Estudo comparativo retrospectivo de fraturas e/ou luxações em rapinantes atendidos em dois centros de referências, localizados no Brasil e Estados Unidos

dc.contributor.advisorMoresco, Anneke
dc.contributor.advisorRahal, Sheila Canevese [UNESP]
dc.contributor.authorLima, Heloísa Coppini de
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2023-09-04T19:35:30Z
dc.date.available2023-09-04T19:35:30Z
dc.date.issued2023-06-28
dc.description.abstractO objetivo do presente estudo foi comparar dados referentes às espécies de rapinantes recebidas em dois centros de referência para animais selvagens, sendo um localizado na América do Sul (Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Slevagens, CEMPAS) e outro na América do Norte (Lindsay Wildlife Experience, LWE), por um período de sete anos (2013–2020). Na sequência foram analisadas as fraturas e/ou luxações/subluxações destes rapinantes, por meio de estudo comparativo retrospectivo. A ordem mais prevalente de rapinantes no CEMPAS foi de Strigiformes constituídos especialmente por Tyto furcata adultos; contudo, a espécie Coragyps atratus adulta (Cathartiformes) foi a de maior ocorrência. A ordem Accipitriformes foi a mais prevalente no LWE representados principalmente por Buteo jamaicensis jovens; entretanto, a espécie Tyto alba (Strigiformes) jovem foi a de maior ocorrência. A estação que recebeu o maior número de rapinantes foi a primavera no CEMPAS e o verão no LWE. Dos rapinantes recebidos no CEMPAS (n=106), a ordem Strigiformes (48,11%) foi a mais acometida por fratura e/ou luxação/subluxação, ao passo que a Cathartiformes (8,49%) foi a com menor número de lesões. As fraturas no esqueleto axial ocorreram apenas na ordem Falconiformes, sendo uma fissura de calota craniana e outra no axis. No esqueleto apendicular foram detectadas fraturas acometendo um osso (n=60), fraturas múltiplas (n=24), fraturas com luxações/subluxações (n=12) e luxações/subluxações isoladas (n=7). Do membro torácico, o úmero foi o osso mais acometido (n=44) e o tibiotarso (n=23; 16,08%) no membro pélvico. Dos rapinantes recebidos no LWE (n=310), a ordem Accipitriforme foi a mais acometida por fratura e/ou luxação (59,35%), ao passo que a Falconiformes (7,42%) foi a com menor número de lesões. As fraturas no esqueleto axial ocorreram nas ordens Strigiformes (n=2) e Accipitriformes (n=1), sendo dois casos de fratura em mandíbula e uma luxação de ossículos esclerais. No esqueleto apendicular foram detectadas fraturas acometendo um osso (n=197), fraturas múltiplas (n=75), fraturas com luxações/subuluxações (n=20) e luxações/subluxações isoladas (n=22). A ulna (n=116) foi o osso mais acometido no membro torácico e o tibiotarso (n=27) no membro pélvico.pt
dc.description.abstractThis study aimed to compare retrospective data regarding raptor species received in two reference wildlife centers, one located in South America (Center of Medicine and Research in Wild Animals, CEMPAS) and the other in North America (Lindsay Wildlife Experience, LWE), for seven years (2013–2020). After this, fractures and/or luxations/subuluxations of these raptors were analyzed through a retrospective comparative study. The most prevalent order of raptors in CEMPAS was the Strigiformes, consisting mainly of Tyto furcata adults; however, the adult species of Coragyps atratus (Cathartiformes) was the most frequent. Accipitriformes was the most prevalent order in LWE, represented mainly by young Buteo jamaicensis; however, the young species of Tyto alba (Strigiformes) was the most frequent. The season that received the highest number of raptors was spring at CEMPAS and summer at LWE. From raptors received at CEMPAS (n=106), Strigiformes order (48.11%) was the most affected by fracture and/or luxation/subluxation, while Cathartiformes (8.49%) had the lowest number of injuries. Fractures in the axial skeleton occurred only in Falconiformes order, one in the cranial vault and another in the axis. In the appendicular skeleton, fractures occurred in one bone (n=60), multiple fractures (n=24), fractures with luxations (n=13), and only luxations/subluxations (n=7) were detected. Of the forelimb, the humerus was the most affected (n=44), and the tibiotarsus (n=23) in the pelvic limb. Of the raptors received at LWE (n=310), the order Accipitriformes was the most affected by fracture and/or luxation (59.35%), while Falconiformes (7.42%) had the lowest number of injuries. Fractures in the axial skeleton occurred in Strigiformes (n=2) and Accipitriformes (n=1), with two cases of mandible fracture and one of luxation of scleral bones. In the appendicular skeleton, fractures occurred one bone (n=197), multiple fractures (n=75), fractures with luxations/subluxations (n=20), and only luxations/subluxations (n=22) were detected. The ulna (n=116) was the most affected bone in the forelimb, and the tibiotarsus (n=27) in the hindlimb.pt
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos (FINEP)
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipIdCAPES: 001
dc.description.sponsorshipIdFINEP: 01.12.0530.00
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 21/00473-2
dc.description.sponsorshipIdFAPESP BEPE: 22/04702-9
dc.identifier.capes33004064090P9
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/250583
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso restrito
dc.subjectAvespt
dc.subjectOrtopediapt
dc.subjectOssopt
dc.subjectLuxaçãopt
dc.subjectTraumapt
dc.subjectAvianpt
dc.subjectOrthopedicspt
dc.subjectBonept
dc.subjectLuxationpt
dc.titleEstudo comparativo retrospectivo de fraturas e/ou luxações em rapinantes atendidos em dois centros de referências, localizados no Brasil e Estados Unidospt
dc.title.alternativeRetrospective comparative study of fractures and/or luxations in raptors attended at two reference centers, located in Brazil and United Statespt
dc.typeDissertação de mestrado
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatupt
unesp.embargo24 meses após a data da defesapt
unesp.examinationboard.typeBanca públicapt
unesp.graduateProgramAnimais Selvagens - FMVZpt
unesp.knowledgeAreaCirurgia veterináriapt
unesp.researchAreaDiagnóstico por imagempt

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