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dc.contributor.advisorCastanheira, Elen Rose Lodeiro [UNESP]
dc.contributor.advisorPinho, Valdemar Pereira de [UNESP]
dc.contributor.authorSanine, Patricia Rodrigues [UNESP]
dc.date.accessioned2014-11-10T11:10:00Z
dc.date.available2014-11-10T11:10:00Z
dc.date.issued2014-02-21
dc.identifier.citationSANINE, Patricia Rodrigues. Avaliação da atenção básica à saúde da criança em unidades básicas de saúde no estado de São Paulo. 2014. 106 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Medicina de Botucatu, 2014.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/110718
dc.description.abstractThe quality of health care provided to children plays an important role in risk control and vulnerability reduction during childhood. Child health is among the most traditional and better structured actions in Primary Care (APS) in the State of São Paulo, but some indicators still point to low performance of provided care, such as an increasing number of congenital syphilis cases in the State. The present study assesses the quality of the organization and local management of child health care actions in Basic Health Care Units (UBS) in the State of São Paulo. We used a database built with QualiAB in an evaluation of APS services in 2010. The evaluation prioritized APS services in municipalities with less than 100,000 inhabitants, which participated voluntarily in the study. We studied 31 issues concerning child health care. Out of a universe of 2,735 APS units, 2,687 provided child health care. All frequencies were analyzed and distributed according to: type of service (USF, “traditional” UBS, UBS with ESF/ACS and Ohers), team composition (with or without a pediatrician) and application or not of benzathine benzylpenicillin. The analyzes allowed us to observe the predominance of actions advocated in USFs, even those without a pediatrican in the team. Among the actions aimed at children it is worth mentioning: medical consultation (98%); nursing consultation (80.3%); vaccination (77.6%); educational actions in the community (93.4%); odontological care for babies (36.6%), odontological care for children up to 6 year old (46,9%) and for schoolchildren (54.4%); clinical samples collection for laboratory tests (68%) and drug dispensation (85.1%). Among the actions planned in child health care some conditions are tackled less frequently, such as schoolchildren health (33.9%), child respiratory infections (57%) and violence (30.8%). Other conditions, more traditional, are tackled more often, like breastfeeding (87.3%), childcare (87.7%) ...en
dc.description.abstractA qualidade da assistência prestada à criança tem importante papel no controle de riscos e redução da vulnerabilidade na infância. A saúde da criança está entre as ações mais tradicionais e bem estruturadas na Atenção Primária à Saúde (APS) no estado de São Paulo, no entanto, persiste indicadores de mau desempenho da assistência prestada, como o crescente número de casos de sífilis congênita no estado. O presente trabalho avalia a qualidade da organização e gerenciamento local das ações de atenção à saúde da criança em unidades básicas de saúde do estado de São Paulo. Utilizou-se banco de dados de avaliação de serviços de APS realizada em 2010 por meio do instrumento QualiAB. A avaliação foi dirigida prioritariamente aos serviços de APS dos municípios com menos de 100 mil habitantes, a partir de adesão voluntária do gestor municipal. Foram analisadas as 31 questões relacionadas à saúde da criança. De um universo de 2.735 unidades de APS, 2.687 atendem criança. Todas as frequências foram analisadas e distribuídas segundo: o tipo de serviço (USF, UBS “tradicional”, UBS com ESF/ACS e Outros), composição da equipe (ter ou não ter pediatra) e aplicar ou não a Penicilina Benzatina. As análises permitiram observar predomínio de ações preconizadas nas USF, mesmo sem pediatra na equipe. Entre as ações dirigidas à criança destacam-se: consulta médica (98%), consulta de enfermagem (80,3%); vacinação (77,6%); ações educativas na comunidade (93,4%); assistência odontológica para bebês (36,6%), assistência odontológica para crianças até 6 anos (46,9%) e para crianças em idade escolar (54,4%); coleta de exames clínicos laboratoriais (68%) e dispensação de medicamentos (85,1%). Nas ações programadas para o atendimento infantil, é baixa a incorporação da abordagem de condições como saúde do escolar (33,9%), infecções respiratórias na infância (57%) e ...pt
dc.format.extent106 f.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.sourceAleph
dc.subjectCuidados primários de saúdept
dc.subjectCrianças - Cuidado e higienept
dc.subjectServiços de saude - Avaliaçãopt
dc.subjectAssistência médica - Organizaçãopt
dc.subjectPrimary health carept
dc.titleAvaliação da atenção básica à saúde da criança em unidades básicas de saúde no estado de São Paulopt
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.graduateProgramSaúde Coletiva - FMBpt
unesp.knowledgeAreaSaúde públicapt
unesp.researchAreaPolíticas e práticas de saúde: estudos sobre gestão, planejamento e avaliaçãopt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt
dc.identifier.aleph000790143
dc.identifier.file000790143.pdf
dc.identifier.capes33004064078P9
dc.identifier.lattes1990172299353318
dc.identifier.lattes8421489857109077
unesp.author.lattes1990172299353318
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