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dc.contributor.authorNascimento, Eurípedes Costa
dc.contributor.authorJusto, José Sterza
dc.date.accessioned2018-11-12T17:27:58Z
dc.date.available2018-11-12T17:27:58Z
dc.date.issued2016-08-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1984-0292/1218
dc.identifier.citationFractal: Revista de Psicologia. Universidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia, v. 28, n. 2, p. 285-291, 2016.
dc.identifier.issn1984-0292
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/158017
dc.description.abstractAbstract Brazilian highway wanderers are individuals that walk long-distance on foot and practically forgot of assistance institutions. This paper aims to present the access conditions of Brazilian highway wanderers to institutional assistances and discuss about the control strategies used by them under contemporary wandering flow. This research was conducted in four assistance institutions in São Paulo State by means of a semi-structured interview with participation of seven interviewed. The results showed that access conditions to the Brazilian highway wanderers arrive at help institutions happen through spontaneous way or patrol surveillances commanded by military police, municipal guard and tollgates. These institutional access conditions are biopolicies strategies used by State that under the social normalization effects control and distribute these individuals toward opened spaces of brazilian highways.en
dc.description.abstractResumo Os andarilhos de estrada percorrem longas distâncias a pé pelas rodovias do país e são praticamente esquecidos pelas instituições assistenciais. Esse artigo tem por finalidade apresentar as condições de acesso dos andarilhos a essas instituições e discutir sobre as estratégias de controle utilizadas por elas sob o fluxo da errância no contemporâneo. A pesquisa foi realizada em quatro instituições assistenciais no Estado de São Paulo através de um roteiro de entrevista semi-estruturado na qual participaram sete entrevistados. Os resultados indicaram que as formas de acesso dos andarilhos às instituições assistenciais acontecem de modo espontâneo ou pelas rondas de vigilância comandas pela polícia militar, guarda municipal e concessionárias de pedágios. Essas condições de acesso institucional são estratégias biopolíticas utilizadas pelo Estado que sob os efeitos da sanção normalizadora controla e distribui os andarilhos pelos espaços abertos das rodovias brasileiras.pt
dc.format.extent285-291
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal Fluminense, Departamento de Psicologia
dc.relation.ispartofFractal: Revista de Psicologia
dc.sourceSciELO
dc.subjectInstitutional psychologyen
dc.subjectsocial controlen
dc.subjectassistanceen
dc.subjectPsicologia institucionalpt
dc.subjectcontrole socialpt
dc.subjectajudapt
dc.titleAndarilhos de estrada e acesso institucional: reflexões sobre estratégias de controlept
dc.title.alternativeBrazilian highway wanderers and institutional access: thinking about control strategiesen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
dc.identifier.doi10.1590/1984-0292/1218
dc.identifier.scieloS1984-02922016000200285
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.identifier.fileS1984-02922016000200285.pdf
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