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EP-128 - TENDÊNCIA TEMPORAL DA INCIDÊNCIA E MORTALIDADE DE LEISHMANIOSE VISCERAL NO ESTADO DE SÃO PAULO: UMA ANÁLISE DE JOINPOINT REGRESSION

dc.contributor.authorGava, Mariana Zanchetta E
dc.contributor.authorLangoni, Helio
dc.contributor.authorFortaleza, Carlos Magno Castelo Branco
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-21T16:53:21Z
dc.date.issued2024-10-01
dc.description.abstractIntrodução A leishmaniose visceral (LV) emergiu no Estado de São Paulo ao final da década de 1990 e sofreu expansão territorial desde então. As medidas de controle aplicadas (eutanásia de cães infectados, controle de vetores, uso de repelentes), pouco embasadas pela evidência científica, tiveram resultados incertos. Nesse contexto, é relevante analisar mudanças de tendências de incidência e mortalidade por LV. Objetivo Identificar mudanças nas taxas de incidência e mortalidade por LV no Estado de São Paulo no período de 1999 a 2022. Método Dados de incidência e mortalidade por LV foram obtivos em base de domínio público (www.cve.saude.sp.gov.br). Estes foram tabulados em periodicidade anual e submetidos a análise de Joinpoint Regression com transformação logarítimica no software Joinpoint 5.1 (National Institute of Cancer, Calverton, MD, USA). Essa análise tem como objetivo identificar alterações de tendências temporais ("joinpoints"). Resultados A incidência e a mortalidade cumulativas no período foram de 8,1 e 0,8 por 100.000 habitantes. Em análise de Joinpoint, observou-se tendência de crescimento exponencial da incidência entre 1999 e 2006 (anual percent change [apc] = +22,4, p < 0,001), com redução posterior (apc = -7,96, p < 0,001). A mordalidade também apresentou um único "joinpoint" em 2004, alterando o crescimento (apc = +56,61, p = 0,02) para redução (apc = -4,25, p < 0,001). A letalidade manteve-se estável em torno de 10%. Conclusão Diversas políticas públicas envolvendo controle de reservatório canino e vetores, além de educação da população, foram aplicadas em conjunto de forma desordenada ao longo das últimas décadas. Há uma modificação benéfica das tendências de incidência e mortalidade após 2004/2006, mas é difícil vinculá-la às medidas de controle aplicadas.
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespFaculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.identifierhttps://app.dimensions.ai/details/publication/pub.1181990112
dc.identifier.dimensionspub.1181990112
dc.identifier.doi10.1016/j.bjid.2024.104052
dc.identifier.issn1413-8670
dc.identifier.issn1678-4391
dc.identifier.orcid0000-0001-5127-0762
dc.identifier.orcid0000-0003-4120-1258
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/330028
dc.publisherElsevier
dc.relation.ispartofThe Brazilian Journal of Infectious Diseases; v. 28; p. 104052
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.rights.sourceRightsoa_all
dc.rights.sourceRightsgold
dc.sourceDimensions
dc.titleEP-128 - TENDÊNCIA TEMPORAL DA INCIDÊNCIA E MORTALIDADE DE LEISHMANIOSE VISCERAL NO ESTADO DE SÃO PAULO: UMA ANÁLISE DE JOINPOINT REGRESSION
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationa3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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