Expressão da metaloprotease-1, da metaloprotease-9 e do fator de crescimento opióide em córneas de coelhos tratadas com nalbufina a 1%, após ceratectomia lamelar

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Data

2012-12-13

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Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Resumo

Estudaram-se os efeitos da nalbufina à 1% sobre a reparação e o limiar de sensibilidade ao toque córneal (LSC), em coelhos submetidos à ceratectomia lamelar. Compuseram-se dois grupos (n=6). O grupo nalbufina (GN) recebeu 30μL de nalbufina à 1%, a cada 4 horas, totalizando 4 aplicações diárias, às (7, 11, 15 e 19 horas), o controle (GC) recebeu solução fisiológica nas mesmas condições adotadas para o GN. Decorridas as ceratectomias, procedeu-se a avaliação clínica das córneas com lâmpada em fenda e estesiômetro durante 9 dias. As córneas foram colhidas para estudo histológico, imunoistoquímico (metaloprotease-1, metaloprotease-9 e Fator de Crescimento Opióide). O tempo médio de reepitelização das córneas foi de 7 ± 1,79 dias no GN e, no GC de 8,83 ± 1,17 días, sem diferença estatística entre os grupos (p=0,12). O diâmetro da área ulcerada não diferiu entre os grupos em nenhum dos períodos (p>0,05). 24 horas previas a realização da ceratectomia (valores basais) e, após a realização desta até a completa reparação corneal, o LSC não diferiu entre GC e GN (p>0,05). À histologia, não foram observadas alterações quanto a reparação tecidual. Ao décimo dia, todas as córneas mostraram estratificação do epitélio corneal e edema corneal em ambos os grupos. À imunoistoquimica, as MMP-1 e MMP-9 apresentaram um aumento quanto sua expressão nos 5 primeiros dias apos a realização da ceratectomia em ambos os grupos sem diferenças significativas (p>0,05). Os dias 7 e 9, elas sofrem uma diminuição significativa comparativamente com os dias mas continua sem apresentar diferença entre os grupos. O fator de crescimento opióide (OGF) apresentou imunomarcação constantes em todos os períodos e sempre restrito as células epiteliais mas não foram encontradas diferenças entre os grupos nem entre os...
This study aimed to evaluate the effects of 1% nalbuphine on corneal analgesia in rabbits submitted to lamellar keratectomy until completion of the corneal wound healing and to assess the expression of matrix metalloproteinases (MMPs)-1,-9, and opioid growth factor (OGF) during the treatment. Two groups were formed (n=6). The nalbuphine-treated group (NG) received 30 μl of topical 1% nalbuphine every 4 hours while the other group received 0.9% NaCl instead (CG). After keratectomies, corneal heling were evaluated with slit lamp and the corneal touch threshold (CTT) with esthesiometer during 9 days. Corneal samples were processed for histology and immunohistochemistry (MMP-1, -9 and OGF). Mean corneal reepithelization rate was of 7 ± 1.79 days in NG and of 8.83 ± 1.17 days in the CG (P=0.12). The ulcerated area did not differed between groups at any time point (P>0.05). CTT did change from baseline, until complete healing of the corneas in both groups (P>0.05). At histology, corneal healing was uneventful. At day 10, all corneas showed corneal edema and stratification of the corneal epithelium in both groups. In both groups, MMP-1 and -9 expression increased during the first 5 days following keratectomy (P>0.05). At day 7 and 9 expression of both enzymes decreased significantly in comparison to previous time points, without changing significantly between groups (P>0.05). OGF positive labeling was observed in all time points and was restricted to the corneal epithelium of both groups (P>0.05). It was concluded that topical 1% nalbuphine did not change corneal healing rate... (Complete abstract click electronic access below)

Descrição

Palavras-chave

Coelho, Olhos - Inflamação, Córnea, Analgesia, Dor, Oftalmologia veterinaria, Veterinary ophthalmology

Como citar

SILVA, Miguel Ladino. Expressão da metaloprotease-1, da metaloprotease-9 e do fator de crescimento opióide em córneas de coelhos tratadas com nalbufina a 1%, após ceratectomia lamelar. 2012. ix, 49 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, 2012.