RESSALVA Atendendo solicitação do(a) autor(a), o texto completo deste documento será disponibilizado somente a partir de 29/09/2026. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA ESTUDO COMPARATIVO DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA ENTRE VACAS HOLANDESAS (HOLSTEIN-FRIESIAN) E MINIVACAS CARLOS JAVIER LAINEZ REYES Botucatu - SP 2025 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA ESTUDO COMPARATIVO DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA ENTRE VACAS HOLANDESAS (HOLSTEIN-FRIESIAN) E MINIVACAS CARLOS JAVIER LAINEZ REYES Orientadora: Profa. Ass. Dra. Maria Lucia Gomes Lourenço Coorientador: Prof. Dr. Dario Alejandro Cedeño Quevedo. Dissertação apresentada a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – Unesp, como exigência do Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária. R457e Reyes, Carlos Javier Lainez Estudo comparativo da variabilidade da frequência cardíaca entre vacas holandesas (Holstein-Friesian) e minivacas / Carlos Javier Lainez Reyes. -- Botucatu, 2025 60 p. : tabs., fotos Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatu Orientadora: Maria Lucia Gomes Lourenço Coorientador: Dario Alejandro Cedeño Quevedo 1. Autonomia. 2. Bem-estar. 3. Estatura. 4. Fisiologia. 5. Monitoramento. I. Título. Sistema de geração automática de fichas catalográficas da Unesp. Dados fornecidos pelo autor(a). iv Autor: CARLOS JAVIER LAINEZ REYES Título: ESTUDO COMPARATIVO DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA ENTRE VACAS HOLANDESAS (HOLSTEIN-FRIESIAN) E MINI- VACAS BANCA EXAMINADORA Profa. Ass. Dra. Maria Lucia Gomes Lourenço Presidente e Orientadora Departamento de Clínica Veterinária Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – UNESP – Botucatu Prof. Dr. Simone Biagio Chiacchio Membro Departamento de Clínica Veterinária Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – UNESP – Botucatu Prof. Dr. Moacir Fernandes de Godoy Membro Departamento de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP – São José do Rio Preto Data da defesa: 29 de setembro de 2025. v DEDICATORIA Ao meu pai Malcoln Enrique Lainez Cruz, por ser exemplo de força, trabalho e perseverança, e por me ensinar com sua vida que os sonhos se realizam com esforço e humildade. À minha filha Carmen Vitoria Lainez Galeas, minha maior inspiração, por dar sentido a cada passo deste caminho e por me lembrar de que todo sacrifício vale a pena quando é feito com amor. vi AGRADECIMENTOS Agradeço à Universidade Estadual Paulista (UNESP) pela oportunidade de realizar meu curso de mestrado, pelo acolhimento institucional e pela disponibilização de suas instalações e recursos, que foram essenciais para o desenvolvimento desta etapa da minha formação acadêmica. Registro minha sincera gratidão à minha orientadora e aos professores, pelo apoio, ensinamentos e dedicação, que contribuíram de maneira significativa para meu crescimento científico e pessoal. Agradeço também aos meus amigos, pela amizade e incentivo constantes, e à minha família, em especial à minha companheira, pelo amor, compreensão e apoio incondicional em todos os momentos desta caminhada. O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001. vii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AV Atrioventricular bpm Batimentos Por Minuto CEUA Comissão de ética no uso de animais ECG Eletrocardiograma FAO Food and Agriculture Organization FC Frequência Cardíaca FMVZ Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia HF High Frequency HR Heart Rate HRV Heart Rate Variability Hz Hertz LF Low Frequency ms Milissegundos PA Pressão Arterial RMSSD Root Mean Square of Successive Differences RR Distância entre uma onda R e outra SA Sinoatrial SDNN Standard Deviation of Normal-to-Normal intervals SNPA Sistema Nervoso Parassimpático Autônomo nu Normalized Units VFC Variabilidade da Frequência Cardíaca viii LISTA DE FIGURAS Figura 1. Comparação de tamanho entre vaca de alta estatura e mini vaca. ......... 4 Figura 2. Utilização do sensor de frequência cardíaca Polar® com cinta peitoral elástica em humano (A) e em bovino (B). ............................................................. 13 Figura 3. Animais no curral de manejo, em repouso, com acesso a água e alimento ad libitum após serem conduzidos do pasto. (A) mini vacas; (B) vacas de estatura elevada. ................................................................................................... 15 Figura 4. Procedimento de posicionamento do sensor de frequência cardíaca Polar H10 e coleta de dados em bovinos. ...................................................................... 15 Figura 5. Animais em contenção e posicionamento do sensor para coleta de dados de variabilidade da frequência cardíaca (VFC). .................................................... 16 Figura 6. Faixa elástica peitoral utilizada para fixação do sensor (A) e sensor de frequência cardíaca Polar® H10 (B). ..................................................................... 18 Figura 7. Aplicativo Elite HRV utilizado para monitoramento e registro dos intervalos RR via Bluetooth, previamente ao início da análise (A), durante a análise (B). ........................................................................................................................ 