RESSALVA Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 08/12/2026. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS – RIO CLARO unesp PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO E TECNOLOGIAS REDES SOCIAIS E O FUTEBOL: UM OLHAR DA PSICOLOGIA DO ESPORTE NAS RELAÇÕES ENTRE AS DIFERENTES CATEGORIAS DESSA MODALIDADE FERNANDO DE LIMA FABRIS Rio Claro – SP 2026 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS – RIO CLARO unesp PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO E TECNOLOGIAS REDES SOCIAIS E O FUTEBOL: UM OLHAR DA PSICOLOGIA DO ESPORTE NAS RELAÇÕES ENTRE AS DIFERENTES CATEGORIAS DESSA MODALIDADE FERNANDO DE LIMA FABRIS Tese apresentada ao Instituto de Biociências do Câmpus de Rio Claro, Universidade Estadual Paulista, como parte dos requisitos para obtenção do título Doutor em Desenvolvimento Humano e Tecnologias. Orientador: Dra. Adriane Beatriz de Souza Serapião Rio Claro – SP 2026 D353r de Lima Fabris, Fernando Redes sociais e o futebol : um olhar da psicologia do esporte nas relações entre as diferentes categorias dessa modalidade / Fernando de Lima Fabris. -- Rio Claro, 2026 208 p. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Rio Claro Orientadora: Adriane Beatriz de Souza Serapião 1. Futebol. 2. Redes Sociais Digitais. 3. Psicologia do Esporte. 4. Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano. 5. Ciberespaço. I. Título. Sistema de geração automática de fichas catalográficas da Unesp. Dados fornecidos pelo autor(a). UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Câmpus de Rio Claro REDES SOCIAIS E O FUTEBOL: UM OLHAR DA PSICOLOGIA DO ESPORTE NAS RELAÇÕES ENTRE AS DIFERENTES CATEGORIAS DESSA MODALIDADE TÍTULO DA TESE: CERTIFICADO DE APROVAÇÃO AUTOR: FERNANDO DE LIMA FABRIS ORIENTADORA: ADRIANE BEATRIZ DE SOUZA SERAPIÃO Aprovado como parte das exigências para obtenção do Título de Doutor em Desenvolvimento Humano e Tecnologias, área: Tecnologias nas Dinâmicas Corporais pela Comissão Examinadora: Profa. Dra. ADRIANE BEATRIZ DE SOUZA SERAPIÃO (Participaçao Virtual) Departamento de Estatística, Matemática Aplicada e Computação / UNESP / Câmpus de Rio Claro - IGCE Prof. Dr. AFONSO ANTONIO MACHADO (Participaçao Virtual) Departamento de Educacao Fisica / UNESP - Instituto de Biociencias de Rio Claro - SP Profa. Dra. ADRIANA INÊS DE PAULA (Participaçao Virtual) Departamento de Educação Física / Universidade Federal do Paraná Prof. Dr. MURILO EDUARDO DOS SANTOS NAZARIO (Participaçao Virtual) Departamento de Educação Física / UNESP / Câmpus de Rio Claro - IB Profa. Dra. ISABELA AMBLARD (Participaçao Virtual) Departamento de Psicologia, Inclusão e Educação / Universidade Federal de Pernambuco Rio Claro, 08 de dezembro de 2025. Instituto de Biociências - Câmpus de Rio Claro Avenida 24-A n. 1515, 13506900 ib.rc.unesp.br/#!/pos-graduacao/secao-tecnica-de-pos/programas/desenvolvimento-humano-e-tecnologias/ - CNPJ: 48.031.918/0018-72. AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, aos meus pais, Sr. Valter e Sra. Elizabete, que sempre acreditaram no meu potencial e estiveram ao meu lado em cada etapa: apoiando, cobrando, vibrando e compartilhando o orgulho de onde cheguei. A caminhada até aqui não foi fácil: conciliar estudos, trabalho e vida pessoal exigiu esforço constante. Ainda assim, a cada dificuldade, eu me sentia capaz de seguir em frente, e desistir nunca foi uma opção. Agradeço à minha esposa, Noemi, por caminhar comigo durante todo esse tempo, desde a graduação, passando pelo TCC e pela dissertação de mestrado, até este momento na tese de doutorado. Agradeço também a todos os membros do LEPESPE que estiveram comigo nessa trajetória; aos meus amigos de colégio; e aos amigos da universidade e da república, que contribuíram de diferentes formas ao longo do percurso, inclusive auxiliando em questões e desafios estatísticos. Por fim, agradeço aos meus orientadores em toda a minha trajetória acadêmica, da graduação ao doutorado, que ao longo do caminho também se tornaram amigos e amiga: Dr. Afonso Antonio Machado, Dr. Carlos Norberto Fischer e minha atual orientadora, Dra. Adriane Beatriz de Souza Serapião. A todos que fizeram parte desse percurso, deixo meu sincero agradecimento. "O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001" RESUMO O futebol, fenômeno cultural e social, está intrinsecamente conectado à era