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dc.contributor.authorLima, Luciana Costa
dc.contributor.authorCosta, Sérgio Marques [UNESP]
dc.contributor.authorVieites, Rogério Lopes [UNESP]
dc.contributor.authorDamatto Júnior, Erval Rafael
dc.date.accessioned2016-04-01T18:45:58Z
dc.date.available2016-04-01T18:45:58Z
dc.date.issued2011
dc.identifierhttp://serv-bib.fcfar.unesp.br/seer/index.php/alimentos/article/view/1416
dc.identifier.citationAlimentos e Nutrição, v. 22, n. 2, p. 291-299, 2011.
dc.identifier.issn0103-4235
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/137503
dc.description.abstractThe aim of this work was to evaluate the application of different concentrations of ascorbic acid on Orange Flesh melon. Whole Melons were sanifi ed with 500 mg L-1 of sodium hypochlorite for 10 minutes and the cuts into cubes with 100 mg L-1 for 1 minute before being tested under different concentrations of ascorbic acid (0, 1, 2 and 3%) in immersion at room temperature for 10 minutes. After drainage, the cuts were packed in PET packages lined with polyethylene fi lm of 18 µm and stored at 5 ± 1°C and 85 ± 5% of RH for 8 days, being evaluated every 2 days. Physicochemical, microbiological and sensorial analyses were performed. The experimental design utilized for the experiment was the completely randomized in factorial scheme. Ten replicates were used for non-destructive analyses and 3 replicates were used for destructive ones. The application of ascorbic acid reduced the loss of mass; the fruits presented a low population of psychrotrophic bacterias, fi lamentous, fungi and yeasts, reduction of soluble solids, pH and fi rmness and, consequently, extended postharvest life of the fruits by 2 days. The appearance, fl avor and taste were also affected. The application of 1% of ascorbic acid was the best treatment for the fresh cuts “Orange Flesh” melons.en
dc.description.abstractEste trabalho teve como objetivo avaliar a aplicação de diferentes concentrações de ácido ascórbico em melões ‘Orange Flesh’ minimamente processados. Melões inteiros foram sanifi cados com 500mg L-1 de hipoclorito de sódio por 10 minutos e os cortes em cubos com 100mg L-1 por 1 minuto antes de serem tratados com as concentrações de ácido ascórbico (0, 1, 2 e 3%) em imersão a temperatura ambiente por 10 minutos. Após drenagem, os melões em cubos foram acondicionados em embalagens PET recobertas com polietileno de 18µm e armazenados a 5±1°C e 85±5% de UR por 8 dias, sendo avaliados a cada 2 dias. Os produtos foram submetidos a análises físicoquímicas, microbiológicas e sensoriais. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial com a comparação das médias através do Teste de Tukey. Nas análises não destrutivas foram utilizadas 10 repetições e nas destrutivas 3 repetições. A aplica- ção de ácido ascórbico reduziu a perda de massa; os frutos apresentaram baixas populações de bactérias psicrotrófi cas, fungos fi lamentosos e leveduras, redução dos sólidos solúveis, do pH, da fi rmeza, e consequentemente estendeu a vida útil pós-colheita em 2 dias. A aparência, o aroma e o sabor também foram afetados. A aplicação de 1% de ácido ascórbico foi o melhor tratamento para melões “Orange Flesh” minimamente processado.pt
dc.format.extent291-299
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofAlimentos e Nutrição
dc.sourceCurrículo Lattes
dc.subjectCucumis melo L. Cantalupensisen
dc.subjectAntioxidanten
dc.subjectStorageen
dc.subjectCucumis melo L. Cantalupensispt
dc.subjectAntioxidantept
dc.subjectArmazenamentopt
dc.titleEfeito do Ácido Ascórbico em melões 'Orange Flesh' minimamente processadospt
dc.title.alternativeEffect of ascorbic acid on “orange fl esh” fresh cut melonen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionAgência Paulista de Tecnologia de Alimentos (APTA)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Horticultura, Faculdade de Ciências Agronômicas de Botucatu, Botucatu, Fazenda Experimental Lageado - Caixa Postal 237, Lageado, CEP 18603-970, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Horticultura, Faculdade de Ciências Agronômicas de Botucatu, Botucatu, Fazenda Experimental Lageado - Caixa Postal 237, Lageado, CEP 18603-970, SP, Brasil
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agronômicas, Botucatupt
unesp.departmentHorticulturapt
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