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dc.contributor.authorPinsetta, José Sidnaldo [UNESP]
dc.contributor.authorMattiuz, Claudia Fabrino Machado
dc.contributor.authorPereira, Emmanuel Moreira [UNESP]
dc.contributor.authorMattiuz, Ben-hur [UNESP]
dc.date.accessioned2021-07-14T10:46:33Z
dc.date.available2021-07-14T10:46:33Z
dc.date.issued2019-11-07
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1413-7054201943006419
dc.identifier.citationCiência e Agrotecnologia. Editora da Universidade Federal de Lavras, v. 43, p. -, 2019.
dc.identifier.issn1413-7054
dc.identifier.issn1981-1829
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/212874
dc.description.abstractThe use of postharvest coatings of fruits and vegetables has been the subject of many studies for their ability to extend the shelf life of vegetables. However, little is known about the effect of coatings on postharvest of cut flowers. We evaluated the effect of different concentrations of natural coating based on hydroxypropyl methylcellulose (HPMC) and beeswax (CA) on postharvest of cut roses. White rose cultivar ‘Avalanche’ obtained from commercial production at the bud stage were used. The coating was prepared by the combination of the hydrophilic phase (HPMC) and the lipid phase (CA) suspended in water, resulting in 50g lipids / 100g emulsion. The emulsion was sprayed on the flowers in different volumes: 0 (distilled water); 1.5; 3.0 and 4.5 mL rose-1. The roses were maintained at 20 ± 1 °C and RH> 70% for 9 days for physiological analysis and 12 days for vase life. Data were collected every 3 days for accumulated of fresh mass, water absorption, relative water content (RWC), membrane stability index (MSI) and vase life. The application of 3.0 mL/rose of the coating resulted in higher RWC and MSI throughout the storage time. We conclude that the use of a natural coating of HPMC/beeswax sprayed at 3.0 mL / rose increased the vase life of the ‘Avalanche’ rose by 2 days.en
dc.description.abstractO uso de recobrimentos na pós-colheita de frutas e hortaliças é objeto de estudos há vários anos pela sua capacidade de prolongar a vida de prateleira de vegetais. No entanto, pouco se sabe acerca do uso destes recobrimentos na conservação pós-colheita de flores de corte. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes concentrações de recobrimento natural a base de Hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) e cera de abelha (CA) na conservação pós-colheita de rosas de corte. Foram utilizadas rosas brancas da cultivar ‘Avalanche’ provenientes de área de produção comercial. As rosas foram colhidas no estádio de botão, correspondente ao ponto de colheita utilizado para comercialização. O recobrimento foi preparado pela combinação da fase hidrofílica (HPMC) e da fase lipídica (CA) suspensas em água, resultando em 50g de lipídios/100g de emulsão. A emulsão foi aplicada na flor por pulverização em diferentes volumes: 0 (água destilada); 1,5; 3,0 e 4,5 mL rosa-1, considerados os tratamentos. As rosas foram mantidas a 20±1 ºC e UR > 70% durante 9 dias para as análises fisiológica e 12 dias para a vida de vaso. A cada 3 dias foram avaliadas porcentagem acumulada de massa fresca, porcentagem de absorção de água, conteúdo relativo de água (CRA), índice de estabilidade da membrana (IEM) e vida de vaso. A aplicação do recobrimento a 3,0 mL/rosa resultou em maior CRA e IEM ao longo do tempo de armazenamento. Os resultados permitiram concluir que o uso de um recobrimento natural à base de HPMC e cera de abelha aplicado por pulverização a 3,0 mL/rosa aumentou a vida de vaso de rosas ‘Avalanche’ em 2 dias.pt
dc.format.extent-
dc.language.isoeng
dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras
dc.relation.ispartofCiência e Agrotecnologia
dc.sourceSciELO
dc.subjectHPMCen
dc.subjectRosa sp.en
dc.subjectvase life.en
dc.subjectHPMCpt
dc.subjectRosa sp.pt
dc.subjectvase life.pt
dc.titlePostharvest conservation of ‘Avalanche’ cut roses with hydroxypropyl methylcellulose-beeswax natural coatingen
dc.title.alternativeConservação pós-colheita de rosas de corte ‘Avalanche’ com recobrimento natural a base de hidroxipropil metilcelulose e cera de abelhapt
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista/UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo/USP, Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”/ESALQ
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista/UNESP, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias
dc.identifier.doi10.1590/1413-7054201943006419
dc.identifier.scieloS1413-70542019000100228
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.identifier.fileS1413-70542019000100228.pdf
unesp.author.orcid0000-0002-8950-287X[1]
unesp.author.orcid0000-0002-1044-0902[2]
unesp.author.orcid0000-0003-4097-5796[3]
unesp.author.orcid0000-0001-6711-3374[4]
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