digital, na qual as Redes Sociais Digitais (RSD) reconfiguram as interações humanas e a prática esportiva. Contudo, os impactos psicossociais dessas plataformas em praticantes de diferentes níveis, para além da elite profissional, permanecem subexplorados. Esta tese teve como objetivo investigar os fatores de interesse e as implicações do uso das RSD em cinco categorias (Categoria de Base, Sub-20, Amador, Universitário e Profissional), partindo da hipótese de que o uso, o impacto e o suporte institucional variam significativamente entre elas. Adotou-se um delineamento de pesquisa misto (quali-quantitativo) sequencial. A fase qualitativa (entrevistas/grupos focais) embasou a construção do Questionário para Redes Sociais Digitais (QRSD), validado no Artigo I e aplicado a 142 atletas. A tese foi estruturada no modelo escandinavo, apresentando os resultados em seis artigos. A hipótese central foi confirmada estatisticamente (Artigo VI), onde o teste Qui-Quadrado (X²) revelou diferenças significativas (p < 0,05) em 15 das 28 variáveis testadas, comprovando que cada categoria possui perfis de uso e necessidades distintas. Os resultados gerais revelaram uma relação dual com as RSD: identificou-se o uso positivo para comunicação, aprendizado técnico e promoção da carreira, mas também emergiram impactos negativos, como a vulnerabilidade emocional a críticas e ao cyberbullying. O achado mais crítico foi a identificação de uma lacuna de suporte institucional. A análise, fundamentada na Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, demonstrou que a ausência de orientação por parte de clubes e comissões técnicas (o Microssistema) configura uma "falha desenvolvimentista". Conclui-se que, embora os atletas demonstrem autonomia, eles operam em um vácuo de suporte, desenvolvendo mecanismos de "resistência" psicológica que mascaram a vulnerabilidade. O estudo aponta para a necessidade premente de intervenções preparatórias, coordenadas por profissionais da Psicologia do Esporte, focadas na alfabetização digital, as quais devem ser segmentadas para atender às demandas específicas de cada categoria. Palavras-chave: Futebol; Redes Sociais Digitais; Psicologia do Esporte; Teoria Bioecológica; Desenvolvimento Humano; Ciberespaço. SOCIAL NETWORKS AND SOCCER: A SPORT PSYCHOLOGY ANALYSIS OF THE RELATIONSHIPS AMONG ITS DIFFERENT CATEGORIES ABSTRACT Soccer, a cultural and social phenomenon, is intrinsically intertwined with the digital age, in which Digital Social Networks (DSN) are reshaping human interactions and sports practice. However, the psychosocial impacts of using these platforms on players across various competitive levels, beyond the professional elite, remain underexplored. This thesis aimed to investigate the factors of interest and the implications of DSN use in five categories (Youth Academy, U-20, Amateur, Collegiate, and Professional), based on the hypothesis that usage, impact, and institutional support vary significantly among them. A sequential mixed-methods (qual-quant) design was adopted. The qualitative phase (interviews/focus groups) informed the construction of the Questionnaire for Digital Social Networks (QDSN), which was validated in Article I and applied to 142 athletes. The thesis is structured in the Scandinavian model, presenting the results in six articles. The central hypothesis was statistically confirmed (Article VI), where the Chi-Square test (X²) revealed significant differences (p < 0.05) in 15 of the 28 tested variables, proving that each category has distinct usage profiles and needs. The general findings revealed a dual relationship with DSN: positive uses were identified for communication, technical learning, and career promotion, but negative impacts also emerged, such as emotional vulnerability to criticism and cyberbullying. The most critical finding was the identification of an institutional support gap. The analysis, grounded in the Bioecological Theory of Human Development, demonstrated that the absence of guidance from clubs and coaching staff (the Microsystem) constitutes a "developmental failure". It is concluded that although athletes demonstrate autonomy, they operate in a support vacuum, developing mechanisms of psychological "resistance" that mask their vulnerability. The study points to the pressing need for educational interventions, coordinated by