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Adenocarcinomas polimorfos: correlações clínico-patológicas

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Orientador

Prado, Renata Falchete do

Coorientador

Moraes, Adriane Xavier de

Pós-graduação

Curso de graduação

São José dos Campos - ICT - Odontologia

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso restrito

Resumo

Resumo (português)

Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a presença, quantidade e a polarização dos TAMs em correlação com a angiogênese e a linfangiogênese em biópsias de adenocarcinomas polimorfos, buscando novas perspectivas para o mecanismo de seu desenvolvimento e sua progressão. Material e Métodos: Foram selecionados todos os casos do Laboratório de Patologia Oral e Maxilofacial do ICT-Unesp que possuíam blocos com material suficiente para novos cortes. Realizou-se análise de sobrevida utilizando o método de Kaplan-Meier. Os marcadores CD68, CD163, CD105, VEGF e D2-40 foram corados por imunohistoquímica. As imagens de diferentes áreas tumorais foram obtidas por meio do fotomicroscópio Axiophot 4 com câmera acoplada. As imagens da marcação do CD68 e do CD163 foram utilizadas para contagem de macrófagos por um examinador calibrado com software Image J, enquanto a análise da marcação por CD105, VEGF e D2-40 se deu em relação a área marcada por quantificação automática do software Leica. Os resultados foram submetidos à análise estatística descritiva e inferencial com aplicação do Coeficiente de Correlação de Spearman, com 5% de significância. Resultados: Após a aplicação dos critérios de exclusão, 8 dos 22 casos iniciais foram aprovados, o que limitou a pesquisa. A análise de sobrevida foi realizada com apenas 6 pacientes, pois parte não retornou. Verificou-se que 50% deles permaneciam vivos 10 anos após o diagnóstico. Os testes estatísticos de correlação entre os parâmetros de estudo não mostraram correlações entre a polarização M2 de macrófagos e as microdensidades vascular e linfática. Conclusão: Apesar das limitações impostas pelo número reduzido de casos analisados, os achados indicam que a polarização M2 dos macrófagos não se correlaciona significativamente com a angiogênese ou a linfangiogênese em adenocarcinomas polimorfos. Esses resultados sugerem que outros mecanismos podem estar envolvidos no desenvolvimento e progressão tumoral, ressaltando a necessidade de investigações adicionais com amostras ampliadas e metodologias complementares para melhor compreensão do papel dos TAMs nessa neoplasia.

Resumo (inglês)

Objective: The aim of this study was to evaluate the presence, quantity, and polarization of TAMs in correlation with angiogenesis and lymphangiogenesis in biopsies of polymorphic adenocarcinomas, seeking new perspectives on the mechanism of their development and progression. Material and Methods: All cases from the Oral and Maxillofacial Pathology Laboratory of ICT-Unesp that had blocks with sufficient material for new sections were selected. Survival analysis was performed using the Kaplan-Meier method. The markers CD68, CD163, CD105, VEGF, and D2-40 were stained by immunohistochemistry. Images of different tumor areas were obtained using an Axiophot 4 photomicroscope with an attached camera. Images of CD68 and CD163 staining were used for macrophage counting by an examiner calibrated with ImageJ software, while the analysis of CD105, VEGF, and D2-40 staining was performed in relation to the stained area by automatic quantification using Leica software. The results were subjected to descriptive and inferential statistical analysis using Spearman's correlation coefficient, with a significance level of 5%. Results: After applying the exclusion criteria, 8 of the initial 22 cases were approved, which limited the research. Survival analysis was performed with only 6 patients, as some did not return. It was found that 50% of them remained alive 10 years after diagnosis. Statistical correlation tests between the study parameters did not show correlations between M2 macrophage polarization and vascular and lymphatic microdensities. Conclusion: Despite the limitations imposed by the small number of cases analyzed, the findings indicate that M2 macrophage polarization does not correlate significantly with angiogenesis or lymphangiogenesis in polymorphic adenocarcinomas. These results suggest that other mechanisms may be involved in tumor development and progression, highlighting the need for further investigations with larger samples and complementary methodologies for a better understanding of the role of TAMs in this neoplasm

Descrição

Palavras-chave

Macrófagos, Adenocarcinoma, Macrophages, Angiogenesis, Angiogênese, Macrophages

Idioma

Português

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