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A importância da história social no desenvolvimento de habilidades sociais de estudantes com transtorno do espectro autista

dc.contributor.advisorRodrigues, Viviane [UNESP]
dc.contributor.authorSantiago, Glória Figueiredo [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberRodrigues, Viviane [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberRocha, Aila Narene Dawache Criado [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberAlmeida, Maria Amélia [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)pt
dc.date.accessioned2026-06-12T13:13:00Z
dc.date.issued2026-03-24
dc.description.abstractA História Social aborda o desenvolvimento de habilidades sociais adequadas a serem trabalhadas com crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) com a finalidade de diminuir comportamentos inadequados e desenvolver a autonomia em frente a um novo desafio. O objetivo principal foi desenvolver e aplicar a História Social a dois estudantes com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, monitorando suas habilidades sociais. Participaram do estudo, dois estudantes com TEA, suas respectivas professoras regentes e uma terceira professora de Cultura e Movimento que leciona para o P2. O método adotado foi uma pesquisa com delineamento quase experimental (AB) e os instrumentos utilizados foram: diário de campo, Folha de Registro da interação, compreensão e sustentação da atenção durante a contação da História Social, Folha de Registro do desempenho do desenvolvimento de Habilidades Sociais, Questionário de Relações Interpessoais com professores e Questionário de Validades Social. O estudo ocorreu a partir de cinco etapas: etapa 1- Entrevista com os professores; etapa 2- Observação em sala de aula; etapa 3- Desenvolvimentos e elaboração das Histórias Sociais por meio da Inteligência Artificial; etapa 4- Dividida em 2 fases: fase 1- Linha de base (A); fase 2- intervenção (B) que consistiu na aplicação da História Social; etapa 5- Questionário de Validade Social. Os resultados revelaram avanços significativos na qualidade das interações sociais, na expressão de emoções e no engajamento em atividades coletivas, especialmente quando a mediação docente era efetiva. No que se refere as interações com a História Social observa-se um aumento de 50% com o P1 e 70% com o P2; e no quesito Habilidades Sociais, P1 demonstrou uma melhora de 67%, enquanto P2 apresentou 86% de acertos. Conclui-se que a intervenção com a História Social se apresenta como um instrumento pedagógico viável e promissor no cotidiano escolar, desde que sustentada por práticas intencionais, formação docente continuada e compromisso institucional com a inclusão. Os achados reafirmam a urgência de se repensar as políticas públicas e as práticas pedagógicas, visando não apenas a matrícula, mas a real participação e pertencimento de crianças com TEA no ambiente escolar.pt
dc.description.abstractThe Social Story addresses the development of appropriate social skills to be worked on with children with Autism Spectrum Disorder (ASD), with the purpose of reducing inappropriate behaviors and developing autonomy when facing new challenges. The main objective was to develop and apply the Social Story to two students diagnosed with Autism Spectrum Disorder, monitoring their social skills. The study participants were two students with ASD, their respective classroom teachers, and a third teacher of Culture and Movement who teaches P2. The method adopted was a quasi-experimental research design (AB), and the instruments used were: a field diary, a Registration Sheet for interaction, comprehension, and sustained attention during the Social Story reading, a Registration Sheet for the performance of Social Skills development, an Interpersonal Relations Questionnaire with teachers, and a Social Validity Questionnaire. The study was carried out in five stages: stage 1 — Interview with the teachers; stage 2 — Classroom observation; stage 3 — Development and elaboration of the Social Stories through Artificial Intelligence; stage 4 — Divided into 2 phases: phase 1 — Baseline (A); phase 2 — Intervention (B), which consisted of the application of the Social Story; stage 5 — Social Validity Questionnaire. The results revealed significant advances in the quality of social interactions, in the expression of emotions, and in engagement in collective activities, especially when teacher mediation was effective. Regarding interactions with the Social Story, a 50% increase was observed with P1 and 70% with P2; and in terms of Social Skills, P1 showed a 67% improvement, while P2 presented 86% correct responses. It is concluded that the Social Story intervention is a viable and promising pedagogical instrument in the school routine, provided that it is sustained by intentional practices, continuing teacher training, and institutional commitment to inclusion. The findings reaffirm the urgency of rethinking public policies and pedagogical practices, aiming not only at enrollment but at the real participation and belonging of children with ASD in the school environment.en