Sport Psychology professionals, focused on digital literacy, which must be segmented to meet the specific demands of each category. Keywords: Soccer; Digital Social Networks; Sport Psychology; Bioecological Theory; Human Development; Cyberspace. LISTA DE FIGURAS ARTIGO II - AMADOR Figura 1. Uso Diário das RSD 72 Figura 2. Aplicativos Mais Utilizados 73 Figura 3. Principal Motivação para Uso 73 Figura 4. Sentimentos sobre Proibição do Uso das Redes 76 Figura 5. Deixar de Seguir Devido a Comportamentos 77 ARTIGO III – UNIVERSITÁRIO Figura 1. Média de Uso Diário das Redes sociais digitais 91 Figura 2. Escala de Interação do Uso das Redes Sociais Digitais 92 Figura 3. Escala de Frequência de Interação com Conteúdos Relacionados ao Futebol 93 ARTIGO IV - CATEGORIA DE BASE Figura 1. Motivação para o uso das redes sociais digitais 110 Figura 2. Interação com conteúdos relacionados ao futebol 111 Figura 3. Efeitos do recebimento de elogios nas redes sociais 113 Figura 4. Efeitos do recebimento de críticas nas redes sociais 113 Figura 5. Efeitos da falta de interação em publicações 114 Figura 6. Reação a um erro viralizado nas redes sociais 114 Figura 7. Finalidades ao assistir vídeos de futebol 115 Figura 8. Foco do conteúdo de futebol consumido nas redes sociais 116 Figura 9. Aspectos de maior atenção em conteúdos de jogadores famosos 116 Figura 10. Uso das redes para promover a carreira 120 ARTIGO V - ALTO RENDIMENTO (PROFISSIONAL E SUB-20) Figura 1. Perfil do Respondente 138 Figura 2. Motivações para acessar as redes sociais digitais 139 Figura 3. Impactos e Percepções 141 Figura 4. Uso de vídeos 142 Figura 5. Impacto de jogadores famosos 142 Figura 6. Orientação e percepção sobre restrições 143 Figura 7. Instrução informal e demanda por orientação 144 Figura 8. Categoria de conteúdo consumido 145 Figura 9. Percepção sobre exposição de jogadores famosos 146 ARTIGO VI - TESTE DE HIPÓTESE Figura 1. Aplicativos utilizados 163 Figura 2. Notícias sobre campeonatos e resultados 164 Figura 3. Aprendizado por meio de observação 164 Figura 4. Compartilhamento de momentos do futebol 165 Figura 5. Inspiração em atletas reconhecidos 165 Figura 6. Compartilhamento de momentos marcantes 166 Figura 7. Orientação e Restrição do uso das redes sociais digitais 167 Figura 8. Opinião sobre restrições e proibição de acesso às redes 168 Figura 9. Orientação sobre o uso das redes sociais digitais 169 Figura 10. Orientação e controle das redes sociais digitais 170 Figura 11. Impacto da exposição das redes sociais digitais 171 LISTA DE TABELAS ARTIGO I - ÍNDICE DE VALIDAÇÃO DE CONTEÚDO (IVC) – QRSD Tabela 1. Resultados por questões 57 Tabela 2. Resultados por critério de avaliação 58 ARTIGO II – AMADOR Tabela 1. Motivação para uso das RSD (Entrevista) 69 Tabela 2. Relações entre RSD e futebol (Entrevista) 69 Tabela 3. Impactos emocionais nas RSD (Entrevista) 70 Tabela 4. Uso das RSD no futebol amador (Entrevista) 70 Tabela 5. Percepção crítica as RSD (Entrevista) 71 Tabela 6. Frequência de Ações nas RSD 74 Tabela 7. Reação a Elogios e Críticas 74 Tabela 8. Falta de Interação e Erro Viralizado 75 Tabela 9. Consumo de Conteúdo e Influência Digital 75 Tabela 10. Orientação e Controle 76 Tabela 11. Frequência de Interações 76 Tabela 12. Influência das Exposições e Comportamento 77 ARTIGO III – UNIVERSITÁRIO Tabela 1. Motivação para o Uso das Redes Sociais Digitais 87 Tabela 2. Objetivos em Relação ao Futebol 88 Tabela 3. Impactos Emocionais 89 Tabela 4. Percepção sobre o Comportamento dos Colegas 90 Tabela 5. Motivações para o Uso das Redes Sociais Digitais 94 Tabela 6. Padrões de Consumo de Mídia Esportiva 96 Tabela 7. Síntese dos Impactos Emocionais das Interações Online 97 Tabela 8. Resumo dos perfis de atletas identificados pelo Weka 99 ARTIGO IV - CATEGORIA DE BASE Tabela 1. Frequência de uso de aplicativos de rede social 111 Tabela 2. Motivações para acessar as redes sociais digitais 112 Tabela 3. Composição dos Clusters 122 ARTIGO V - ALTO RENDIMENTO (PROFISSIONAL E SUB-20) Tabela 1. Motivação para Uso das Redes Sociais 131 Tabela 2. Impacto Emocional e Psicológico 132 Tabela 3. Influência das Redes Sociais na Prática Esportiva 134 Tabela 4. Dinâmica e Cultura das Redes Sociais no Clube e Entre Colegas 135 Tabela 5. Percepção Geral do Fenômeno “Futebol e Redes Sociais” 137 Tabela 6. Frequência de comportamentos de uso pessoal 140 Tabela 7. Impactos e influências percebidas 141 Tabela 8. Percepção sobre imagem e carreira 146 ARTIGO VI - TESTE DE HIPÓTESE Tabela 1. Resumo dos Resultados do Teste Qui-Quadrado (X²) para Diferenças entre Categorias 159 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 13 2. JUSTIFICATIVA 19 3. OBJETIVO 21 4. HIPÓTESE 22 5. