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dc.contributor.authorPecora, Iracy Lea [UNESP]
dc.contributor.authorMiranda, Marcel Sabino [UNESP]
dc.date.accessioned2016-08-24T12:43:56Z
dc.date.available2016-08-24T12:43:56Z
dc.date.issued2014
dc.identifierhttp://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/890
dc.identifier.citationRevista Ciência em Extensão, v. 10, n. 1, p. 72-82, 2014.
dc.identifier.issn1679-4605
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/143247
dc.description.abstractArua, Megalobulimus paranaguensis is a terrestrial gastropod native from the Atlantic Rain Forest and is found between southern Paraná and São Vicente/SP. The giant African snail Achatina fulica, was illegally introduced in Brazil, and due to its great adaptation, it is today found all over Brazil. After the establishment of actions to avoid the spread of A. fulica, and competition for food and habitat, Arua was mistaken with exotic species and its population was significantly reduced. The objective of this study was to train defenders of native population and controllers of A. fulica. Live specimen, eggs and shells of different sizes of the two species were taken to elementary schools in order to demonstrate how to identify and characterize them. During the visit, students were taught about terrestrial gastropods associated to environmental education and conservation of native species. At the end of the visit, explanatory material and a questionnaire was distributed, with objective questions about these aspects. The interest of the children was great, especially when handling live specimen. Arua are tame and harmless animals, allowing handling without any risk for children therefore enhancing learning and interest in environmental issues. The percentage of correct answers obtained from the questionnaires was 100%. The children were interested in visiting UNESP campus to visit mollusk tanks, offering a new opportunity for interaction, which helps to strengthen ties with the institution and the community nearby.en
dc.description.abstractAruá, Megalobulimus paranaguensis, es un gasterópodo terrestre nativo del Bosque Atlántico y se encuentra en el tramo comprendido entre el sur de Paraná y São Vicente/SP. Con la introducción del caracol gigante africano (Achatina fulica) de manera ilegal y la disputa por alimento y hábitat produjo el desplazamiento de especies nativas. Tras el establecimiento de medidas para luchar contra la propagación de A. fulica, Aruá se confundió con las especies exóticas y su población se redujo fuertemente. El objetivo de este estudio fue el de capacitar a defensores de la población nativa y a controladores de A. fulica. Se llevaron a las escuelas de educación primaria especímenes vivos, huevos y conchas de diferentes tamaños de las dos especies para mostrar cómo identificarlos y caracterizarlos. Durante la visita, se transmitieron conocimientos sobre los gasterópodos terrestres, su vinculación con la educación ambiental y la conservación de las especies nativas. Al final de la visita, se distribuyó material explicativo y un cuestionario con preguntas objetivas sobre estos aspectos. El interés de los niños era grande, especialmente en el manejo de especímenes vivos. Los Aruás son animales mansos y la manipulación inocua les proporcionó seguridad a los niños, conocimiento transferido e interés por las cuestiones ambientales. El porcentaje de respuestas correctas obtenido en la aplicación de los cuestionarios fue del 100%. Los niños expresaron su interés en visitar el campus de la UNESP para conocer la colección de moluscos, lo que ofrece una nueva oportunidad para la interacción y ayuda a fortalecer los lazos con la institución y la comunidad de su entorno.es
dc.description.abstractO aruá Megalobulimus paranaguensis é um gastrópode terrestre nativo da Mata Atlântica, sendo encontrado no trecho entre o sul do Paraná e São Vicente/SP. O caracol gigante africano (Achatina fulica), desde a sua introdução irregular, associada à grande facilidade de adaptação dessa espécie, atualmente, é encontrado em todas as regiões brasileiras. Após o estabelecimento de ações de combate à expansão do A. fulica, e pela competição por alimento e hábitat, o aruá passou a ser confundido com a espécie exótica e sua população sofreu forte redução. O objetivo deste trabalho foi formar defensores da espécie nativa e controladores seguros da população de Achatina fulica. Foram levados às Escolas do Ensino Fundamental, espécimes vivos, ovos e conchas de diferentes tamanhos das duas espécies, para demonstrar como se identificam e se caracterizam. Durante a visita, foram transferidos conhecimentos sobre os gastrópodes terrestres, associando-os à Educação Ambiental e à preservação de espécies nativas. Ao final da visita, foi distribuído material explicativo e aplicado um questionário com perguntas objetivas sobre os aspectos apresentados. O interesse das crianças foi grande, principalmente no manuseio dos espécimes vivos. Os aruás são animais mansos e inofensivos permitindo o manuseio sem que as crianças sofressem riscos e, com isso, reforçando os conhecimentos transferidos e o interesse pelas questões ambientais. A porcentagem de acertos obtida quanto à aplicação dos questionários foi de 100%. As crianças manifestaram interesse em visitar o câmpus da UNESP para conhecer o moluscário, oferecendo uma nova oportunidade de interação, o que contribui para estreitar os laços desta instituição com a comunidade do seu entorno.pt
dc.format.extent72-82
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.relation.ispartofRevista Ciência em Extensão
dc.sourcePROEX
dc.subjectMegalobulimus paranaguensisen
dc.subjectAruaen
dc.subjectSnailen
dc.subjectEnvironmental educationen
dc.subjectMegalobulimus paranaguensises
dc.subjectAruáes
dc.subjectCaracoles
dc.subjectEducación ambientales
dc.subjectMegalobulimus paranaguensispt
dc.subjectAruápt
dc.subjectCaracolpt
dc.subjectEducação ambientalpt
dc.titleSalvando e aprendendo com Megalobulimuspt
dc.title.alternativeSaving and learning with Megalobulimusen
dc.title.alternativeGuardar y aprender con Megalobulimuses
dc.typeArtigo
dcterms.licensehttp://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/pesquisa/about/editorialPolicies#openAccessPolicy
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista, Departamento de Ciências Biológicas, Instituto de Biociências de São Vicente
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, São Vicentept
dc.identifier.fileISSN1679-4605-2014-10-01-72-82.pdf
dc.identifier.lattes2276502021143056
unesp.departmentCiências Biológicaspt
unesp.author.lattes2276502021143056
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