O fantástico nos contos de Hoffmann e de Balzac: o artista louco

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Data

2015-02-03

Orientador

Wimmer, Norma

Coorientador

Pós-graduação

Letras - IBILCE

Curso de graduação

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Dissertação de mestrado

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (inglês)

This work aims to analyze three fantastic works - La cour d'Artus (1816) and La leçon de violon (1819), by E. T. A. Hoffmann (1776-1822), and Le chef-d'oeuvre inconnu (1831), by Honoré de Balzac (1799-1850) - to confirm the proximity between the fantastic conducted by each one, since both express the fantastic through the troubled minds of his characters. From the studies of Todorov (1970), Castex (1974), Vax (1974) and Schneider (1985), we will investigate how fantastic literature was developed in the nineteenth century, in order to highlight how the authors contributed in this context, since their stories deviate from the traditional fantastic tale. Through studies such as Bessière (1974), Roas (2001) and Batalha (2003), we will show the relationship between the fantastic and the discussions on the subject of each epoch, emphasizing the subject of the nineteenth century, context in which the stories that we will analyze were written. Studies that deal with madness in fantastic literature, such as Ponnau (1997), will be employed to demonstrate how the figure of the madman is crafted, and, in relation to the corpus, to highlight the destructive power of mind over body. Because it is a study which refers to the area of comparative literature, the notion of intertextuality, according to Kristeva (1974) and Samoyault (2008), will also be useful during the analysis of the corpus

Resumo (português)

Este trabalho tem como objetivo analisar três obras fantásticas - La cour d'Artus (1816) e La leçon de violon (1819), de E. T. A. Hoffmann (1776-1822), e Le chef-d'oeuvre inconnu (1831), de Honoré de Balzac (1799-1850) - para confirmar a proximidade entre o fantástico balzaquiano e o hoffmanniano, uma vez que ambos o manifestam por meio das mentes perturbadas de suas personagens. Tomando como base os estudos de Todorov (1970), Castex (1974), Vax (1974) e Schneider (1985), explicitar-se-á como a literatura fantástica era desenvolvida no século XIX, para evidenciar como os autores do corpus contribuem nesse contexto, visto que seus contos distanciam-se do conto fantástico tradicional. Por meio de estudos como os de Bessière (1974), Roas (2001) e Batalha (2003), mostrar-se-á a relação do fantástico com os debates relativos ao sujeito de cada época, enfatizando o sujeito do século XIX e o contexto de produção dos contos a serem analisados. Estudos sobre loucura na literatura fantástica, como o de Ponnau (1997), serão usados para demonstrar como a figura do louco é trabalhada no fantástico e, em relação ao corpus, evidenciar o poder destruidor da mente sobre o corpo. Por se tratar de um trabalho que remete à área da literatura comparada, a noção de intertextualidade, de acordo com Kristeva (1974) e Samoyault (2008), também será útil para a análise do corpus

Descrição

Idioma

Português

Como citar

SILVA, Elaine Cristina dos Santos. O fantástico nos contos de Hoffmann e de Balzac: o artista louco. 2015. 119 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, 2015.

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