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dc.contributor.advisorSoares, Samuel Alves [UNESP]
dc.contributor.authorMotta, Bárbara Vasconcellos de Carvalho [UNESP]
dc.date.accessioned2014-12-02T11:16:58Z
dc.date.available2014-12-02T11:16:58Z
dc.date.issued2014-02-10
dc.identifier.citationMOTTA, Bárbara Vasconcellos de Carvalho. Securitização e política de exceção: o excepcionalismo internacionalista norte-americano na segunda Guerra do Iraque. 2014. 125 f. Dissertação (mestrado) - UNESP/UNICAMP/PUC-SP, Programa San Tiago Dantas, 2014.
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/111154
dc.description.abstractAfter the attacks of September 11, 2001, the U.S. government intensified the process of securitization in response to the fundamentalist terrorism within the framework of the war on terror, identifying it as an existential threat to the United States. Immediate initiatives were taken, after sanctioning the Patriot Act, which increased the power of repressive action and that allowed military interventions in Afghanistan, in 2001, and Iraq in 2003. Exceptionality acts enable states to provide quick responses to emergency issues on the international scene. The choice of exception, as a political choice, is marked by a series of ideational components that contributed to that decision. Therefore, in the case of the second Iraq War the understanding of the securitization process can only be complete if taken into consideration both the political process and the ideational foundations that conformed the securitizing movement. The consideration of these factors is also crucial to ascertain the antinomies and weaknesses of securitization theory when applied to this case.en
dc.description.abstractApós os atentados de 11 de setembro de 2001, o governo dos Estados Unidos aprofundou o processo de securitização do chamado terrorismo fundamentalista nos marcos da “Guerra ao terror”, identificando-o como uma ameaça existencial ao país. Iniciativas imediatas foram tomadas, após a edição do Patriot Act, que aumentaram o poder de ação repressiva do Estado e que possibilitaram intervenções militares no exterior, como no Afeganistão, ainda em 2001, e no Iraque, em 2003. Agir pela via da excepcionalidade possibilita aos Estados fornecer respostas rápidas para questões emergenciais no cenário internacional. A opção pela exceção, por ser uma escolha política, está envolta em uma séria de componentes ideacionais que contribuíram para a tomada de decisão. Considera-se, portanto, que no caso da segunda Guerra do Iraque o entendimento do processo de securitização só pode ser completo se levado em consideração tanto o desencadeamento político quanto a fundamentação ideacional que o conformou. A consideração desses fatores também é fundamental para averiguar as antinomias e fragilidades da teoria de securitização quando aplicada a este caso concreto.pt
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.format.extent125 f. : il.
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.sourceAleph
dc.subjectTerrorismo - Estados Unidospt
dc.subjectIraque, Guerra do, 2003pt
dc.subjectSegurança internacionalpt
dc.subjectGuerra contra o terrorismo, 2001pt
dc.subjectIraq war, 2003pt
dc.titleSecuritização e política de exceção: o excepcionalismo internacionalista norte-americano na segunda Guerra do Iraquept
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.graduateProgramRelações Internacionais (UNESP - UNICAMP - PUC-SP) - FFCpt
unesp.knowledgeAreaTeoria de securitizaçãopt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, Maríliapt
dc.identifier.aleph000787023
dc.identifier.file000787023.pdf
dc.identifier.capes33004110044P0
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