O uso de gravadores automáticos para a detecção do mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)

dc.contributor.advisorCulot, Laurence Marianne Vincianne [UNESP]
dc.contributor.advisorHonda, Laura Kyoko [UNESP]
dc.contributor.authorZambolli, André Henrique [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2018-09-19T17:26:09Z
dc.date.available2018-09-19T17:26:09Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractA detecção de primatas num determinado local é geralmente feita através do método de transecção linear ou do uso de playback. No entanto, ambos demandam um grande esforço em campo e se mostram pouco eficientes para espécies de difícil detecção. Neste estudo foram testados gravadores autônomos para a gravação de vocalizações de micos-leões-preto (L. chrysopygus, Callitrichidae) e o programa Raven Pro para a análise automática dos dados. Os objetivos foram: 1) determinar os padrões de vocalização de L. chrysopygus em comparação a outros Callitrichidae; 2) testar os gravadores autônomos Song Meter 3 quanto a seus limites de gravação; 3) testar a capacidade do programa em diferenciar vocalizações de L. chrysopygus; 4) determinar o esforço amostral necessário para a detecção de L. chrysopygus em ambiente in situ. No Parque Ecológico de São Carlos e no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, os gravadores foram dispostos em distâncias variáveis entre 8 e 202 metros do recinto. Após as análises efetuadas a partir do programa, concluiu-se que os gravadores registram sons a um raio de até 180 metros. O Raven Pro demonstrou um desempenho regular, gerando 44% de verdadeiros positivos, embora 96% de suas detecções equivalham a falsos positivos. A partir destes resultados, em um fragmento de floresta do Pontal do Parapanema (São Paulo), doze gravadores foram dispostos dentro da área de vida de um grupo de L. chrysopygus (polígono de 1 x 1,5 km de perímetro), 300 metros um do outro (150 metros de raio para cada), e deixados durante 15 dias, obtendo-se um total de 985 horas de gravação. Embora o Raven Pro tenha tido um desempenho ruim (detectou apenas 16% das vocalizações), as análises manuais mostram uma elevada eficiência dos gravadores, levando em média 4 dias para registrar uma vocalização. Uma vez que L. chrysopygus se encontra em baixa densidade na Mata...pt
dc.format.extent61 f.
dc.identifier.aleph000891250
dc.identifier.citationZAMBOLLI, André Henrique. O uso de gravadores automáticos para a detecção do mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus). 2017. 61 f. Trabalho de conclusão de curso (bacharelado - Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Instituto de Biociências (Campus de Rio Claro), 2017.
dc.identifier.filehttp://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/capelo/2018-02-22/000891250.pdf
dc.identifier.lattes9203413733944127
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/156165
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.sourceAleph
dc.subjectEcologia animalpt
dc.subjectMicos-leõespt
dc.subjectPrimataspt
dc.subjectGravadores e gravação magnéticapt
dc.subjectSom - Registro e reproduçãopt
dc.subjectMicos-leões - Vocalizaçãopt
dc.subjectRio de Janeiro (Estado)pt
dc.subjectSão Paulo (Estado)pt
dc.titleO uso de gravadores automáticos para a detecção do mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)pt
dc.typeTrabalho de conclusão de curso
unesp.advisor.lattes9203413733944127
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Biociências, Rio Claropt
unesp.undergraduateCiências Biológicas - IBRCpt

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