Hemocyte types and total and differential counts in unparasitized and parasitized Anastrepha obliqua (Diptera, Tephritidae) larvae
Loading...
External sources
External sources
Date
Advisor
Coadvisor
Graduate program
Undergraduate course
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Instituto Internacional de Ecologia
Type
Article
Access right
Acesso aberto

External sources
External sources
Abstract
Abstract (portuguese)
Os tipos de hemócitos e as contagens total e diferencial foram estudados em larvas parasitadas e não parasitadas de Anastrepha obliqua pertencentes ao início e ao final da terceira fase. em ambas as fases do desenvolvimento, tanto em larvas parasitadas quanto nas não parasitadas, foram observados pró-hemócitos, plasmatócitos, granulócitos, adipo-hemócitos, esferulócitos e oenocitóides. A presença de divisões mitóticas indica os pró-hemócitos como células-tronco. Pró-hemócitos, plasmatócitos e granulócitos são as células mais numerosas na hemolinfa de A. obliqua. Foi observada diferença no número total de hemócitos entre larvas parasitadas e não parasitadas apenas no final da terceira fase.
Abstract (english)
The hemocyte types, in addition to total and differential hemocyte counts were studied in parasitized and unparasitized Anastrepha obliqua larvae at the beginning and at the end of the third instar. In both developmental phases, in parasitized and unparasitized larvae, prohemocytes, plasmatocytes, granulocytes, adipohemocytes, spherulocytes and oenocytoids cells were observed. Mitotic figures indicate prohemocytes as stem cells. Prohemocytes, plasmatocytes and granulocytes are the most numerous cells in the hemolymph of A. obliqua. Difference in the total number of hemocytes was observed between unparasitized and parasitized larvae at the end of the third instar, but not at the beginning.
Description
Keywords
hemocytes, Anastrepha obliqua, fruit fly, parasitism, hemócitos, Anastrepha obliqua, Mosca-das-frutas, Parasitismo
Language
English
Citation
Brazilian Journal of Biology. Instituto Internacional de Ecologia, v. 62, n. 4a, p. 689-699, 2002.