18 Figura 8. Interface do software Kubios HRV Scientific, empregado na análise dos parâmetros autonômicos da VFC. ......................................................................... 19 ix LISTA DE TABELAS Tabela 1. Estudos sobre VFC em animais de grande porte. ................................... 9 Tabela 2. Comparativo de Parâmetros de Variabilidade da Frequência Cardíaca entre G1 e G2. ....................................................................................................... 22 Tabela 3. Comparação dos parâmetros de VFC entre G1 e G2 por faixa etária. .. 25 Tabela 4. Estatísticas descritivas (mediana, quartis e amplitude interquartil) das variáveis da VFC para os grupos G1 e G2 ............................................................ 28 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1. Comparação da Frequência Cardíaca (FC) entre os grupos G1 e G2. 26 Gráfico 2. Análise da variabilidade da frequência cardíaca (RMSSD) entre os grupos G1 e G2. .................................................................................................... 26 Gráfico 3. Comparação do balanço simpatovagal (relação LF/HF) entre os grupos G1 e G2. ................................................................................................................ 27 x SUMÁRIO RESUMO................................................................................................................. 1 CAPÍTULO I ............................................................................................................ 3 1. INTRODUÇÃO .................................................................................................. 3 2. REVISÃO DE LITERATURA ............................................................................. 5 2.1 Anatomia e fisiologia cardíaca em bovinos ............................................... 5 2.2 Variabilidade da frequência cardíaca (VFC) como indicador de saúde e funcionamento do sistema neurocardíaco ........................................................... 6 2.3 Métodos e equipamentos para medição da VFC em animais: aplicação do Monitor Polar® H10 ........................................................................................... 10 3. OBJETIVO ......................................................................................................... 13 3.1 Geral................................................................................................................ 13 3.2 Específico ............................................................................................... 13 4. MATERIAL E MÉTODO .................................................................................... 14 4.1 Coleta e obtenção dos dados ......................................................................... 14 4.2 Avaliação ECG em Polar® H10 ............................................................... 16 CAPÍTULO II ......................................................................................................... 21 5. RESULTADO .................................................................................................. 21 6. DISCUSÃO ..................................................................................................... 28 7. RELEVÂNCIA CIENTÍFICA DO ESTUDO ...................................................... 30 8. CONCLUSÃO ................................................................................................. 31 9. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA .................................................................... 33 CAPÍTULO III ........................................................................................................ 41 TRABALHO CIENTÍFICO ...................................................................................... 41 1 REYES, C. J. L. ESTUDO COMPARATIVO DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA ENTRE VACAS HOLANDESAS (HOLSTEIN- FRIESIAN) E MINIVACAS. Botucatu. 2025. 60 p. Defesa (Mestrado) - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campus de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). RESUMO A compreensão das respostas autonômicas cardíacas em bovinos de diferentes portes é essencial para a Medicina Veterinária preventiva e para o bem-estar animal, embora ainda existam poucas informações sobre a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em mini-vacas. Neste estudo, registros eletrocardiográficos foram obtidos por monitoramento não invasivo em condições controladas, e parâmetros como frequência cardíaca, intervalos RR e índices de modulação autonômica foram analisados. As mini-vacas apresentaram menor frequência cardíaca e maior variabilidade no domínio do tempo (RMSSD e SDNN). Já a análise da razão LF/HF indicou predominância simpática relativa nesse grupo, enquanto os índices autonômicos globais (SNS e PNS) foram mais elevados nas vacas Holandesas, sugerindo maior magnitude absoluta da modulação simpática e parassimpática no G2. Esses achados, mais evidentes em animais de maior idade, reforçam que o porte corporal influencia o balanço autonômico e destacam a importância de abordagens específicas de monitoramento e manejo para mini- vacas em contextos clínicos e produtivos. Palavras-chave: Autonomia, bem-estar, estatura, fisiologia, monitoramento. 2 REYES, C. J. L. COMPARATIVE STUDY OF HEART FREQUENCY VARIABILITY BETWEEN DUTCH COWS (HOLSTEIN-FRIESIAN) AND MINI COWS. Botucatu. 