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dc.contributor.authorOliveira, Priscila Silva [UNESP]
dc.contributor.authorCoutinho, Katia Regina Roseiro [UNESP]
dc.date.accessioned2016-09-01T13:58:10Z
dc.date.available2016-09-01T13:58:10Z
dc.date.issued2005
dc.identifierhttp://www.unesp.br/proex/programas/pcct_3congresso.php
dc.identifier.citationCONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, 3., 2005, Águas de Lindólia. Anais... São paulo: PROEX; UNESP, 2005. p. 116
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/143587
dc.description.abstractA crescente utilização das plantas medicinais aumentou a preocupação com seu uso, visto que a medicina tradicional não apresenta, na maioria das vezes, critérios rigorosos na forma de utilização, preparo, na dosagem e contra-indicações. O conhecimento das comunidades tem contribuído para a investigação etnobotânica da flora brasileira e no resgate do conhecimento sobre a forma de uso e manejo dessas plantas e nas suas implicações na conservação de seus ecossistemas. Considerando o vasto patrimônio cultural e natural da região Norte e Nordeste do país, colocamos as plantas medicinais em debate nas Capacitações dos municípios atendidos pela UNESP no Programa de Alfabetização Solidária. Programa Alfabetização Solidária é um programa gerenciado por uma organização não-governamental sem fins lucrativos e de utilidade pública. Seu objetivo é reduzir os elevados índices de analfabetismo e, principalmente, desencadear um movimento de educação de jovens e adultos. De acordo com o IBGE, existem no Brasil cerca de 15 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais. O Programa foi criado em 1997, pelo Conselho da Comunidade Solidária. De janeiro de 1997 até hoje, o Programa atendeu 4,9 milhões de alunos, entre jovens e adultos, em mais de 2000 municípios do Nordeste e Centro-Oeste brasileiros e também nos grandes centros e capitais brasileiras. A escolha dos municípios atendidos no Norte e Nordeste é feita de acordo com os índices de analfabetismo registrados no ranking do censo do IBGE. As Instituições de Ensino Superior como a UNESP, são responsáveis pelo desenvolvimento do projeto pedagógico e, entre outras atividades, pelos cursos de capacitação e aperfeiçoamento dos alfabetizadores. Utilizamos as Plantas Medicinais como tema gerador, mostrando aos participantes o imenso conhecimento que estes têm a respeito e como o tema pode gerar diversas interações e atividades pedagógicas. onstatamos o tema como importante elo entre os municípios capacitados e a Universidade quanto ao resgate e valorização do conhecimento popular sobre o uso de plantas medicinais e como ferramenta para as práticas de alfabetização e letramento. Práticas como esta permitem a ação conjunta das comunidades locais e comunidade científica, articulando os aportes de diferentes saberes e fazeres, para proporcionar a compreensão da natureza em toda sua complexidade. Vamos estender o trabalho para as comunidades atendidas nos próximos Módulos com levantamento e registro das Plantas Medicinais utilizadas pela população local bem como a forma de utilização.pt
dc.format.extent116
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.relation.ispartofCongresso de Extensão Universitária
dc.sourcePROEX
dc.titlePlantas medicinais: um exemplo rico de tema gerador nas práticas de alfabetização e letramento da educação de jovens e adultospt
dc.typeTrabalho apresentado em evento
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Letras de Assis
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Letras, Assispt
dc.identifier.file2005-116-oliveira.pdf
unesp.departmentEducaçãopt
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