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dc.contributor.authorGusmão, Emery Marques [UNESP]
dc.date.accessioned2014-05-20T13:30:56Z
dc.date.available2014-05-20T13:30:56Z
dc.date.issued2012-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0103-21862012000200001
dc.identifier.citationEstudos Históricos (Rio de Janeiro). Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas, v. 25, n. 50, p. 269-289, 2012.
dc.identifier.issn0103-2186
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/10536
dc.description.abstractL'article discute la structure discoursive de deux oeuvres qui représentent des voix féminines en défense de l'éducation et du travail des femmes et qui ont eu quelque répercussion au Brésil au XIXe siècle : Opúsculo humanitário (1853), de la brésilienne Nísia Floresta (1809 ou 1810-1885), et Mulheres e crianças (1880), de la portugaise Maria Amália Vaz de Carvalho (1847-1921). Nous avons essayé d'identifier à qui les textes étaient adressés et comment ils justifiaient le droit d'auteur et l'érudition féminine à un moment où la traditionnelle interdiction du mot public et de la presse aux femmes commençait à être questionnée.fr
dc.description.abstractO presente artigo problematiza a estrutura discursiva de duas obras que consideramos vozes femininas na defesa da educação e do trabalho para mulheres com alguma repercussão no Brasil no século XIX: Opúsculo humanitário (1853), da brasileira Nísia Floresta (1809 ou 1810-1885) e Mulheres e crianças (1880), da portuguesa Maria Amália Vaz de Carvalho (1847-1921). Procuramos identificar a quem se dirigiam os textos e como justificavam a autoria e a erudição femininas em um momento em que a tradicional interdição da palavra pública e da imprensa às mulheres começava a ser questionada.pt
dc.description.abstractThe article discusses two books representing women's voices in defense of women's education and work which somehow reverberated in Brazil in the 19th century: Opúsculo humanitário (1853), by the Brazilian writer Nísia Floresta (1809 or 1810-1885), and Mulheres e crianças (1880), by the Portuguese writer Maria Amália Vaz de Carvalho (1847-1921). We tried to identify to whom the texts were written and how they justified women's authorship and scholarship in a time when the traditional prohibition of public speech and of the press to women began to be questioned.en
dc.format.extent269-289
dc.language.isopor
dc.publisherFundação Getúlio Vargas (FGV), Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
dc.relation.ispartofEstudos Históricos (Rio de Janeiro)
dc.sourceSciELO
dc.subjectgêneropt
dc.subjectcidadaniapt
dc.subjecteducação femininapt
dc.subjecthistória da leiturapt
dc.subjectgenrefr
dc.subjectcitoyennetéfr
dc.subjectéducation fémininefr
dc.subjecthistoire de la lecturefr
dc.subjectgenderen
dc.subjectcitizenshipen
dc.subjectwomen's educationen
dc.subjecthistory of readingen
dc.titleDebates sobre educação feminina no século XIX: Nísia Floresta e Maria Amália Vaz de Carvalhopt
dc.title.alternativeDiscussions about feminine education in the 19th century: Nísia Floresta and Maria Amália Vaz de Carvalhoen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUnesp Departamento de Administração e Supervisão Escolar
dc.description.affiliationUnespUnesp Departamento de Administração e Supervisão Escolar
dc.identifier.doi10.1590/S0103-21862012000200001
dc.identifier.scieloS0103-21862012000200001
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, Maríliapt
dc.identifier.fileS0103-21862012000200001.pdf
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