Publicação:
Modernidade, vulnerabilidade e população de rua em Presidente Prudente (SP)

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Data

2003

Orientador

Góes, Eda Maria

Coorientador

Pós-graduação

Geografia - FCT

Curso de graduação

Título da Revista

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Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Dissertação de mestrado

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Acada instante são reproduzidos, no mundo, processos sociais excludentes, os quais conferem padrões de inserção precária a diversos segmentos da população mundial. No Brasil estes processos são acirrados devido a grande concentração de riquezas nas mãos de poucos, pautados em ideologias que buscam justificar tal concentração, permitindo a convocação de pessoas para o sacrifício coletivo em nome da pátria e o afastamento das mesmas para que não partilhem de seus benefícios. A incorporação ou não destas ideologias decorre da formação das representações sociais pelos grupos atingidos, desse modo, a teoria das representações sociais norteou o desenvolvimento dessa pesquisa. Em meio a este contexto, a vulnerabilidade sócioespacial é agravada e consequentemente surgem casos extremos como o da população de rua - pessoas que usam a rua como local de moradia. Nesta pesquisa, analisamos especificamente o caso da população de rua de Presidente Prudente (SP). A despeito das adversidades e das políticas geridas por grupos de interesse, ocorre certo enfrentamento dessa vulnerabilidade no caso brasileiro. Este enfrentamento dilui-se nas limitações políticas ou na própria lógica da ação assistencial, que, em geral, limita-se a remediar ao invés de elaborar caminhos condizentes com uma resposta adequada ao caso. Inserido precariamente na sociedade, aquele que se encontra como morador de rua cria diversas estratégias de sobrevivência, o que confere uma particularidade ao lugar que ocupa socialmente. Considerando as escalas, o redimencionamento que estas implicam ao meio geográfico e aos fluxos que perpassam esse meio, analisamos o lugar e o vivido da população de rua como polo contrário do desenvolvimento tecnológico, da concentração das riquezas e das revoluções logísticas... . En dépit des adversités et des politiques gérées pour des groupes d'intérêts, se déroule certain confrontation de cette vulnérabilité dans le cas brésilien. Cette confrontation s'est diluée aux limites politiques ou à la propre logique de l'action assistencial, que en général, se limite à remedier au lieu d'élaborer segments assortis avec une réponse adéquate au cas. Incluse précairement dans la societé, celui que se rencontre comme frange-des gens, forme divers stratégies de survivance, ce que confère une privée au lieu que s'occupe socialement. En considérant les échelles, l'améliorement que les mêmes impliquent au milieu géographiques et aux flux que passent dans ce milieu, nous analysons le lieu et la vie de la frange-des gens comme pôle contraire...

Descrição

Idioma

Português

Como citar

FURINI, Luciano Antonio. Modernidade, vulnerabilidade e população de rua em Presidente Prudente (SP). 2003. 188 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, 2003.

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