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 23 5.1. Definição das categorias do futebol 27 5.2. Novas Concepções para a Era Digital e a Teoria Bioecológica 29 5.3. Futebol e Redes Sociais: Uma relação de Duas Faces 32 5.4. A Tecnologia Digital e o Futebol: Um Olhar para a Vulnerabilidade 34 5.5. O Aumento do Uso das Mídias Alternativas para Transmissão 36 6. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 39 6.1. Grupo Focal 39 6.2. Entrevistas Semiestruturadas 40 6.3. Questionário (Artigo I) 41 6.4. Fenômeno Investigado 42 6.5. Público-Alvo e Amostra 42 6.6. Coleta de Dados 42 6.7. Análise dos Dados 43 6.8. Comitê De Ética (Anexo II) 44 7. ESTRUTURAÇÃO DA TESE 45 8. ARTIGO I - ÍNDICE DE VALIDAÇÃO DE CONTEÚDO (IVC) – QRSD 48 1. INTRODUÇÃO 50 2. OBJETIVO 51 3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 51 4. COMITÊ DE ÉTICA 52 5. DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DO QUESTIONÁRIO 53 5.1. CONSTRUÇÃO DO QUESTIONÁRIO 53 5.2. PROCEDIMENTO DE VALIDAÇÃO 54 5.2.1. Critérios de Avaliação 55 5.2.2. Cálculo do Índice de Validação de Conteúdo (IVC) 56 6. RESULTADOS DA VALIDAÇÃO 56 7. CONCLUSÃO 58 REFERÊNCIAS 59 ANEXO I – QUESTIONÁRIO 61 9. ARTIGO II – AMADOR 65 Introdução 66 Materiais e Métodos 67 Resultados 68 Resultados Qualitativos: Percepções das Entrevistas 68 Resultados Quantitativos: Análise do Questionário 71 Discussão 77 Conclusão 79 Agradecimentos 79 Referências 79 10. ARTIGO III. UNIVERSITÁRIO 82 Introdução 83 Metodologia 85 Dados Qualitativos 86 Análise e Discussão dos Resultados Qualitativos 86 Dados Quantitativos 91 Análise Descritiva dos Resultados Quantitativos 91 Análise de Cluster: Identificação de perfis de atletas 98 Discussão 100 Conclusão 102 Referências 103 11. ARTIGO IV. CATEGORIA DE BASE 105 Introdução 106 Metodologia 108 Resultados 109 Resultados Quantitativos (Questionário) 109 Resultados Qualitativos (Grupo Focal) 117 Análise e Discussão dos Resultados 119 Considerações finais 123 Referências 124 12. ARTIGO V. ALTO RENDIMENTO (PROFISSIONAL E SUB-20) 126 Introdução 127 Metodologia 129 Resultados Qualitativos 130 Resultados Quantitativos 137 Perfil do Respondente 138 Motivações e Comportamento de Uso Pessoal 138 Impactos e Influência na Prática Esportiva 140 Orientação e Controle do Uso das Redes 143 Interação com Conteúdos e Percepção de Imagem... 144 Síntese dos Resultados Quantitativos 147 Análise dos Dados 147 Conclusão 150 Referências 151 13. ARTIGO VI. TESTE DE HIPÓTESE 154 INTRODUÇÃO 155 METODOLOGIA 156 Participantes 157 Instrumento 157 Análise dos Dados 158 RESULTADOS 158 Perfil de Uso e Plataforma 162 Motivações e Comportamentos de Uso Pessoal 163 Impactos e Influência na Prática Esportiva 166 Orientação e Controle do Uso das Redes 167 Instrução, Interação e Percepção de Imagem e Carreira 168 DISCUSSÃO 171 CONSIDERAÇÕES FINAIS 173 REFERÊNCIAS 174 14. DISCUSSÃO 177 15. CONSIDERAÇÕES FINAIS 182 16. REFERÊNCIAS 185 17. ΑΝΕΧO I – RESULTADOS 190 18. ANEXO II – COMITÊ DE ÉTICA 203 13 1. INTRODUÇÃO A tecnologia tem desempenhado um papel transformador nos comportamentos humanos, particularmente por meio do uso de dispositivos que conectam as pessoas à internet e às redes sociais digitais. Esses recursos permitem o consumo de conteúdos diversos, que vão desde informações gerais e entretenimento até áreas mais específicas, como as modalidades esportivas. Nesse contexto, os atletas frequentemente compartilham suas rotinas, tanto esportivas quanto pessoais, nas redes sociais, atraindo milhares de seguidores e se posicionando como influenciadores digitais. Essa visibilidade não apenas amplia a relação entre atletas e fãs, mas também pode moldar os hábitos e comportamentos de seus seguidores, gerando impacto em sua forma de consumir conteúdo e interagir no ambiente digital (Santos, et al., 2020). Esse cenário reflete uma mudança contínua na forma como as pessoas utilizam a tecnologia para se conectar e interagir no que é denominado ciberespaço. Esse ambiente, caracterizado pela ausência de barreiras