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dc.contributor.authorNunes, Fábio Pereira [UNESP]
dc.contributor.authorCamargo, Maria Rosa Rodrigues Martins de [UNESP]
dc.date.accessioned2017-01-18T18:09:24Z
dc.date.available2017-01-18T18:09:24Z
dc.date.issued2003
dc.identifierhttp://proex.reitoria.unesp.br/congressos/Congressos/2__Congresso/Educa__o/Educ69.htm
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/148306
dc.description.abstractIntrodução: O estudo e a compreensão da representação espacial através de mapas é muito importante para o entendimento e a análise dos processos que atuam sobre o espaço – territorial e social – e que, por conseqüência, o formam. Estudos que possibilitem a sua compreensão são fundamentais em todos os níveis educacionais, incluindo-se a educação de jovens e adultos. Tais estudos podem contribuir para o aprimoramento de jovens e adultos, como cidadãos, para que tenham uma participação social mais efetiva. Objetivos: levantar o conhecimento que os educandos adultos do Projeto de Educação de Jovens e Adultos (PEJA) já possuem sobre o mapa como representação espacial, ou seja, levantar a capacidade que os alunos têm para abstrair as informações contidas no mapa; observar as dificuldades que eles possuem na compreensão das técnicas empregadas na produção de mapas (escala, projeção, semiologia gráfica); elaborar atividades que auxiliem os educandos-adultos na compreensão destas técnicas e discutir com eles a importância do mapa e as possibilidades de uso. Métodos: realizamos uma atividade prática com a turma dos funcionários da UNESP-Rio Claro, que participam do PEJA, para obter informações sobre o seu conhecimento e as suas dificuldades na leitura/representação espacial. Seguimos a metodologia de Almeida (1994) desenvolvida junto a crianças de 4a e 5a séries do ensino fundamental da cidade de Rio Claro em atividades de alfabetização cartográfica. Propusemos aos educandos que desenhassem a sala de aula, aquela onde se encontravam, numa folha de papel sulfite em branco, imaginando que eles estivessem olhando por cima dela. Realizamos a representação de um espaço conhecido, pois entendemos que acompanhar como os educandos representam o espaço pode auxiliar muito no trabalho de ensino-aprendizagem do mapa. Resultados: obtivemos como material a produção de desenhos representativos da sala de aula, os quais foram analisados de acordo com a proposta citada. Estes desenhos possibilitaram-nos constatar que existiam dificuldades similares entre os desenhos produzidos pelas crianças escolares e os desenhos dos educandos adultos, as quais possivelmente fossem representativas da falta de uma alfabetização cartográfica que deveria ocorrer no período escolar. Esta atividade permitiu-nos discutir os diversos usos do mapa e sobre a sua capacidade de transmissão de ideologias – em sua maioria representativas de um poder dominador e impositor-, ampliando assim, as possibilidades de leitura do mundo aos nossos educandos adultos.pt
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.relation.ispartofCongresso de Extensão Universitária
dc.sourcePROEX
dc.titleEstudo de representação cartográfica em sala de jovens e adultospt
dc.typeResumo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências (IBB), Departamento de Educação, Botucatu, SP
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências (IBB), Departamento de Educação, Botucatu, SP
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Botucatupt
unesp.departmentEducação - IBBpt
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