The work understands art as both a political and affective gesture, constructed through the intersections of sound, body, and memory, with love as the central axis of scenic research. From a performative and pedagogical perspective, it seeks to explore, in practice, what Denise Rachel theorizes as the teacher-performer. The research reflects on dissident bodies and their inscriptions within academic spaces, grounded in their pulsations of love and violence. Sound arises as the driving force of the process, articulating multiple languages that traverse chance, narrative, and identity, becoming a device of healing and presence. The theoretical framework draws on authors such as Judith Butler, Richard Schechner, Victor Turner, Diana Taylor, and Júlio César Sanches, approaching performance as both ritual practice and a movement of resistance, inspired by figures such as Lady Gaga, Beyoncé, Liniker, and Urias. This work seeks to break away from hegemonic narratives of love and body representation on stage, affirming the power of travesti art as a space of celebration, learning, and collective memory.

Descrição

Palavras-chave

Corporeidade, Corporeality, Performance (Arte), Performance art, Soundscapes (Music), Paisagens sonoras (Música), Divas pop

Idioma

Português

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