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Efeitos do alongamento dinâmico e estático sobre a mobilidade articular e variáveis de força em praticantes de treinamento resistido: uma revisão bibliográfica

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Orientador

Silva, Marcio Pereira da

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

Bauru - FC - Educação Física

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

O alongamento é amplamente utilizado em rotinas de treinamento físico, sendo reconhecido por seus efeitos sobre a flexibilidade, a mobilidade articular e o desempenho muscular. Entretanto, estudos apresentam resultados divergentes quanto aos efeitos agudos dos diferentes métodos de alongamento — especialmente o estático e o dinâmico — quando aplicados antes de exercícios de força. O presente trabalho teve como objetivo comparar, por meio de uma revisão narrativa, os efeitos do alongamento dinâmico e estático sobre a mobilidade articular e o desempenho imediato de força, buscando compreender as respostas fisiológicas associadas a cada método. A pesquisa foi conduzida a partir de artigos publicados entre 2010 e 2024, disponíveis em bases como SciELO, PubMed e Google Scholar. Os achados indicam que o alongamento estático prolongado (superior a 60 segundos por grupo muscular) pode reduzir temporariamente a produção de força e potência, enquanto protocolos curtos (<30 segundos) não apresentam efeitos deletérios relevantes. Por outro lado, o alongamento dinâmico tende a promover aumento da temperatura corporal, melhora da ativação neuromuscular e maior eficiência do ciclo alongamento-encurtamento, favorecendo o desempenho agudo quando aplicado antes de exercícios de força. Observa-se que os efeitos de ambos os métodos dependem da duração, da técnica utilizada e do objetivo da tarefa subsequente. Conclui-se que a escolha do método de alongamento deve considerar os objetivos imediatos do exercício, evitando generalizações e reforçando a importância de compreender as respostas agudas associadas a cada técnica.

Resumo (inglês)

Stretching is widely used in physical training routines and is recognized for its effects on flexibility, joint mobility, and muscle performance. However, studies present divergent findings regarding the acute effects of different stretching methods—especially static and dynamic—when performed before strength exercises. This narrative review aimed to compare the effects of dynamic and static stretching on joint mobility and acute strength performance, seeking to understand the physiological responses associated with each method. The research was based on articles published between 2010 and 2024, retrieved from databases such as SciELO, PubMed, and Google Scholar. The findings indicate that prolonged static stretching (over 60 seconds per muscle group) may temporarily reduce force and power output, whereas short protocols (<30 seconds) do not show significant detrimental effects. Conversely, dynamic stretching tends to increase body temperature, improve neuromuscular activation, and enhance stretch-shortening cycle efficiency, favoring acute performance when applied before strength exercises. The results demonstrate that the effects of both methods depend on duration, technique, and the immediate goal of the subsequent task. It is concluded that the choice of stretching method should consider the specific acute demands of exercise, avoiding generalizations and emphasizing the importance of understanding the physiological responses elicited by each technique.

Descrição

Palavras-chave

Mobilidade Articular, Força Muscular, Treinamento Resistido, Alongamento Dinâmico, Alongamento Estático

Idioma

Português

Citação

ALCANTARA, João Pedro Marques. Efeitos do alongamento dinâmico e estático sobre a mobilidade articular e variáveis de força em praticantes de treinamento resistido: uma revisão bibliográfica. Orientador: Marcio Pereira da Silva. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Educação Física) - Faculdade de Ciências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Bauru, 2025.

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