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dc.contributor.authorNascimento, Eurípedes Costa Do [UNESP]
dc.contributor.authorJusto, José Sterza [UNESP]
dc.date.accessioned2015-02-02T12:39:21Z
dc.date.available2015-02-02T12:39:21Z
dc.date.issued2014-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/0103-166X2014000400011
dc.identifier.citationEstudos de Psicologia (Campinas). Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, v. 31, n. 4, p. 573-582, 2014.
dc.identifier.issn0103-166X
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/114217
dc.description.abstractIn a contemporary context, highway wanderers can be seen as one of the most radical expressions of a break from socially fixed niches, travelling on foot along Brazil's highways and, when emergency needs must be met, seeking support from institutional care services. This study seeks to identify which institutional practices are provided to highway wanderers by social services, based on reports by managers of such services. The research was carried out at four institutional care services in the state of São Paulo , through the application of semi-structured interviews. The results show that the institutional practices provided to highway wanderers by social services include disciplinary techniques involving power and knowledge applied by means of procedures and rules that impose obedience along with an inspection of their bodies and a search of their belongings. In conclusion, the social service practices that are provided to highway wanderers become strategic tools of power and control over the bodies and itinerant lives, seeking to subsume such a subjectifying process within disciplinary techniques.en
dc.description.abstractOs andarilhos de estrada se configuram na contemporaneidade como uma das expressões mais radicais de rompimento com os nichos de fixação social, caminhando a pé pelas rodovias do país e, quando de suas necessidades emergenciais, buscando apoio nas instituições assistenciais. Este artigo visa identificar quais práticas institucionais o serviço social realiza com os andarilhos, segundo os relatos de seus dirigentes. A pesquisa foi realizada em quatro instituições assistenciais no estado de São Paulo, por meio de um roteiro de entrevista semiestruturada. Os resultados indicaram que as práticas institucionais do serviço social em relação aos andarilhos envolvem tecnologias disciplinares de poder e saber, mediante procedimentos e regras que impõem a obediência e a vistoria do seu corpo e pertences. É possível concluir que as práticas do serviço social no atendimento aos andarilhos convertem-se em ferramentas estratégicas de poder no controle de corpos e vidas errantes, visando subordinar tal processo de subjetivação às tecnologias disciplinares.pt
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.format.extent573-582
dc.language.isopor
dc.publisherPrograma de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas
dc.relation.ispartofEstudos de Psicologia (Campinas)
dc.sourceSciELO
dc.subjectAnálise institucionalpt
dc.subjectAndarilhospt
dc.subjectServiço de assistência socialpt
dc.subjectInstitutional analysisen
dc.subjectWanderersen
dc.subjectSocial servicesen
dc.titleAssistência social e práticas institucionais no atendimento a andarilhos de estradapt
dc.title.alternativeSocial services and institutional practices provided to highway wanderersen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar de Pesquisa Psicologia e Instituições
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar Programa de Pós-Graduação em Psicologia
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar de Pesquisa Psicologia e Instituições
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar Programa de Pós-Graduação em Psicologia
dc.identifier.doi10.1590/0103-166X2014000400011
dc.identifier.scieloS0103-166X2014000400011
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Letras, Assispt
dc.identifier.fileS0103-166X2014000400011.pdf
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