Garms, Gilza Maria Zauhy [UNESP]Marin, Fatima Aparecida Dias Gomes [UNESP]2016-07-192016-07-192014CONGRESSO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES, 2.; CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 12., 2011, Águas de Lindóia. Anais 2. Congresso Nacional de Professores 12. Congresso Estadual sobre Formação de Educadores... São Paulo: UNESP; PROGRAD, 2014. p. 6138-61502357-7819http://hdl.handle.net/11449/141776A rotina de trabalho nas creches e pré-escolas é um procedimento necessário para a organização das atividades realizadas com crianças. Ela prescreve o que se deve fazer e em que momento. A rotina permite à criança ordenar suas vivências, ajuda-a a orientar-se, perceber que há regularidade nas experiências. Porém, a rotina pode ser alienante quando não gera a necessidade de criação. Este artigo apresenta um estudo sobre as rotinas diárias relatadas por professoras. O objetivo foi desvendar as concepções teóricas das professoras subjacentes às práticas pedagógicas estabelecidas ao se planejar e executar as rotinas. A pesquisa de abordagem qualitativa, descritiva se caracteriza como estudo de caso. Foi realizada em três instituições de educação infantil com 20 sujeitos. As práticas das professoras tiveram em comum à rotinização. Constatou-se a mesma rotina para todas as crianças, a falta de atitude que irrompesse com uma dinâmica assumida no início do período letivo. Em todas as instituições, o tempo dedicado à rotina foi igual ou superior àquele dedicado as atividades didáticas e de expressão. As ações criativas das crianças tiveram espaço somente quando responderam aos objetivos planejados pelo professor. As rotinas contribuem para regulação social. Contudo, estão se constituindo em rituais empobrecidos e banalizados. É primordial colocar em xeque os saberes estabelecidos. A ideia de criança como incapaz, “pobre” precisa ser entendida sob um novo paradigma. Assumir a construção da criança rica significa assumir uma conceitualização diferente que por sua vez, abrirá espaço para a efetiva ressignificação do uso das rotinas.6138-6150porRotina ou rotinização: o que prevalece na prática das professoras da educação infantil?Trabalho apresentado em eventoAcesso abertoISSN2357-7819-2014-6138-6150.pdf8089865764566741