físicas e pela instantaneidade das interações (Lévy, 1999; Moioli, 2013; Morao, 2017), permite a criação de microssistemas sociais e culturais, onde as redes digitais se tornam espaços para a troca intensa de informações e experiências. Assim, o ciberespaço integra diferentes dimensões da vida contemporânea, oferecendo aos atletas e ao público uma plataforma para criar e consumir conteúdos com forte influência sobre comportamentos e relações sociais (Grieger; Francisco, 2019). Segundo Bronfenbrenner (2006) e a Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, o processo de desenvolvimento humano é contínuo e influenciado por interações próximas, conhecidas como processos proximais, que moldam tanto aspectos individuais quanto coletivos. Esses processos são intensificados pela presença de elementos inovadores, capazes de direcionar mudanças no modo de pensar e agir. Nesse contexto, o ciberespaço, caracterizado como um espaço de comunicação global proporcionado pela interconexão de computadores e dispositivos tecnológicos, promove a troca instantânea de informações e amplia o acesso a conteúdos diversos (Lévy, 1999). Esse ambiente se torna um catalisador de transformações sociais e culturais, acompanhando o crescimento e a evolução tecnológica. 14 O ciberespaço também abre múltiplas possibilidades de interação entre usuários, permitindo não apenas o compartilhamento de informações e a promoção pessoal e profissional, mas também a formação de redes sociais e comunidades virtuais. Por meio de sites de relacionamento, plataformas de busca e outras ferramentas digitais, os indivíduos podem estabelecer conexões, ampliar conhecimentos e integrar práticas e valores que se desenvolvem simultaneamente ao crescimento desse meio de comunicação. Essa integração reflete a transição para uma sociedade cada vez mais em rede, no qual os relacionamentos passam a ser moldados por conexões digitais (Van Dijk, 2020). Além disso, Wellman e Rainie (2022) destacam que essas comunidades virtuais não apenas ampliam o alcance das interações sociais, mas também desempenham um papel ativo na formação de novos padrões de comportamento e valores coletivos, refletidos não apenas no mundo virtual, mas também no presencial. Essas relações nos comportamentos das pessoas com o avanço dos meios de comunicação passam a se relacionar diretamente com o contexto e ambiente esportivo. Isso pelo fato destacado por Weinberg e Gould (2017), que apontam a comunicação como o principal meio de interação no ambiente esportivo, abrangendo desde a iniciação até o alto rendimento, de forma verbal e não verbal. Essa dinâmica não afeta apenas os atletas de alto rendimento, cuja profissão está intrinsecamente ligada à exposição, mas também as crianças que estão em processo de ensino-aprendizagem das modalidades, que não visa apenas o desenvolvimento físico ou de desempenho esportivo, mas também contribui para o aprimoramento de capacidades motoras, cognitivas, psicológicas e sociais, fundamentais para a formação integral de jovens atletas (Martín-Rodríguez et al., 2024). Diante da complexidade das modalidades esportivas, o foco deste trabalho foi direcionado ao Futebol. A escolha justifica-se por este ser um fenômeno cultural e social que se destaca como campo fértil para observar as transformações digitais. Sendo uma prática de fácil acesso e amplamente difundida em escolas e bairros, o futebol consolida-se como uma poderosa ferramenta de sociabilidade, identidade e pertencimento territorial. Essa capilaridade o torna um ponto de partida ideal para observar as relações entre 15 comunicação, comportamento e as interações humanas influenciadas pelas redes sociais digitais. Esse fenômeno, que envolve a interação entre a internet, as redes sociais e o ciberespaço no contexto do futebol, abrange não apenas uma categoria específica, mas toda uma rede que inclui desde a iniciação esportiva até o alto rendimento, passando pela Categoria de Base (Sub-17), pelo Universitário e Amador, e alcançando o alto rendimento (Sub-20 e Profissional). Essa dinâmica envolve não só praticantes, mas também espectadores, como torcida e membros da família, atingindo milhares de pessoas que fazem parte dessa ampla rede de uma única modalidade, o futebol (Weinberg; Gould, 2017). Dentro da particularidade encontrada nos diferentes níveis da prática do futebol, as redes