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dc.contributor.advisorPaulino, Luis Antônio [UNESP]
dc.contributor.authorCeará, Allana [UNESP]
dc.date.accessioned2018-09-04T18:24:07Z
dc.date.available2018-09-04T18:24:07Z
dc.date.issued2018-08-07
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/155895
dc.description.abstractCom o fim da Segunda Guerra Mundial, estabeleceu-se no mundo, sob o comando dos Estados Unidos e, em posição secundária, da Inglaterra, um sistema de governança global cujos principais pilares – a ONU com seu Conselho de Segurança, o FMI, o Banco Mundial e o GATT (agora OMC) – que permanecem até os dias de hoje como os fóruns relevantes para a discussão e encaminhamento dos grandes problemas econômicos e políticos internacionais. Ocorre que a conjuntura política que levou à prevalência desse sistema há muito deixou de existir. Com a debacle da União Soviética e o consequente fim da Guerra Fria pareceu que o mundo finalmente havia chegado a uma situação unipolar na qual o único país hegemônico seria os Estados Unidos. Tal cenário entretanto não durou mais que uma década, a de 1990. Com a chegada do século XXI um novo quadro se formou com a ascensão de novos polos de dinamismo econômico no mundo. O acontecimento mais relevante foi a ascensão dos países em desenvolvimento e nomeadamente a ascensão da China. Por outro lado, a liderança política e econômica dos Estados Unidos, sobretudo após a crise de 2008, começou a ruir. Abriu-se assim um vazio na política internacional e um quadro de grande incerteza. De um lado, os Estados Unidos e seus aliados europeus fazem de tudo para garantir os privilégios herdados do sistema de governança herdado do pós-guerra, mesmo que isso implique, no limite, em ir à guerra. De outro lado, a ascensão da China nas relações internacionais tanto políticas quanto econômicas, o surgimento de novos fóruns de cooperação com a participação de países médios, por exemplo, IBAS, BASIC, BRICS, Organização de Xangai, ASEAN, dentre outros, as crises financeiras globais como a de 2008, uma maior multiplicidade de atores com voz nas decisões internacionais, exige mudanças no atual sistema de governança. É nesse quadro que o debate atual sobre uma reforma da governança global se desenvolve. Esse trabalho tem como objetivo estudar, neste contexto, a relação entre Brasil e China, visando compreender em que medida ambos cooperam e se cooperam com o objetivo de reformar o atual sistema. Sob essa perspectiva, a pesquisa parte dos acontecimentos a partir da Guerra Fria até o mandato da presidente Dilma Rousseff, tendo enfoque nas mudanças ocorridas na China e nas relações políticas sino-brasileiras.pt
dc.description.abstractWith the end of World War II, a system of global governance was established in the world under the command of the United States and, in a secondary position, of England, whose main pillars - the UN with its Security Council, the IMF, the World Bank and the GATT (now WTO) - which remain to this day as the forums relevant to the discussion and referral of major international economic and political problems. It happens that the political conjuncture that led to the prevalence of this system has long ceased to exist. With the debacle of the Soviet Union and the consequent end of the Cold War it seemed that the world had finally reached a unipolar situation in which the only hegemonic country would be the United States. This scenario, however, did not last more than a decade, that of 1990. With the arrival of the twenty-first century a new framework was formed with the rise of new poles of economic dynamism in the world. The most relevant event was the rise of developing countries, including the rise of China. On the other hand, the political and economic leadership of the United States, especially after the crisis of 2008, began to crumble. Thus, a vacuum emerged in international politics and a picture of great uncertainty. On the one hand, the United States and its European allies do their utmost to secure the privileges inherited from the system of governance inherited from the post-war era, even if this implies, at the limit, going to war. On the other hand, the rise of China in international political and economic relations, the emergence of new forums of cooperation with the participation of medium-sized countries, for example IBSA, BASIC, BRICS, Shanghai Organization, ASEAN, among others, crises globalization such as 2008, a greater multiplicity of actors with a voice in international decisions, requires changes in the current governance system. It is within this framework that the current debate on a reform of global governance develops. This study aims to study, in this context, the relationship between Brazil and China, aiming to understand to what extent both cooperate and cooperate with the goal of reforming the current system. From this perspective, the research starts from the events of the Cold War to the term of President Dilma Rousseff, focusing on the changes that have taken place in China and in Sino-Brazilian political relations.en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.subjectGovernança globalpt
dc.subjectBrasilpt
dc.subjectChinapt
dc.subjectGlobal governanceen
dc.subjectBrazilen
dc.titleA relação Brasil-China na configuração da governança globalpt
dc.title.alternativeThe Brazil-China relationship in the configuration of global governanceen
dc.typeDissertação de mestrado
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.graduateProgramCiências Sociais - FFCpt
unesp.knowledgeAreaCiências sociaispt
unesp.researchAreaRelações internacionais e desenvolvimentopt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, Maríliapt
unesp.embargoOnlinept
dc.identifier.aleph000907469
dc.identifier.capes33004110042P8
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