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FREQUÊNCIA DOS GENÓTIPOS PARA O POLIMORFISMO I/D DA ECA I EM PESSOAS QUE CONTRAÍRAM COVID-19

dc.contributor.authorSantos, ABBD
dc.contributor.authorRibeiro, TF
dc.contributor.authorBatista, RB
dc.contributor.authorSilva, DD
dc.contributor.authorMalerba, DP
dc.contributor.authorBorin, FH
dc.contributor.authorAyo, CM
dc.contributor.authorBonin-Domingos, CR [UNESP]
dc.date.accessioned2026-07-06T13:07:21Z
dc.date.issued2023-10-01
dc.description.abstractIntrodução/Objetivos O Sistema Renina Angiotensina Aldosterona (SRAA) desempenha papel essencial na regulação da pressão arterial e do equilíbrio hídrico no organismo. O funcionamento clássico do SRAA envolve a clivagem do angiotensinogênio produzido pelo fígado, pela enzima renina, convertendo-o em angiotensina I. A Enzima Conversora de Angiotensina I (ECA I) realiza a conversão de angiotensina I em angiotensina II. O gene da ECA I está localizado no braço longo do cromossomo 17 e apresenta o polimorfismo de inserção (I) e deleção (D) formando os genótipos II, ID e DD. A Enzima Conversora de Angiotensina II (ECA II) é um receptor celular para o vírus SARS-CoV-2, funcionando como uma porta de entrada na célula. A Síndrome de COVID longa é uma condição clínica pós-COVID-19 caracterizada pela persistência de sintomas por semanas ou meses após o início da doença, em que o paciente não se recupera totalmente da infecção. O objetivo deste trabalho foi avaliar a frequência dos polimorfismos I/D da Enzima Conversora de Angiotensina I em pessoas que contraíram COVID-19 e sua possível associação com a gravidade da doença. Material e métodos Foram avaliados 91 indivíduos que contraíram a COVID-19, com variação de gravidade clínica em leve, moderado e grave. Amostras de sangue foram coletadas e submetidas à análise molecular para identificar os genótipos do polimorfismo I/D da ECA I. Os dados sobre a gravidade clínica de cada paciente foram obtidos por meio de um questionário on line. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o software GraphPad Prism e IBM SPSS Statistics 20, com nível de significância de 0,05. O teste de Mann Whitney foi utilizado para verificar a associação entre a gravidade da COVID-19 e os genótipos. Resultados O grupo de estudo foi composto por 57 mulheres (63%) e 34 homens (37%), com idades entre 18 e 63 anos, com média de 24 anos. A análise dos genótipos mostrou que, entre as mulheres, os genótipos DD, ID e II foram observados em 11 (19%), 42 (74%) e 4 (7%) indivíduos, respectivamente. Com relação ao grupo dos homens foi observado: 6 com genótipo DD (18%), 22 genótipos ID (64%) e 6 genótipos II (18%). A análise de associação entre os polimorfismos e as diferentes formas de gravidade da doença demonstrou significância (p < 0,05) pelo teste de Mann Whitney. Discussão No Brasil o genótipo mais frequente é o ID, seguido por DD e, o menos frequente, II. Entretanto, a região Sul apresenta uma prevalência diferente, com o genótipo DD como o mais frequente, seguido pelo ID e DD. Isso também foi observado nesses resultados com uma amostra da população pertencente à região sudeste, o genótipo mais frequente foi ID. Diversos países têm observado associações entre os genótipos e a gravidade da COVID-19. O alelo D de deleção está relacionado ao desenvolvimento de formas mais graves, sendo que em populações do norte do Chipre, do Irã e na população asiática com dados de 28 países da Ásia, o genótipo DD está relacionado à maior gravidade e mortalidade. Neste estudo, predominaram genótipos ID entre os indivíduos com casos leves da doença, sugerindo um possível efeito protetor contra formas mais graves da COVID-19. Conclusão Concluímos que na população analisada foi encontrado a maior frequência do genótipo ID em ambos sexos. Além disso, há associação estatisticamente significativa entre os polimorfismos I/D da ECA I e as diferentes gravidades da COVID-19.
dc.description.affiliationDepartamento de Ciências Biológicas, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), São José do Rio Preto, SP, Brasil
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), São José do Rio Preto, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespDepartamento de Ciências Biológicas, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), São José do Rio Preto, SP, Brasil
dc.identifierhttps://app.dimensions.ai/details/publication/pub.1165040809
dc.identifier.dimensionspub.1165040809
dc.identifier.doi10.1016/j.htct.2023.09.233
dc.identifier.issn2531-1379
dc.identifier.issn2531-1387
dc.identifier.orcid0000-0002-2067-0648
dc.identifier.orcid0009-0001-8258-389X
dc.identifier.orcid0000-0003-3983-0119
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/327213
dc.publisherElsevier
dc.relation.ispartofHematology Transfusion and Cell Therapy; v. 45; p. s87-s88
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.rights.sourceRightsoa_all
dc.rights.sourceRightsgold
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dc.titleFREQUÊNCIA DOS GENÓTIPOS PARA O POLIMORFISMO I/D DA ECA I EM PESSOAS QUE CONTRAÍRAM COVID-19
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Pretopt

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