Show simple item record

dc.contributor.authorBraz, José Reinaldo Cerqueira [UNESP]
dc.contributor.authorNavarro, Lais Helena Camacho
dc.contributor.authorTakata, Ieda Harumi [UNESP]
dc.contributor.authorNascimento Junior, Paulo do [UNESP]
dc.date.accessioned2014-05-20T15:17:48Z
dc.date.available2014-05-20T15:17:48Z
dc.date.issued1999-11-04
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S1516-31801999000600004
dc.identifier.citationSão Paulo Medical Journal. Associação Paulista de Medicina - APM, v. 117, n. 6, p. 243-247, 1999.
dc.identifier.issn1516-3180
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/30608
dc.description.abstractCONTEXTO: Tubos traqueais com balonete de alta complacência são utilizados para prevenção de vazamento de gás e de aspiração pulmonar em pacientes submetidos à ventilação mecânica. Entretanto, o volume de insuflação habitual gera uma pressão do balonete que se transmite diretamente à parede traqueal e pode causar lesões. OBJETIVO: Testar a hipótese de que as pressões no balonete do tubo traqueal geralmente estão elevadas (acima de 40 cmH2O) na Sala de Recuperação Pós-anestésica (SRPA) ou nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). TIPO DE ESTUDO: Estudo de seção transversal. LOCAL: Sala de recuperação pós-anestésica e unidade de terapia intensiva. PARTICIPANTES: Medimos a pressão no balonete do tubo traqueal em 85 pacientes adultos, sendo: G1 (n=31) pacientes da UTI; G2 (n=32) pacientes da SRPA, após anestesia com óxido nitroso; G3 (n=2) pacientes da SRPA, após anestesia sem óxido nitroso. A pressão no balonete foi medida utilizando-se um manômetro (Mallinkrodt, USA). Quando necessário, retirou-se gás para ajustar a pressão no balonete até 30 cmH2O. VARIÁVEIS ESTUDADAS: Pressão do balonete do tubo traqueal. RESULTADOS: Foram observadas pressões elevadas no balonete do tubo traqueal em 90,6% dos pacientes de G2, 54,8% de G1 e 45,4% de G3 (P < 0,001). CONCLUSÕES: As pressões no balonete do tubo traqueal na UTI e na SRPA estão elevadas rotineiramente e são significativamente mais altas quando se utiliza óxido nitroso. A pressão no balonete do tubo traqueal deve ser medida rotineiramente para minimizar o trauma traqueal.pt
dc.description.abstractCONTEXT: High compliance endotracheal tubes cuffs are used to prevent gas leak and also pulmonary aspiration in mechanically ventilated patients. However, the use of the usual cuff inflation volumes may cause tracheal damage. OBJECTIVE: We tested the hypothesis that endotracheal tube cuff pressures are routinely high (above 40 cmH2O) in the Post Anesthesia Care Unit (PACU) or Intensive Care Units (ICU). DESIGN: Cross-sectional study. SETTING: Post anesthesia care unit and intensive care unit. PARTICIPANTS: We measured endotracheal tubes cuff pressure in 85 adult patients, as follows: G1 (n = 31) patients from the ICU; G2 (n = 32) patients from the PACU, after anesthesia with nitrous oxide; G3 (n = 22) patients from the PACU, after anesthesia without nitrous oxide. Intracuff pressure was measured using a manometer (Mallinckrodt, USA). Gas was removed as necessary to adjust cuff pressure to 30 cmH2O. MAIN MEASUREMENTS: Endotracheal tube cuff pressure. RESULTS: High cuff pressure (> 40 cmH2O) was observed in 90.6% patients of G2, 54.8% of G1 and 45.4% of G3 (P < 0.001). The volume removed from the cuff in G2 was higher than G3 (P < 0.05). CONCLUSION: Endotracheal tubes cuff pressures in ICU and PACU are routinely high and significant higher when nitrous oxide is used. Endotracheal tubes cuff pressure should be routinely measured to minimize tracheal trauma.en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.format.extent243-247
dc.language.isoeng
dc.publisherAssociação Paulista de Medicina (APM)
dc.relation.ispartofSão Paulo Medical Journal
dc.sourceSciELO
dc.subjectTubo traquealpt
dc.subjectPressão do balonetept
dc.subjectÓxido nitrosopt
dc.subjectTracheal tubeen
dc.subjectIntracuff pressureen
dc.subjectNitrous oxideen
dc.titleEndotracheal tube cuff pressure: need for precise measurementen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista
dc.identifier.doi10.1590/S1516-31801999000600004
dc.identifier.scieloS1516-31801999000600004
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.identifier.scopus2-s2.0-0033523796
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt
dc.identifier.fileS1516-31801999000600004.pdf
dc.identifier.lattes8745358989680600
dc.identifier.orcid0000-0002-2323-9159
unesp.author.lattes8745358989680600[4]
unesp.author.orcid0000-0002-2323-9159[4]
dc.relation.ispartofjcr1.063
dc.relation.ispartofsjr0,334
Localize o texto completo

Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record