sociais digitais se tornam um ponto comum. Isso ocorre porque qualquer pessoa com acesso ao ciberespaço pode estabelecer contato com atletas profissionais. Um exemplo ilustrativo disso é o caso destacado por sites esportivos, no qual um torcedor, após o jogo, enviou mensagens agressivas a um jogador e, de forma inesperada, recebeu uma resposta do próprio atleta. Com isso, o jogador utilizou sua própria rede social para expor o ocorrido, evidenciando a proximidade entre atletas e torcedores, facilitada pela internet (Rosa, 2022). Esse tipo de interação reflete a crescente influência do ciberespaço na relação entre fãs e atletas, refletindo nas implicações das redes sociais no comportamento dos esportistas e no ambiente esportivo como um todo (Martín-Rodríguez, 2024). A relação entre torcedores e o futebol não é exclusiva desse esporte ou dos atletas profissionais. Com a crescente popularização de plataformas de streaming, como Netflix e YouTube, a tecnologia e a transmissão de jogos têm alcançado outras categorias do futebol. Essas plataformas oferecem uma transmissão de conteúdos multimídia pela internet, que se assemelha às transmissões tradicionais pela televisão, mas com a vantagem da interatividade e acessibilidade (Matos, 2022). Esse acesso facilitado contribui para uma proximidade cada vez maior entre os espectadores digitais e as diferentes categorias do futebol, criando uma experiência mais imersiva (Souza, 2023). Além disso, as plataformas de streaming permitem que os fãs interajam em tempo real, compartilhando análises, celebrando gols e discutindo estratégias, o que antes era exclusivo das 16 partidas de alto rendimento. Essa interação constante reflete tendências observadas no futebol profissional, mas que agora se expandem para outras divisões, ampliando as preocupações sobre a influência dessa exposição nas carreiras dos atletas e no comportamento dos torcedores. O avanço das redes sociais digitais e sua relação com o futebol vai além do contexto da prática esportiva, considerando o futebol como uma verdadeira paixão nacional no Brasil. As redes sociais desempenham um papel central na interação entre atletas, torcedores e clubes, criando dinâmicas de consumo e produção de conteúdo. Essa interação virtual aproxima ainda mais fãs e jogadores, ao mesmo tempo que fortalece as estratégias de marketing esportivo e amplia o senso de comunidade (Abeza, 2023). No entanto, a exposição constante pode impactar a saúde mental dos atletas, especialmente os mais jovens, gerando desafios no ambiente digital, que facilita o compartilhamento em tempo real e a formação de comunidades globais (Martín-Rodríguez, 2024). A análise do impacto das redes sociais no futebol deve considerar suas implicações em diversas categorias, como a iniciação esportiva, as categorias de base (incluindo o Sub-20), o esporte universitário e o futebol profissional. Na iniciação esportiva, o foco está no desenvolvimento de habilidades e na formação cidadã, enquanto nas categorias de base, os atletas são preparados para enfrentar as exigências técnicas e mercadológicas. No contexto universitário, o esporte equilibra recreação e competição, e no nível profissional, regulamentado pela "Lei Pelé", o futebol se consolida como uma profissão de relevância econômica. O ambiente digital influencia a formação da identidade esportiva em todas essas categorias, impactando o comportamento social e a motivação dos atletas. Compreender essas relações é fundamental para avaliar o papel das redes sociais na formação de novos atletas e na construção de uma cultura esportiva conectada. Ao relacionar as duas temáticas, redes sociais digitais e futebol, surgem diversos assuntos, como a busca de informações sobre equipes, o comportamento durante os jogos, o acompanhamento da vida social e esportiva de atletas profissionais, e o uso das plataformas para promoção pessoal ou comercial. A variedade de conteúdos presentes nesse ambiente exige uma compreensão aprofundada sobre como cada nível da prática esportiva se 17 relaciona com as redes sociais, para garantir uma utilização saudável, diante da alta exposição e interação que esses meios proporcionam (Morao, 2017). A partir do que foi apresentado a pesquisa, justifica-se a necessidade de uma análise mais profunda sobre o impacto das redes sociais digitais no desenvolvimento e na prática esportiva