2025. 60 pages. Defense (Master's) – Faculty of Veterinary Medicine and Animal Science, Botucatu Campus, São Paulo State University “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). ABSTRACT Understanding autonomic cardiac responses in cattle of different body sizes is essential for preventive veterinary medicine and animal welfare, yet little information is available on heart rate variability (HRV) in miniature cattle. In this study, electrocardiographic data were obtained through non-invasive monitoring under controlled conditions, and parameters such as heart rate, RR intervals, and indices of autonomic modulation were analyzed. Miniature cows showed lower heart rate and greater time-domain variability (RMSSD and SDNN). In contrast, the LF/HF ratio indicated a higher relative sympathetic predominance in this group, while global autonomic indices (SNS and PNS) were higher in Holstein cows, suggesting a greater absolute magnitude of both sympathetic and parasympathetic modulation in G2. These differences were more evident in older animals, indicating that body size influences autonomic balance. Overall, the findings highlight the need for specific monitoring and management approaches for miniature cattle in clinical and production settings. Key-words: Autonomy, well-being, height, physiology, monitoring. 3 CAPÍTULO I 1. INTRODUÇÃO Os bovinos foram selecionados ao longo do tempo para atender às necessidades humanas, como força de trabalho e fonte de alimento, atualmente está sendo reavaliado o porte dos animais para reduzir o impacto ambiental e otimizar os recursos. Sem comprometer a produtividade, essa abordagem busca manter a alta produção animal, equilibrando a sustentabilidade ambiental e o bem- estar, diante da crescente demanda por alimentos nas últimas décadas (Boden, 2008; Brito et al., 2021; Henchion et al., 2021). Além disso, o interesse por raças de menor porte tem aumentado, especialmente em relação ao gado anão, que pode ser utilizado como animal de estimação (pet), para exposição ou para fins de produção. Esses animais são mais indicados para pequenas propriedades, devido à facilidade de manejo e aos menores custos de criação em comparação com bovinos de maior estatura. (Boden, 2008). As mini-vacas, também conhecidas como "miniature cattle", apresentam uma estatura média de 80 e 110 cm de altura na cernelha (Figura 1), sendo classificadas como miniaturas quando atingem até 122 cm aos três anos de idade, conforme critérios estabelecidos por associações internacionais de raças miniaturas. Entre as raças mais comuns estão a Mini Jersey, a Mini Hereford e a Dexter mini (Houghton, 2005). Em contraste, as vacas de grande porte apresentam alturas médias significativamente superior, variando de 125 a 150 cm, dependendo da finalidade zootécnica. Vacas leiteiras, como a Holandesa (Holstein), podem atingir entre 140 e 150 cm, enquanto vacas de corte, como a raça Angus, apresentam média entre 125 e 145 cm (Van Soest, 1994). 4 A saúde animal é um fator crucial para o desenvolvimento sustentável e a produção pecuária. Com o avanço da pecuária, aumenta o risco de surgimento, e disseminação de doenças, tornando a investigação dos problemas de saúde animal no campo uma responsabilidade fundamental do médico veterinário em trabalho conjunto com os produtores (FAO, 2024). A monitorização dos sinais vitais é crucial para a produção e o bem-estar animal. Compreender parâmetros fisiológicos, como frequência cardíaca (FC), variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e pressão arterial (PA), entre outros, ajuda a identificar problemas clínicos (Claxton, 1988) e a avaliar o desempenho produtivo dos animais, permitindo decisões rápidas para garantir seu bem-estar (Radostits et al., 2007). Nos últimos tempos, pesquisas tem visado inovações tecnológicas que combinam hardware, software e sistemas de comunicação de dados, visando capturar, analisar e relacionar essas informações ao bem-estar dos animais (Santos, 2014). Fonte: OpenAI, 2025. Figura 1. Comparação de tamanho entre vaca de alta estatura e mini vaca. 5 A cardiologia de mini-vacas é uma área com escassez de informações, e a falta de dados sobre possíveis cardiopatias nesse grupo de animais ressalta a necessidade de pesquisas específicas. É fundamental comparar essas possíveis enfermidades com as que afetam vacas de grande porte, com o objetivo de identificar semelhanças e diferenças que possam influenciar no diagnóstico e tratamento de ambas. Portanto, este estudo busca preencher uma lacuna na literatura ao avaliar como a variabilidade da frequência cardíaca se manifesta não apenas entre raças de diferentes portes, mas também em diversas faixas etárias, fornecendo uma visão mais completa da fisiologia desses animais. 33 9. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA1 BAISAN, R. A.; CONDURACHI, E. I.; VULPE, V. Short-term heart-rate variability in healthy small and medium-sized dogs over a five-minute measuring period. Journal of Veterinary Research, v. 64, p. 161-167, 2020. BODEN, D. W. R. Miniature Cattle: For Real, For Pets, For Production. Journal of Agricultural & Food Information, v. 9, n. 2, p. 167-183, 2008. BRITO, L.; BEDERE, N.; Douhard, F.; OLIVEIRA, H.; ARNAL, M.; PEÑAGARICANO, F.; SCHINCKEL, A.; BAES, C.; MIGLIOR, F. 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