dc.description.abstractLa Historia Social aborda el desarrollo de habilidades sociales adecuadas para ser trabajadas con niños con Trastorno del Espectro Autista (TEA), con la finalidad de disminuir comportamientos inadecuados y desarrollar la autonomía frente a un nuevo desafío. El objetivo principal fue desarrollar y aplicar la Historia Social a dos estudiantes con diagnóstico de Trastorno del Espectro Autista, monitoreando sus habilidades sociales. Participaron del estudio dos estudiantes con TEA, sus respectivas profesoras titulares y una tercera profesora de Cultura y Movimiento que enseña a P2. El método adoptado fue una investigación con diseño cuasi-experimental (AB) y los instrumentos utilizados fueron: diario de campo, Hoja de Registro de la interacción, comprensión y sostenimiento de la atención durante la narración de la Historia Social, Hoja de Registro del desempeño del desarrollo de Habilidades Sociales, Cuestionario de Relaciones Interpersonales con profesores y Cuestionario de Validez Social. El estudio se llevó a cabo en cinco etapas: etapa 1 — Entrevista con los profesores; etapa 2 — Observación en el aula; etapa 3 — Desarrollo y elaboración de las Historias Sociales por medio de la Inteligencia Artificial; etapa 4 — Dividida en 2 fases: fase 1 — Línea de base (A); fase 2 — Intervención (B), que consistió en la aplicación de la Historia Social; etapa 5 — Cuestionario de Validez Social. Los resultados revelaron avances significativos en la calidad de las interacciones sociales, en la expresión de emociones y en el involucramiento en actividades colectivas, especialmente cuando la mediación docente era efectiva. En lo que se refiere a las interacciones con la Historia Social, se observa un aumento del 50% con el P1 y del 70% con el P2; y en el aspecto de Habilidades Sociales, P1 demostró una mejora del 67%, mientras que P2 presentó un 86% de aciertos. Se concluye que la intervención con la Historia Social se presenta como un instrumento pedagógico viable y prometedor en el cotidiano escolar, siempre que esté sustentada por prácticas intencionales, formación docente continua y compromiso institucional con la inclusión. Los hallazgos reafirman la urgencia de repensar las políticas públicas y las prácticas pedagógicas, con el objetivo no solo de la matrícula, sino de la real participación y pertenencia de niños con TEA en el ambiente escolar.es
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt
dc.description.sponsorshipIdCAPES: 001
dc.identifier.capes33004110040P5
dc.identifier.citationSANTIAGO, Gloria Figueiredo. A importância da história social no desenvolvimento de habilidades sociais de estudantes com transtorno do espectro autista. 2026. 127 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, 2026.pt
dc.identifier.lattes5612981803580057
dc.identifier.orcid0009-0004-8967-7647
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/325973
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.subjectEducação especialpt
dc.subjectTranstorno do espectro autistapt
dc.subjectHistória socialpt
dc.subjectHabilidades sociaispt
dc.subjectSpecial educationen
dc.titleA importância da história social no desenvolvimento de habilidades sociais de estudantes com transtorno do espectro autistapt
dc.title.alternativeThe importance of social history in the development of social skills in students with autism spectrum disorderen
dc.title.alternativeLa importancia de las historias dociales en el desarrollo de habilidades dociales en estudiantes con trastorno del espectro autistaes
dc.typeDissertação de mestradopt
dcterms.impactO primeiro impacto se volta para o pesquisador, conhecer os participantes e seus desafios, os professores e suas dúvidas, conhecer a rotina da escola, a equipe e as outras crianças me impactou, lembranças de quantos alunos ensinei e o quanto fui perpassada pelas pequenasgrandes superações que enfrentaram. Nessa pesquisa não foi diferente, conheci crianças que pude observar de perto o quanto elas desenvolveram e o quanto o vínculo entre pesquisador e participante foi se estreitando. O segundo impacto potencial foi, principalmente, nos participantes, os quais tiveram contato com a História Social, que experienciaram de perto o que a intervenção proporciona: qualidade de ensino, regulação emocional, acolhimento, pertencimento ao ambiente escolar e qualidade nas relações sociais. Assim, espera-se garantir que a criança aprenda instrumentos essenciais e duradouros que podem ser contextualizados em outros cenários, instrumentos que a ajude a traduzir o mundo, não para que ela se encaixe em uma caixinha normativa, mas para que tenha condições de continuar socializando, perseguindo sonhos e se sentindo parte de uma sociedade, que muitas vezes não está preparada para ela. Um terceiro impacto envolve o corpo docente da escola, para que eles percebam que a pesquisa, e tantas outras que estão nascendo e progredindo dentro da UNESP, têm propósito e resultados, que podem ou não ser positivos, mas que podem ser sempre aprimorados, principalmente quando temos a participação de quem está no campo de atuação diariamente.pt
