Análise isotópica (δ13c), físico-química e energética de bebidas não-alcoólicas de manga (Mangifera indica, L.) e de goiaba (Psidium guajava, L.)

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Data

2012-03-21

Orientador

Venturini Filho, Waldemar Gastoni

Coorientador

Pós-graduação

Agronomia (Energia na Agricultura) - FCA

Curso de graduação

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Tese de doutorado

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

O objetivo deste trabalho foi realizar análise isotópica em polpas, sucos tropicais e néctares de manga e de goiaba comercializados no Brasil, quantificando o carbono proveniente de plantas dos ciclos fotossintéticos C3 (manga e goiaba) e C4 (açúcar de cana) para detectar possíveis adulterações nesses produtos. Secundariamente, parâmetros físico-químicos, teores de nutrientes e valores energéticos foram determinados para verificar se os mesmos obedeciam a padrões estabelecidos por lei. Com base na legislação brasileira, foi criado um limite de legalidade (porcentagem mínima de fonte C3) específico para cada tipo de produto. As análises isotópicas das polpas, sucos tropicais e néctares de manga e de goiaba forneceram as concentrações de carbono C3 desses produtos, as quais foram comparadas com seus respectivos limites de legalidade, verificando se os fabricantes estavam cumprindo com as normas da legislação vigente. Esses produtos também foram analisados físico-quimicamente (ºBrix, pH, acidez total e açúcares totais, além do teor de ácido ascórbico nas bebidas de goiaba), bem como tiveram seus teores de nutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras totais) e valores energéticos estimados por meio de análise centesimal. Dentre os vinte e dois produtos de manga e os dezoito de goiaba analisados, três amostras de polpas de manga nãonão estavam de acordo com os Padrões de Identidade e Qualidade quanto às análisesfísico-químicas. No entanto, isotopicamente, sete produtos de manga foram classificados como ilegais, sendo três sucos tropicais adoçados, um não adoçado e três néctares convencionais, assim como quatro produtos de goiaba, sendo uma amostra de suco tropical adoçado, duas de não adoçado e uma de néctar light. A maioria desses produtos teve seus teores de nutrientes e valores energéticos informados... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico aba

Resumo (inglês)

The objective of this work was to carry out isotopic analysis in mango and guava pulps, tropical juices and nectars sold in Brazil, quantifying carbon C3 (mango and guava) and C4 (sugar cane) in order to detect likely adulteration in these products. Secondly, physico-chemical parameters, nutrients contents and energy values were determined to verify if these products complied with standards established by law. Based in the Brazilian legislation, a specific legality limit was created (minimum percentage of C3 source) for each type product. The isotopic analyses of commercial mango and guava pulps, tropical juices and nectars provided the concentrations of C3 carbon in these products which were compared to their respective legality limit, verifying if the commercial producers were respecting the current legislation rules. These products were also physically-chemically analyzed (ºBrix, pH, total acidity and total sugars, in addition to ascorbic acid in guava beverages), and had their nutrients contents (carbohydrates, protein and total fat) and energy values estimated by centesimal analysis. Out of the twenty two mango and eighteen guava products analyzed, three mango pulps weren‟t in accordance to the Identity and Quality Standards as to physical-chemical analyses. However, isotopically, seven mango... (Complete abstract click electronic access below)

Descrição

Idioma

Português

Como citar

NOGUEIRA, Andressa Milene Parente. Análise isotópica (δ13c), físico-química e energética de bebidas não-alcoólicas de manga (Mangifera indica, L.) e de goiaba (Psidium guajava, L.). 2012. xiv, 135 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agronômicas de Botucatu, 2012.

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