Efeito de múltiplas sessões de estimulação transcraniana por corrente contínua combinada com exercícios motores na locomoção e equilíbrio de pessoas com doença de Parkinson
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Pós-graduação
Curso de graduação
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Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Dado de pesquisa
Direito de acesso
Acesso restrito
Resumo
Descrição
Este conjunto de dados é proveniente de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo (sham), conduzido com pessoas com doença de Parkinson (DP), que investigou os efeitos da estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) combinada com exercícios motores sobre o controle postural, a marcha e a atividade cortical cerebral. Os participantes foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos — um que recebeu ETCC ativa (grupo experimental, GE) e outro que recebeu estimulação placebo (grupo controle, GC) — ambos associados a 10 sessões de exercícios motores voltados ao equilíbrio e à locomoção. As avaliações foram realizadas em três momentos: antes da intervenção (pré), imediatamente após (pós) e um mês depois (follow-up).
A planilha está organizada em nove abas, cada uma reunindo um tipo de medida:
1. Caracterização — dados demográficos e clínicos de cada participante (idade, sexo, massa corporal, estatura, tempo de diagnóstico da doença) e escores de instrumentos clínicos usados para avaliar a gravidade da DP e a função cognitiva (escala MDS-UPDRS parte III, estágio na escala de Hoehn & Yahr e Mini Exame do Estado Mental) e dose equivalente diária de levodopa, o principal medicamento utilizado no tratamento da DP.
2. Controle postural_oscilação — parâmetros de oscilação corporal medidos enquanto o participante permanecia parado em pé (postura bipodal), captados por sensores inerciais (Opals, APDM, Portland, OR, USA) posicionados no corpo. As variáveis incluem área de oscilação, velocidade, root mean square, e amplitude nos sentidos anteroposterior e mediolateral, em cada um dos três momentos de avaliação, para os dois grupos.
3. Ativ. cortical_postura — atividade do córtex cerebral durante a mesma tarefa de permanecer em pé, registrada por um equipamento de espectroscopia funcional de luz próxima ao infravermelho (fNIRS), que mede de forma não invasiva variações na oxigenação do sangue em regiões específicas do cérebro relacionadas ao controle motor e ao planejamento de movimentos (córtex pré-frontal, motor primário e pré-motor).
4. Marcha_Andar Habitual e Marcha_Andar Rápido — parâmetros do andar coletados em velocidade confortável e em velocidade máxima, respectivamente, novamente por sensores inerciais. Incluem medidas como cadência, velocidade da marcha, duração do ciclo do passo, comprimento da passada e a variabilidade dessas medidas entre passos.
5. Ativ. cortical_andar habitual e Ativ. cortical_andar rápido — atividade cerebral (mesma técnica de fNIRS) registrada durante o andar nas duas velocidades, nas mesmas regiões cerebrais de interesse.
6. MiniBEST — pontuação no teste clínico Mini-BESTest, um instrumento padronizado usado para avaliar o equilíbrio dinâmico e estático de pessoas com distúrbios neurológicos, como a DP.
7. TUG — pontuação no teste clínico Timed Up and Go, um instrumento padronizado usado para avaliar a mobilidade funcional, realizado em condição simples e em condição de tarefa dupla (associado a uma tarefa cognitiva simultânea).
Em todas as abas, cada linha corresponde a um participante identificado por um código (ex.: DP02), e a coluna "Grupo" indica a alocação em grupo experimental (GE) ou controle (GC). Os dados foram coletados nas dependências do Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP, campus de Presidente Prudente.
Idioma
Português
Citação
BERETTA, Victor Spiandor. Efeito de múltiplas sessões de estimulação transcraniana por corrente contínua combinada com exercícios motores na locomoção e equilíbrio de pessoas com doença de Parkinson. Repositório Institucional Unesp, 2026. Dados de pesquisa.