no futebol, especialmente em categorias que não se concentram exclusivamente no rendimento, como a iniciação esportiva, as categorias de base e as práticas amadoras. Embora a maioria dos estudos focados nesse fenômeno se concentre em aspectos econômicos e de desempenho, pouco se aborda os efeitos que as redes sociais podem ter nas dimensões sociais, psicológicas e de desenvolvimento dos atletas em diferentes estágios da prática esportiva. A investigação aqui apresentada visa preencher essa lacuna, explorando como as redes sociais influenciam as vivências e a prática do futebol em suas diversas categorias, além de fornecer insights sobre as consequências sociais e psicológicas dessa exposição digital. A metodologia da pesquisa segue um modelo misto, quali-quantitativo, permitindo uma análise ampla e detalhada dos dados. A abordagem qualitativa foi conduzida por meio de grupos focais e entrevistas semiestruturadas com participantes de diferentes faixas etárias e categorias do futebol, com o objetivo de compreender as nuances individuais e coletivas dessa exposição digital. Já a abordagem quantitativa utilizará questionários para capturar dados mais generalizados sobre os fenômenos observados. A combinação de métodos qualitativos e quantitativos proporcionará uma visão mais completa do impacto das redes sociais na formação e no comportamento dos atletas, além de possibilitar a verificação de hipóteses sobre as diferenças no uso dessas plataformas em diferentes categorias esportivas (Thomas; Nelson; Silverman, 2012). Portanto, este estudo visa analisar como os fatores de interesse relacionados ao futebol nas redes sociais digitais variam nas diferentes categorias do esporte, desde a iniciação até o nível profissional, e explorar as implicações dessas interações, destacando as semelhanças, diferenças e possíveis consequências para o desenvolvimento e a prática esportiva dos indivíduos em cada fase. Para dar conta desta análise, a tese foi estruturada no formato escandinavo, apresentando os resultados em seis artigos científicos. O primeiro artigo detalha a validação do instrumento de coleta de dados (QRSD). 18 Os quatro artigos seguintes aprofundam as especificidades das diferentes categorias do futebol, Amador, Universitário, Categoria de Base e Alto Rendimento (Profissional e Sub-20), e o sexto artigo integra os dados por meio de uma análise estatística comparativa entre as categorias, testando a hipótese central do estudo. Coletivamente, esses estudos revelam a relação dual das RSD, como ferramenta de promoção e aprendizado, mas também como fonte de vulnerabilidade, e apontam para uma notável lacuna de suporte institucional no manejo dessas ferramentas, o que será aprofundado na discussão geral. 182 15. CONSIDERAÇÕES FINAIS Esta tese, estruturada no modelo escandinavo e apresentada em seis artigos, investigou a complexa relação entre atletas de futebol de cinco categorias distintas e as Redes Sociais Digitais (RSD), partindo da hipótese de que seus usos, motivações e impactos não seriam uniformes. A hipótese central foi estatisticamente confirmada (Artigo VI), revelando perfis de uso e necessidades segmentadas para cada nível da prática esportiva. A principal conclusão deste trabalho é a identificação de uma “lacuna de suporte” institucional, caracterizada na Discussão (Capítulo 14) como uma “falha desenvolvimentista”. Os dados demonstram que o Microssistema mais crucial para o atleta, o clube e a comissão técnica, falha em prover orientação adequada e contínua. Na ausência desse suporte, os atletas são forçados a desenvolver mecanismos de “resistência psicológica” (uma “autogestão frágil”) que mascara a vulnerabilidade, em vez de uma resiliência genuína e estruturada para o ambiente digital. Em termos práticos, isso significa que parte do enfrentamento do ciberespaço tem ocorrido por adaptação individual, e não por um processo institucionalizado de preparação. Um achado que merece destaque, pela sua implicação metodológica, é o comportamento do grupo do Futebol Universitário. Os resultados dessa categoria mostraram-se substancialmente divergentes quando comparados às demais, sugerindo que o esporte universitário não deve ser adotado, de forma automática, como referência para estudos piloto que pretendam inferir padrões para o conjunto do futebol. Essa divergência reforça a necessidade de