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dc.contributor.authorAbreu, Janessa S.
dc.contributor.authorBrinn, Richard P.
dc.contributor.authorGomes, Levy C.
dc.contributor.authorMccomb, Dawn Michelle
dc.contributor.authorBaldisserotto, Bernardo
dc.contributor.authorZaiden, Sérgio F.
dc.contributor.authorUrbinati, Elisabeth Criscuolo [UNESP]
dc.contributor.authorMarcon, Jaydione L.
dc.date.accessioned2015-02-02T12:39:29Z
dc.date.available2015-02-02T12:39:29Z
dc.date.issued2014-09-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1982-0224-20130121
dc.identifier.citationNeotropical Ichthyology. Sociedade Brasileira de Ictiologia, v. 12, n. 3, p. 623-628, 2014.
dc.identifier.issn1679-6225
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/130621
dc.description.abstractWe investigated the use of beta 1,3 glucan as an imunostimulant during a transport experiment to determine the effects upon the stress response of the pencilfish (Nannostomus trifasciatus). Pencilfish were fed for seven days with different concentrations of beta 1,3 glucan: 0.0% (control); 0.01%; 0.1% and 0.5% of beta 1,3 glucan per kg of feed-1. Fish were then transported for 24 hours by boat from Barcelos to Manaus. The highest dose of beta 1,3 glucan in the food increased Na+ influx after 12 hours of transport and 0.1 and 0.5% beta 1,3 glucan maintained the flux of both ions close to zero at 24 hours. All doses of beta 1,3 glucan reduced K+ loss significantly in the beginning of the transport, but after 12 to 24 hours did not. No significant differences in whole body cortisol or survival were observed. Our results indicate that pencilfish had ionic alterations during transport from Barcelos to Manaus. The lack of significant differences in whole body cortisol and survival rate in addition to the maintenance of Na+ and K+ balance during transport reinforce the positive effects of beta 1,3 glucan immunostimulant on fish homeostasis. Therefore, we recommend its addition to food prior to transport.en
dc.description.abstractO objetivo deste trabalho foi verificar se o imunoestimulante beta 1,3 glicano, adicionado à ração fornecida dias antes do transporte, pode minimizar algumas respostas de estresse do peixe lápis (Nannostomus trifasciatus) capturado na natureza. Estes peixes foram alimentados por sete dias com diferentes concentrações de beta 1,3 glicano: 0,0% (controle); 0,01 %; 0,1% e 0,5 % de beta 1,3 glicano.kg de ração-1. Após este período, as caçapas foram transportadas via barco de Barcelos para Manaus, com duração de 24 horas. Nos peixes alimentados com a maior concentração de beta 1,3 glicano na ração foi verificado aumento no influxo de Na+ após 12 horas de transporte e nos peixes alimentados com 0,1 e 0,5% de beta 1,3 glicano, o fluxo destes íons foi mantido próximo de zero no final de 24 horas de transporte. Todas as doses de beta 1,3 glicano reduziram significativamente a perda de K+ no início do transporte, mas, após 12 horas até o final do transporte houve efeito significativo no efluxo de K+. Não foram verificadas diferenças significativas entre tratamentos ou tempos de amostragem para os níveis de cortisol corpóreo. A taxa de sobrevivência não diferiu ao final do experimento. Nossos resultados indicam que o transporte entre Barcelos e Manaus promoveu alterações iônicas no peixe-lápis e a ausência de diferenças significativas no cortisol corpóreo e na taxa de sobrevivência aliada, à manutenção do equilíbrio de sódio e potássio durante o transporte, reforça o efeito positivo do imunoestimulante beta 1,3 glicano na homeostase dos peixes e sua adição à ração é recomendada.pt
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.format.extent623-628
dc.language.isoeng
dc.publisherSociedade Brasileira de Ictiologia
dc.relation.ispartofNeotropical Ichthyology
dc.sourceSciELO
dc.subjectCortisolen
dc.subjectImmunostimulanten
dc.subjectIon fluxesen
dc.subjectOrnamental fishen
dc.subjectRio Negro basinen
dc.titleEffect of beta 1,3 glucan in stress responses of the pencilfish (Nannostomus trifasciatus) during transport within the rio Negro basinen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de Mato Grosso Faculdade de Agronomia Med. Veterinária e Zootecnia (FAMEVZ)
dc.contributor.institutionFlorida International University
dc.contributor.institutionUniversidade Vila Velha
dc.contributor.institutionOcean Classrooms
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
dc.contributor.institutionUniversidade de Rio Verde
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionUniversidade Federal do Amazonas (UFAM)
dc.description.affiliationUniversidade Federal de Mato Grosso Faculdade de Agronomia Med. Veterinária e Zootecnia (FAMEVZ)
dc.description.affiliationFlorida International University
dc.description.affiliationUniversidade Vila Velha
dc.description.affiliationOcean Classrooms
dc.description.affiliationUniversidade Federal de Santa Maria
dc.description.affiliationUniversidade de Rio Verde
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista
dc.description.affiliationUniversidade Federal do Amazonas
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista
dc.identifier.doi10.1590/1982-0224-20130121
dc.identifier.scieloS1679-62252014000300623
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabalpt
dc.identifier.fileS1679-62252014000300623.pdf
dc.identifier.lattes0089991497257336
unesp.author.lattes0089991497257336
dc.relation.ispartofjcr1.216
dc.relation.ispartofsjr0,559
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