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dc.contributor.advisorAlentejano, Paulo Raposo [UNESP]
dc.contributor.authorAllende, Antonio Zambrano [UNESP]
dc.date.accessioned2016-12-06T13:59:54Z
dc.date.available2016-12-06T13:59:54Z
dc.date.issued2016-03-23
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/145011
dc.description.abstractLa lucha por la tierra en el Perú se ha constituido a lo largo de su historia en un proceso por la construcción de la idea de nación peruana, fundamentalmente campesina e indígena. La guerra de independencia no marcó más que un traslado de las responsabilidades de un sistema explotador de manos extranjeras a una oligarquía local de propietarios. Luego de los avances dados gracias al proceso de reforma agraria de los años 70's que dotaron de derechos a las comunidades campesinas, vino un proceso de contrareformas y retrocesos durante la guerra interna de los años 80’s así como con la dictadura de los 90's. Sin embargo, y a pesar de los cambios y violencia previa fue en la última década y media el periodo de más importante ofensiva del gran capital en territorios rurales de nuestra historia, hoy ni la minería ni la ejecución de grandes inversiones a nivel nacional pueden continuar sin la implementación a gran escala de proyectos de infraestructura hidroeléctrica, la más rentable de las formas de generación eléctrica que. El rol de las empresas constructoras en este contexto ha sido gravitante, pasando a constituir en los últimos años el rol de entidades con las que se tercerizan gastos del Estado, así como infraestructura de grandes inversiones en minería o casi cualquier otro sector; hoy ellas se han convertido además en inversionistas y formadoras de sus propios proyectos en el país teniendo como uno de sus ejes centrales el desarrollo de infraestructura hidroeléctrica. Existen 6 de estas constructoras Brasileras funcionando en el Perú, todas ellas portadoras de fondos del BNDES y en esa misma medida de intereses del Estado brasilero. Odebrecht encabeza esta lista y actualmente se despliega de forma amplia en el territorio con diversos proyectos de megahidroeléctricas, particularmente en la segunda cuenca más importante del país, la cuenca del Marañón. Esta investigación pretende analizar un caso y aproximarnos al entendimiento de los impactos y contradicciones que se dan en un territorio a partir de la llegada de una gran inversión hidroeléctrica situada entre la región Cajamarca y Amazonas al norte del territorio peruano y denominada CHADÍN 2.es
dc.description.abstractA luta pela terra no Peru tornou-se ao longo de sua história um processo para a construção da idéia de nação peruana e libertação do camponês indígena. A guerra de independência marcou não mais do que uma transferência das responsabilidades de um sistema de exploração de propriedade estrangeira a uma oligarquia local de proprietários de terras. Depois do progresso feito através do processo de reforma agrária na década de 1970 que dotou de direitos as comunidades rurais, veio um processo de contrareformas e retrocessos em seguida que ocorreram durante a guerra civil dos anos 1980, bem como a ditadura da década de 1990. No entanto, apesar das mudanças e violência anterior, foi na última década e meia que se deu a mais importante ofensiva do grande capital em áreas rurais de nossa história, hoje nem mineração nem a implementação de grandes investimentos a nível nacional podem continuar sem a implementação de projetos de infraestrutura, como hidrelétricas de grande porte, formas mais rentáveis de geração de eletricidade devido ao enorme potencial nacional. O papel das empresas de construção, neste contexto é muito importante; eles têm o papel de executores de projetos de infraestrutura do Estado y hoje também se tornaram investidores em seus próprios projetos, tendo como um dos seus temas centrais o desenvolvimento da infraestrutura hidroeléctrica. Há seis dessas empresas construtoras brasileiras operando no Peru. Eles carregam recursos do BNDES e, nessa medida, os interesses do Estado. Odebrecht atualmente está no top da lista e está implantando no território vários projetos de mega usinas hidrelétricas , principalmente na segunda maior bacia do país, a bacia do Marañón. O objetivo desta pesquisa é analisar um caso e se aproximar do entendimento dos impactos e contradições que existem em um território após a chegada de um grande investimento hidrelétrico localizada entre Cajamarca e Amazonas região norte do Peru.pt
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.language.isospa
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.subjectCajamarcaes
dc.subjectCelendínes
dc.subjectBrasilpt
dc.subjectChadin 2pt
dc.subjectOdebrechtpt
dc.subjectHidrelétricaspt
dc.subjectLutaspt
dc.subjectImpactos sociais e ambientaispt
dc.subjectTerritóriopt
dc.titleCentral hidroeléctrica chadín 2: luchas por el territorio en el Perúes
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.description.sponsorshipIdCNPq: 371096/2014-6
unesp.graduateProgramDesenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe - IPPRIpt
unesp.knowledgeAreaDesenvolvimento socialpt
unesp.researchAreaCampesinato, Capitalismo e Tecnologiaspt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais, São Paulopt
unesp.embargoOnlinept
dc.identifier.aleph000876796
dc.identifier.capes33004013068P6
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