Vídeo do processo de amarração do tambor pelo Mestre Pedro Bolão
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Autores
Orientador
Coorientador
Pós-graduação
Curso de graduação
Título da Revista
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Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Dado de pesquisa
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Descrição
No caso das caixas convencionais, historicamente as esteiras evoluíram de cordas de tripas de animais, utilizadas em tambores militares para os fios metálicos modernos, otimizando projeção e controle de harmônicos. No século XX, materiais como aço e bronze tornaram-se predominantes, acompanhando a evolução das esteiras no caso da bateria e das exigências musicais. Hoje, com variações em número de fios, tensão ajustável e até modelos sintéticos, as esteiras continuam a se diversificar, ampliando as possibilidades sonoras das caixas convencionais.
Em se tratando das Caixas de Marabaixo, fica claro que a função é a mesma. Atualmente, se usa miçangas, sementes e outros materiais para chegar a esta sonoridade. Para tanto, ainda podemos encontrar relatos dos mestres sobre esteiras feitas de tripa ou outros materiais, desta forma, as Caixas de Marabaixo nos reportam a uma verdadeira viagem na história e reforça o quanto as tradições são mantidas por anos.
Palavras-chave
Marabaixo (Dança), Percussão (Música), Tambor, Cultura afro-brasileira - Amapá, Amapá - Usos e costumes
Idioma
Português