dcterms.impactThe first impact concerns the researcher. Getting to know the participants and their challenges, the teachers and their doubts, understanding the school routine, the staff, and the other children impacted me deeply. It brought back memories of how many students I have taught and how much I have been touched by the small yet great achievements they faced. In this research, it was no different; I met children whose development I was able to closely observe, as well as how the bond between researcher and participant gradually strengthened. The second potential impact was mainly on the participants, who had contact with the Social Story and experienced firsthand what the intervention provides: quality education, emotional regulation, welcoming, a sense of belonging within the school environment, and quality in social relationships. Thus, it is expected to ensure that the child learns essential and lasting tools that can be contextualized in other settings, tools that help them translate the world—not so that they fit into a normative box, but so that they have the conditions to continue socializing, pursuing dreams, and feeling part of a society that is often not prepared for them. A third impact involves the school’s teaching staff, so that they realize that this research, and many others that are emerging and progressing within UNESP, have purpose and results, which may or may not be positive, but which can always be improved—especially when we have the participation of those who work in the field on a daily basis. A fourth and exponential possible impact is on society, so that other schools, teachers, and even family members may replicate what was done here within their possibilities. May they contribute to the research through their shared experiences, seek information about the research of Carol Gray, learn about her projects, and help disseminate and continually improve the tools available to support atypical children in feeling, each day, a little more a part of this society.en
dcterms.impactEl primer impacto se dirige al investigador. Conocer a los participantes y sus desafíos, a los profesores y sus dudas, comprender la rutina escolar, al equipo y a los demás niños me impactó profundamente. Me trajo recuerdos de cuántos alumnos he enseñado y cuánto me han marcado las pequeñas-grandes superaciones que enfrentaron. En esta investigación no fue diferente; conocí niños cuyo desarrollo pude observar de cerca, así como el fortalecimiento gradual del vínculo entre investigador y participante. El segundo impacto potencial fue, principalmente, en los participantes, quienes tuvieron contacto con la Historia Social y experimentaron de cerca lo que la intervención proporciona: calidad educativa, regulación emocional, acogida, sentido de pertenencia al entorno escolar y calidad en las relaciones sociales. Así, se espera garantizar que el niño aprenda instrumentos esenciales y duraderos que puedan contextualizarse en otros escenarios, instrumentos que le ayuden a traducir el mundo, no para que encaje en una caja normativa, sino para que tenga condiciones de continuar socializando, persiguiendo sueños y sintiéndose parte de una sociedad que muchas veces no está preparada para él. Un tercer impacto involucra al cuerpo docente de la escuela, para que perciban que esta investigación, y tantas otras que están surgiendo y avanzando dentro de la UNESP, tienen propósito y resultados, que pueden o no ser positivos, pero que siempre pueden perfeccionarse, especialmente cuando contamos con la participación de quienes actúan diariamente en el campo. Un cuarto y exponencial posible impacto es en la sociedad, para que otras escuelas, docentes e incluso familiares puedan replicar lo que se hizo aquí dentro de sus posibilidades. Que puedan contribuir a la investigación a través de sus experiencias compartidas, que busquen informarse sobre la investigación de Carol Gray, conocer sus proyectos y ayudar a difundir y mejorar continuamente los instrumentos disponibles para apoyar a los niños atípicos a sentirse, cada día, un poco más parte de esta sociedad.es
dspace.entity.typePublication
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, Maríliapt
unesp.examinationboard.typeBanca públicapt
unesp.graduateProgramEducação - FFCpt
unesp.knowledgeAreaEducaçãopt
unesp.researchAreaEducação especialpt

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