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dc.contributor.advisorChristov, Luiza Helena da Silva [UNESP]
dc.contributor.authorTeixeira, Angela Castelo Branco [UNESP]
dc.date.accessioned2018-08-29T00:03:37Z
dc.date.available2018-08-29T00:03:37Z
dc.date.issued2018-07-01
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/154980
dc.description.abstractEste trabalho nasce da necessidade de circunscrever a experiência de uma poeta educadora que atua com aulas de escrita no campo da arte-educação, realizando oficinas para jovens e adultos alfabetizados, no contexto de disciplinas de pós- graduação, de curso de extensão universitária e também de ateliês literários em bibliotecas públicas e instituições culturais, predominantemente no estado de São Paulo, desde 2008. Considerando que escrever é arriscar-se ao que ainda não se sabe, e que a palavra risco é o movimento de traçar, de marcar com algum instrumento uma superfície, como também o gesto (gerere) de correr risco, de arriscar-se, narrar a experiência dessa escrita foi se convertendo numa escrita-experiência. Mas, para quê? Em que medida compartilhar experiências de um processo de criação em escrita pode ativar o desejo de escrita do outro? O caminho escolhido para responder a essa pergunta foi escrever, expor os assombros, encontros e os desconfortos de um processo que transita entre escrever e dar aulas (e, portanto, viver), a partir de referências, registros e memórias inventadas e inventariadas, e que foi se organizando em torno de três eixos: Referenciar-se, relatos e ensaios que circunscrevem o lugar “de alguém que escreve”; Inventar(iar)-se, textos que convidam a olhar e habitar as microescritas já presentes no cotidiano; Partilhar-se, situações vividas em aula em que um desejo-escrita se produziu. Acredita-se que cada escrita é um caminho singular de composição e dar a ver um desejo-escrita (sua fenomenologia) é um modo de buscar aproximação, de ativar mais desejo-escrita. Disso não se sabe completamente, mas se aposta. Foi o que autores como Maria Gabriela Llansol, Marguerite Duras, Roland Barthes, Michel de Montaigne, Jorge Larrosa, Michel Foucault, Carlos Skliar, Gilles Deleuze, Pascal Quignard etc., ao falarem de suas escritas e escreverem, incentivaram essa escrita a arriscar-se.pt
dc.description.abstractThis work emerges from the need to circumscribe the experience of a poet and educator who has been teaching writing classes in the field of art education, conducting free courses to educated adults and young people in the environment of postgraduate programs, in university extension courses as well as in literary workshops (in public libraries or other cultural institutions) mainly in the state of São Paulo (Brazil), since 2008. Considering that part of writing is risking yourself in the unknown, and that the word “risk” has its roots in the meaning of tracing a movement, of drawing by using some instrument, narrating this experience became a new experience itself, the writing experience, which raised the following question. To what extend does the creating process of writing activate the will of others to write also? The chosen path for answering that question is, again, writing to get into the fears and discomforts of playing the roles of writing, teaching and, consequently, living on invented (or even inventoried) memories, references and records – that have been organized in three themes: “Making reference”, compositions that express the place which the writer speaks from; “Invented or inventoried texts”, that invite us to both face and inhabit the micro-writing present in everyday life; and “Sharing yourself”, about situations lived in the classroom in which the act of writing took place as a phenomenological phenomenon. Each piece of writing is a unique way of composition, so, sharing writings about the will of writing has shown itself to be an effective route to activate more will to write that actually end up producing new writing material. On that idea, authors such as Maria Gabriela Llansol, Marguerite Duras, Roland Barthes, Michel de Montaigne, Jorge Larrosa, Michel Foucault, Carlos Skliar, Gilles Deleuze, Pascal Quignard bet when asked about their own writing experience, encouraging the activity of writing, of risking yourself.en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.subjectEscritapt
dc.subjectExperiênciapt
dc.subjectCorpopt
dc.subjectGestopt
dc.subjectDesejopt
dc.subjectRiscopt
dc.subjectBodyen
dc.subjectExperienceen
dc.subjectGestureen
dc.subjectRisken
dc.subjectWillen
dc.subjectWritingen
dc.titleÀ escrita: um outro se arrisca em tipt
dc.title.alternativeWriting: another risks youen
dc.typeTese de doutorado
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.graduateProgramArtes - IApt
unesp.knowledgeAreaArte e educaçãopt
unesp.researchAreaProcessos artísticos, experiências educacionais e mediação culturalpt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Artes, São Paulopt
unesp.embargoOnlinept
dc.identifier.aleph000907324
dc.identifier.capes33004013063P4
dc.identifier.lattes0881287710938442
unesp.advisor.lattes0881287710938442
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