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dc.contributor.advisorFonseca, Dagoberto José [UNESP]
dc.contributor.authorSilva, Osvaldo José da [UNESP]
dc.date.accessioned2018-05-07T14:43:03Z
dc.date.available2018-05-07T14:43:03Z
dc.date.issued2018-03-28
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/153884
dc.description.abstractEsta dissertação trata as considerações do pensamento político de Hannah Arendt e o pensar do negro no Brasil, compreendido a partir de cientistas sociais negros brasileiros. Há fortes indícios que a compreensão do pensamento político de Arendt constitui peça-chave na modernidade para o entendimento da construção do ódio racial. A forma como a autora descreve a construção do fenômeno totalitário na política, é um viés plural de possibilidades para o entendimento da gênese do racismo moderno. A liberdade como compreensão política da experiência humana, inaugurada na dimensão da natalidade, revela, quando posta em cheque, contra a população negra, o grande compromisso da vontade humana instituída nas lutas de libertação e nos movimentos sociais advindos daí. Por sua vez, o reconhecimento do pensar na dimensão afro-brasileira representa um pressuposto original na construção de valores inerentes à condição humana da representação política, exercício este de cidadania na busca do consenso quanto à superação do ódio racial construído, bem como na desconstrução de formas hegemônicas de dominação cultural, política e econômica contra a população negra. A escolha de lastrear a pesquisa com a cientista política Hannah Arendt possui como fundamento o objeto do estudo histórico e ideológico. Não prescinde, por sua vez, da contribuição e da força ideológica das mulheres negras, que com o olhar crítico ultrapassa a zona de conforto da naturalização do preconceito racial contra a população negra e, impulsiona a busca de outros parâmetros. O fenômeno da escravidão racial contra a população negra africana e brasileira construído desde o século XVI tem como decorrência o preconceito racial contra os negros brasileiros na era moderna. Este mesmo fenômeno a ser superado, demonstra estar na base da exclusão política, econômica e social contra a população negra e, poderá ser revertido por meio de ações políticas a partir da identidade negra e do reconhecimento de cidadania.pt
dc.description.abstractThis dissertation deals with the considerations of the political thought of Hannah Arendt and the thinking of the Negro in Brazil understood from black Brazilian social scientists. There is strong evidence that Arendt's understanding of political thought is a key piece in modernity for understanding the construction of racial hatred. The way the author describes the construction of the totalitarian phenomenon in politics is a bias of possibilities for understanding the genesis of modern racism. Freedom as a political understanding of human experience, inaugurated in the birth dimension, reveals the great commitment of the human will instituted in the struggles of liberation and in the social movements arising from it, when put in check against the black population. In turn, the recognition of thinking about the Afro-Brazilian dimension represents an original assumption in the construction of values inherent to the human condition of political representation, this exercise of citizenship in the search for consensus regarding the overcoming of racial hatred built, as well as the deconstruction of forms hegemonic policies of cultural, political and economic domination against the black population. The choice of backing the research with the political scientist Hannah Arendt is based on the object of historical and ideological study. It does not ignore, in turn, the contribution and ideological strength of black women, among many others who with the critical eye that surpasses the zone of the naturalization of racial prejudice against the black population. The phenomenon of racial slavery against the black African and Brazilian population built since the 16th century has as its result racial prejudice against Brazilian blacks in the modern era. Therefore, this same phenomenon must be overcome because it is the basis of political, economic and social exclusion against the black population, which can only be reversed through political actions based on black identity and its recognition of citizenship.en
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.subjectNegrospt
dc.subjectPolíticapt
dc.subjectRacismopt
dc.subjectResistênciapt
dc.subjectBlacken
dc.subjectPoliticsen
dc.subjectRacismen
dc.subjectResistanceen
dc.titleConsiderações sobre o pensamento político de Hannah Arendt e o pensar do negro no Brasilpt
dc.title.alternativeConsiderations on the political thinking of Hannah Arendt and the thinking of black in Brazilen
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.graduateProgramCiências Sociais - FCLARpt
unesp.knowledgeAreaCiências sociaispt
unesp.researchAreaDiversidade, Identidades e Direitospt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências e Letras, Araraquarapt
unesp.embargoOnlinept
dc.identifier.aleph000901230
dc.identifier.capes33004030017P7
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