Proteoma branquial de Atlantirivulus peruibensis durante a exposição ao ar.
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Data
Autores
Orientador
Gadig, Otto Bismarck Fazzano
Coorientador
Duarte, Rafael Mendonça
Pós-graduação
Curso de graduação
São Vicente - IBCLP - Ciências Biológicas
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Trabalho de conclusão de curso
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (português)
O rivulidae A. peruibensis apresenta um estilo de vida anfíbio, com alta capacidade de tolerância à exposição ao ar. A espécie apresenta características fisiológicas adaptadas e muito similares à espécie Kryptolebias marmoratus, um rivulidae bem estudado quanto às respostas fisiológicas e adaptativas sob o estresse da emersão. O presente estudo visa analisar as principais alterações proteômicas relacionadas à exposição ao ar. Acreditamos que um ajuste dinâmico de diversas vias moleculares que permitam a adaptação evolutiva para exploração e sobrevivência em ambiente terrestre por A. peruibensis. Para isso as respostas proteômicas dos indivíduos foram analisadas através da obtenção de tecidos branquiais de indivíduos divididos em três grupos distintos (Controle, onde indivíduos foram aclimatados por sete dias em água e não sofreram exposição ao ar; exposição, onde indivíduos aclimatados foram submetidos à sete dias de exposição ao ar atmosférico em câmaras úmidas e; recuperação, onde indivíduos foram submetidos a aclimatação, exposição durante sete dias e recuperação por sete dias em água), os tecidos foram processados e enviados para análise de HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência), os resultados de expressão proteico foram subdivididos em grupos de ontologia gênica (GO) e tabulados via Heatmap. Nossos resultados destacaram uma adaptação dinâmica e funcional de vias moleculares como vias metabólicas, de remodelação estrutural e possíveis lesões como reflexo do custo fisiológico alto associado à emersão. O presente estudo reforça a alta adaptação evolutiva de peixes anfíbios à ambientes desafiadores, além de destacar a importância da conservação e monitoramento de áreas alagáveis e espécies de peixe com estilo de vida anfíbio.
Resumo (inglês)
The rivulidae A. peruibensis displays an amphibious lifestyle, with a high tolerance capacity through air exposure. This species presents physiological adaptations that are very similar to those seen in the most researched rivulidae owing to air emesion, Kryptolebias marmoratus. The presented work analyzed the mains proteomic alterations related to air exposure. We believe that dynamic adjustment of many molecular pathways allows the evolutionary adaptation for exploring and survival of terrestrial habitats by Atlantirivulus peruibensis. Therefore, the proteomic responses of the specie were analyzed through a extraction of branchial tissue of individual separators in three distinct groups (Control, were individuals were acclimated for seven days in water and didn't suffer air exposure; exposure, were acclimated individuals were submitted to seven days of air exposure to atmospheric air and; recovery, were individuals were subjected to acclimatation, seven days of air exposure and finally submitted to seven days of recovery in water), the obtained tissue were processed and sent to a HPLC (High-Performance Liquid Chromatography), the expression of proteomic results were subdivided into Gene Ontology (GO) groups and summarized via Heatmap.Our results underline a high and dynamic and functional adaptability of molecular pathways such as metabolic pathways, structural remodeling and possible lesions as a reflex of a high physiological cost associated with emersion. The present study unerdlines the high evolutionary adaptation of amphibious fish to challenging habitats, in addition to highlighting the importance of preservation, conservation and monitoring of flooding areas and amphibious lifestyle species.
Descrição
Palavras-chave
Peixes Fisiologia, Adaptação (Fisiologia), Proteômica, Evolução (Biologia)
Idioma
Português
Citação
Oliveira, Jalu Santana. Proteoma branquial de Atlantirivulus peruibensis durante a exposição ao ar. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas com habilitação em Gerenciamento Costeiro) – Instituto de Biociências do Campus do Litoral Paulista, Universidade Estadual Paulista, São Vicente, 2026.



