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dc.contributor.authorBolzani, Vanderlan da Silva [UNESP]
dc.date.accessioned2017-01-18T15:22:24Z
dc.date.available2017-01-18T15:22:24Z
dc.date.issued2001
dc.identifierhttp://proex.reitoria.unesp.br/congressos/Congressos/1__Congresso/Meio_Ambiente/Trabalho24.htm
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/148122
dc.description.abstractAs plantas produzem metabólitos secundários (produtos naturais) que desempenham um papel importante em sua defesa contra patógenos e outros predadores. Alguns desses produtos naturais são também utilizados na medicina, na indústria e na agricultura. Assim, as plantas são uma fonte valiosa de produtos naturais úteis como farmacêuticos, agroquímicos e outros. Esses produtos podem ser convertidos em outros mais potentes por transformações químicas ou biológicas. O Brasil é o país com maior diversidade biológica, abrigando mais de 15% do número total de organismos do planeta. Aproximadamente, 22% das plantas floríferas ocorrem no Brasil, distribuídas principalmente na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. O Cerrado é o segundo ecossistema mais importante na América do Sul depois da floresta Amazônica. A conservação da diversidade biológica nos trópicos, especialmente nessas áreas tem sido, nos últimos anos, assunto de urgência e prioridade mundial. Estima-se que 250.000 espécies vegetais associadas com vários caminhos biossintéticos estão aptas a produzir uma grande variedade de produtos. Elas podem fornecer uma série de constituintes para estudos combinados de química/bioquímica. A quantidade enorme de espécies vegetais que ainda não foram estudadas quimicamente, associada à tecnologia recente de triagem aos métodos modernos de isolamento e determinação estrutural, têm levado a uma competição entre as companhias farmacêuticas e agroquímicas por novas drogas, especialmente de florestas tropicais. A grande maioria das espécies de plantas brasileiras permanece sem quaisquer estudos químicos ou biológicos e constituem, portanto, um potencial a ser identificado com vistas à exploração de novas drogas. A velocidade da extinção da biodiversidade vegetal no Brasil causará não somente a perda de substâncias terapêuticas valiosas, mas também de genes que codificam enzimas com uso potencial no melhoramento vegetal e estudos biossintéticos de novos produtos naturais. Uma estratégia para o desenvolvimento do Brasil é proteger e promover a exploração racional de sua diversidade vegetal como uma fonte de novos produtos disponíveis para a humanidade. O projeto de pesquisa (BIOTA-FAPESP) propõe uma estratégia para a exploração da diversidade vegetal no Estado de São Paulo, através da busca de novas drogas com potencial anticancerígeno, antioxidante e antimalárico. Em adição, o cultivo in vitro e/ou micropropagação das espécies selecionadas podem levar a uma alternativa mais moderna e eficiente de uso sustentável da diversidade vegetal com vistas à comercialização de produtos farmacêuticos, biocidas e outros produtos naturais úteis. A meta principal deste projeto é a busca de produtos ativos em espécies vegetais de ocorrência no Estado de São Paulo, especialmente nas áreas de Cerrado e de Mata Atlântica. A seleção de extratos vegetais será realizada através de bioensaios visando a detecção de substâncias com potencial anticancerígeno, antioxidante, antifúngico e antimalárico com vistas ao estabelecimento de modelo para a preservação, estudo e exploração racional da flora remanescente do Estado de São Paulo. Para as espécies selecionadas na triagem, serão realizadas culturas in vitro, objetivando a preservação dos germosplasma como fonte renovável. Tecidos desdiferenciados serão utilizados como fontes alternativas de produtos ativos e para estudos de biossíntese e regulação dos principais metabólitos secundários.pt
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.relation.ispartofCongresso de Extensão Universitária
dc.sourcePROEX
dc.titleConservação e uso sustentável da diversidade vegetal do Cerrado e da Mata Atlântica : diversidade química e prosecção de novas drogaspt
dc.typeResumo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Química Orgânica, Instituto de Química de Araraquara
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Química Orgânica, Instituto de Química de Araraquara
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Química, Araraquarapt
dc.identifier.lattes4484083685251673
unesp.departmentQuímica Orgânica - IQpt
unesp.author.lattes4484083685251673
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