reconhecer o peso do contexto institucional e cultural de cada categoria na produção dos perfis de uso e percepção das RSD. Apesar da robustez dos achados, este estudo reconhece suas limitações. O foco em atletas do sexo masculino e de uma região específica impede a generalização dos resultados. Adicionalmente, o instrumento quantitativo (QRSD) não incluiu variáveis sociodemográficas como escolaridade ou marcadores como raça/cor, que representam um fator social crítico no contexto do futebol e da exposição online, como os próprios relatos de racismo (Artigos III e V) sugerem. Estas ausências configuram um limite na profundidade da análise sociológica. Por fim, a natureza transversal da pesquisa oferece um 183 retrato momentâneo do fenômeno, sem captar suas transformações ao longo do tempo. Como contribuição, esta tese oferece um diagnóstico objetivo, o modelo atual de gestão das RSD no futebol, pautado pela omissão (vista com maior recorrência no Amador e Universitário) ou pela “restrição e controle” (vista no Profissional e Categoria de Base), mostrou-se insuficiente. Os dados comprovam que os atletas discordam das proibições (Artigo VI) e admitem contorná-las (Artigo IV), o que fragiliza o propósito pedagógico e protetivo dessas medidas. A contribuição central, portanto, é sustentar a necessidade de uma mudança de paradigma, da “proibição” para a “preparação”, com intervenções que reconheçam as RSD como parte do contexto real de desenvolvimento do atleta. Essa preparação implica, necessariamente, a implementação de programas estruturados de letramento digital (alfabetização digital) e psicoeducação no âmbito esportivo. Tais programas não devem se restringir à gestão de imagem ou marketing pessoal, mas incluir, de forma explícita, segurança online, saúde mental, manejo de exposição, cyberbullying e estratégias de enfrentamento (coping). Crucialmente, os achados desta tese indicam que essa agenda não pode recair apenas sobre o atleta, ela deve envolver de modo prioritário a equipe técnica, que ocupa posição central na mediação cotidiana de normas, cultura do clube e formas de controle. Em outras palavras, preparar o atleta exige preparar, também, quem o orienta. É nesse ponto que se insere a necessidade de cuidar da resiliência digital dos atletas, não como atributo individual espontâneo, mas como competência desenvolvida, acompanhada e sustentada por práticas educativas e por suporte institucional. Além disso, como provado pelas diferenças estatísticas entre os grupos, esses programas devem ser segmentados para atender às necessidades específicas de cada categoria, evitando soluções genéricas que desconsiderem o contexto. Para futuras investigações, esta tese aponta caminhos diretos. Primeiro, a necessidade de estudos longitudinais que acompanhem os atletas, verificando como a “resistência frágil” observada nos níveis formativos evolui (ou se reconfigura) nas transições de carreira até o profissionalismo. Segundo, a replicação do estudo no universo do futebol feminino, com posterior comparação 184 sistemática com o masculino, ampliando a compreensão das especificidades de exposição, vulnerabilidades e estratégias de enfrentamento no ciberespaço. Terceiro, pesquisas que incorporem marcadores sociológicos (como raça/cor e escolaridade) para aprofundar a análise das vulnerabilidades e desigualdades na exposição online. Quarto, o desenvolvimento e a avaliação da eficácia dos programas de intervenção aqui sugeridos (letramento digital e psicoeducação), especialmente daqueles voltados às comissões técnicas e estruturas de formação. Quinto, sugere-se ampliar a aplicabilidade do modelo para outras modalidades esportivas, testando em que medida os padrões identificados no futebol se reproduzem (ou se diferenciam) em contextos com outras culturas, pressões de performance e dinâmicas de mídia. Finalmente, sugere-se que a proposição teórica do “Cibersistema”, apresentada na Discussão (Capítulo 14) como um sistema transversal que penetra todos os outros níveis de Bronfenbrenner, seja testada e validada. Este conceito, que emerge dos achados desta tese, pode oferecer um arcabouço mais consistente para compreender o desenvolvimento humano e esportivo na era digital, sem reduzir o fenômeno a uma questão meramente tecnológica. 185 REFERÊNCIAS ABEZA, G. 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