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dc.contributor.authorIossi, Emerson [UNESP]
dc.contributor.authorMoro, Fabiola Vitti [UNESP]
dc.contributor.authorSader, Rubens
dc.date.accessioned2014-05-20T13:16:48Z
dc.date.available2014-05-20T13:16:48Z
dc.date.issued2006-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222006000300018
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Sementes. Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes, v. 28, n. 3, p. 121-128, 2006.
dc.identifier.issn0101-3122
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/3514
dc.description.abstractO objetivo desse trabalho foi estudar a morfologia, anatomia e o processo germinativo de sementes de Phoenix roebelenii. Para o levantamento dos dados biométricos foram utilizadas 100 sementes de frutos recém-colhidos, deixados secar ao ar por um dia. Para a germinação, quatro repetições de 50 sementes tratadas com Vitavax-Thiran foram semeadas em bandejas de plástico, contendo Sphagnum sp. como substrato e mantidas sob condições ambientais de laboratório. Detalhes da morfologia da semente foram documentados com o uso de microscopia eletrônica de varredura e esquematizados com auxílio de câmara clara, acoplada ao estereomicroscópio. Foram confeccionadas lâminas permanentes com cortes do embrião, para o estudo de sua anatomia. As dimensões médias das sementes foram: 10,32mm comprimento, 5,21mm largura e 3,91mm espessura. O peso de 1000 sementes foi de 151,1g e 1kg continha 6600 unidades. O início da germinação variou entre 27 e 58 dias. As sementes são albuminosas, com endosperma duro e o embrião é pouco diferenciado, lateral e periférico. A germinação inicia-se pela abertura de um opérculo, através do qual é emitido o pecíolo cotiledonar com o eixo embrionário na extremidade. O pecíolo funciona, internamente, como um haustório, digerindo gradativamente o endosperma. Na sua parte posterior, desenvolve-se a plúmula, que emerge através de uma fenda. Nota-se o aparecimento de raízes secundárias na porção anterior da raiz primária.pt
dc.description.abstractThe objective of this study was to investigate the morphology, anatomy and germination behaviour of Phoenix roebelenii seeds. Biometric data were obtained by measuring 100 seeds extracted from recently harvested fruits and air-dried for one day. Four replications of 50 seeds each were previously treated with Vitavax-Thiran and then put to germinate in Sphagnum sp. in plastic trays at room temperature. Morphological details of the seeds were documented with the help of a scanning electronic microscope and then drawings were made with the help of a clear camera coupled to a stereomicroscope. Permanent lamina containing embryo sections were prepared to study its anatomy. The mean dimensions of the seeds were: length of 10.32mm, width of 5.21mm and thickness of 3.91mm. The weight of one thousand seeds was of 151.1g and the mean number of units.kg-1 was 6,600. Germination started between 27 and 58 days after sowing. The seeds are of the albuminous type, the endosperm is hard and the embryo (which is not clearly differentiated) occupies a lateral and peripheral position. During seed germination, seedling protrusion begins with the opening of an operculum, through which the cotyledon petiole is emitted with the embryonic axis at its tip. The portion of the cotyledon petiole that remains inside the seeds acts as a haustorium for the absorption of nutrients from the endosperm. The plumule emerges through a rift in the posterior part of the cotyledon. Secondary roots are observed to grow from the anterior part of the primary root.en
dc.format.extent121-128
dc.language.isoeng
dc.publisherAssociação Brasileira de Tecnologia de Sementes (ABRATES)
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Sementes
dc.sourceSciELO
dc.subjectPalmen
dc.subjectpigmy date palmen
dc.subjectpyreneen
dc.subjectSeedlingen
dc.subjectdiásporopt
dc.subjectPalmeirapt
dc.subjecttamareira-anãpt
dc.subjectPlântulapt
dc.titleSeed anatomy and germination of Phoenix roebelenii O'Brien (Arecaceae)en
dc.title.alternativeAnatomia e germinação de sementes de Phoenix roebelenii O'Brien (Arecaceae)pt
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionDepartamento de Biologia Aplicada à Agropecuária
dc.contributor.institutionDepartamento de Produção Vegetal
dc.description.affiliationUNESP FCAV Departamento de Produção Vegetal
dc.description.affiliationDepartamento de Biologia Aplicada à Agropecuária
dc.description.affiliationDepartamento de Produção Vegetal
dc.description.affiliationUnespUNESP FCAV Departamento de Produção Vegetal
dc.identifier.doi10.1590/S0101-31222006000300018
dc.identifier.scieloS0101-31222006000300018
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabalpt
dc.identifier.fileS0101-31222006000300018.pdf
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