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dc.contributor.authorBarros, Guilherme Antonio Moreira de [UNESP]
dc.contributor.authorLemonica, Lino [UNESP]
dc.date.accessioned2014-05-20T13:32:10Z
dc.date.available2014-05-20T13:32:10Z
dc.date.issued2003-02-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0034-70942003000100010
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Anestesiologia. Sociedade Brasileira de Anestesiologia, v. 53, n. 1, p. 69-82, 2003.
dc.identifier.issn0034-7094
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/10979
dc.description.abstractJUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O rápido progresso obtido nas técnicas cirúrgicas e anestésicas nos últimos anos proporcionou extraordinário aumento das indicações de procedimentos invasivos. Por outro lado, com o envelhecimento da população, o período de recuperação pós-operatória passou a ser motivo de maior preocupação da equipe de saúde. Para tanto, novas técnicas de analgesia foram criadas e desenvolvidas e, dentre elas, destaca-se a Analgesia Controlada pelo Paciente (ACP). em nosso país, o Serviço de Dor Aguda (SEDA) da Disciplina de Terapia Antálgica e Cuidados Paliativos, do Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP, utiliza há muitos anos esta técnica de analgesia. Com a finalidade de atestar a qualidade do serviço prestado, a pesquisa objetiva verificar a eficácia e segurança do método, assim como identificar e caracterizar a população atendida. MÉTODO: de modo retrospectivo, foram avaliados 679 pacientes tratados pelo SEDA, exclusivamente com o método de ACP, durante três anos. Os pacientes foram incluídos na análise aleatoriamente, sem restrições quanto à idade, ao sexo, ao tipo de cirurgia e considerando-se unicamente a possibilidade de indicação da ACP. Foram estudados os seguintes atributos: sexo, idade, tipo de cirurgia, intensidade da dor, dias de acompanhamento, analgésicos utilizados, vias de administração, ocorrência de efeitos colaterais e complicações da técnica. RESULTADOS: 3,96% dos pacientes submetidos a cirurgias e 1,64% dos internados no período observado foram acompanhados com técnica ACP. A cirurgia torácica foi a mais freqüentemente atendida, com 25% dos pacientes. A morfina foi o medicamento mais utilizado (54,2%), sendo a via peridural a preferencial (49,5%). A escala numérica verbal média foi de 0,8 (0-10). Os efeitos colaterais ocorreram em 22,4% dos doentes tratados. CONCLUSÕES: Os resultados foram considerados excelentes quanto à qualidade da analgesia, embora com ocorrência de efeitos colaterais indesejáveis, tendo havido boa aceitação da técnica de analgesia pelas clínicas atendidas.pt
dc.description.abstractRESUMEN JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El rápido progreso obtenido en las técnicas quirúrgicas y anestésicas en los últimos años proporcionó extraordinario aumento de las indicaciones de procedimientos invasivos. Por otro lado, con el envejecimiento de la población, el período de recuperación pós-operatoria pasó a ser motivo de mayor preocupación y consecuente preocupación del equipo de salud. Para tanto, nuevas técnicas de analgesia fueron creadas y desarrolladas y, entre ellas, se destaca la Analgesia Controlada por el Paciente (ACP). En nuestro país, el Servicio de Dolor Agudo (SEDA) de la Disciplina de Terapia Antálgica y Cuidados Paliativos, del Departamento de Anestesiología de la Facultad de Medicina de Botucatu - UNESP, utiliza hace muchos años esta técnica de analgesia. Con la finalidad de atestar la calidad del servicio prestado, la pesquisa objetiva verificar la eficacia y seguridad del método, así como identificar y caracterizar la población atendida. MÉTODO: de modo retrospectivo, fueron evaluados 679 pacientes tratados por el SEDA, exclusivamente con el método de ACP, durante tres años. Los pacientes fueron incluidos en el análisis aleatoriamente, sin restricciones cuanto a la edad, al sexo, al tipo de cirugía y considerando únicamente la posibilidad de indicación de la ACP. Fueron estudiados los siguientes atributos: sexo, edad, tipo de cirugía, intensidad del dolor, días de acompañamiento, analgésicos utilizados, vías de administración, ocurrencia de efectos colaterales y complicaciones de la técnica. RESULTADOS 3,96% de los pacientes sometidos a cirugías, y 1,64% de los internados en el período observado, fueron acompañados con técnica ACP. La cirugía torácica fue la más frecuentemente atendida, con 25% de los pacientes. La morfina fue el medicamento más utilizado (54,2%), siendo la vía peridural la que tiene preferencia (49,5%). La escala numérica verbal media fue de 0,8 (0-10). Los efectos colaterales ocurrieron en 22,4% de los enfermos tratados. CONCLUSIONES: Los resultados fueron considerados excelentes en lo que se refiere a la calidad de la analgesia, no obstante con ocurrencia de efectos colaterales indeseables, siendo que hubo buena aceptación de la técnica de analgesia por las clínicas atendidas.es
dc.description.abstractBACKGROUND and OBJECTIVES: The rapid development seen in recent years in surgical and anesthetic techniques allowed for an increased indication of invasive procedures. At the same time, with the aging of the population, the postoperative recovery period became the focus of major concern for the healthcare team. For such, new analgesic techniques were developed, among them, Patient Controlled Analgesia (PCA). In Brazil, the Acute Pain Service (SEDA) of the Anesthesiology Department, Botucatu Medical School - UNESP, has been using PCA for many years. Aiming at verifying the quality of the service provided, this research has evaluated the efficacy and safety of the technique, in addition to identifying and characterizing patients submitted to PCA. METHODS: Participated in this retrospective study 679 patients treated by SEDA with the PCA method only, during a 3-year period. Patients were randomly included in the study with no restrictions concerning age, gender and type of surgery, considering only the possibility of PCA. The following parameters were evaluated: gender, age, type of surgery, pain score, treatment duration, analgesic drugs used, administration route, side effects and complications. RESULTS: The PCA technique was used in 3.96% of patients submitted to surgical procedures and in 1.64% of all hospitalized patients. Thoracic surgeries were the most frequent procedures and accounted for 25% of patients. Morphine was the most commonly used analgesics (54.2%) and the epidural route was the most frequent route of administration. Mean verbal numeric scale was 0.8 (0-10), and side effects were present in 22.4% of treated patients. CONCLUSIONS: Results were considered excellent in terms of quality of analgesia, although with the incidence of some side effects. The PCA technique was widely accepted by the medical specialties of the hospital.en
dc.format.extent69-82
dc.language.isopor
dc.publisherSociedade Brasileira de Anestesiologia
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Anestesiologia
dc.sourceSciELO
dc.subjectANALGESIApt
dc.subjectANALGESIApt
dc.subjectDORpt
dc.subjectANALGESIAen
dc.subjectANALGESIAen
dc.subjectPAINen
dc.titleConsiderações sobre analgesia controlada pelo paciente em hospital universitáriopt
dc.title.alternativeConsideraciones sobre analgesia controlada por el paciente en hospital universitarioes
dc.title.alternativePatient controlled analgesia in a university hospitalen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Faculdade de Medicina de Botucatu Departamento de Anestesiologia
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Faculdade de Medicina de Botucatu Departamento de Anestesiologia
dc.identifier.doi10.1590/S0034-70942003000100010
dc.identifier.scieloS0034-70942003000100010
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt
dc.identifier.fileS0034-70942003000100010.pdf
dc.relation.ispartofjcr0.850
dc.relation.ispartofsjr0,320
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