Neofantástico: a perspectiva alazrakiana e o diálogo entre estéticas
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Pós-graduação
Estudos Literários - FCLAR
Curso de graduação
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Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Tese de doutorado
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (português)
Ainda na década de 70, o teórico Jaime Alazraki, por meio de uma investigação sobre o funcionamento do neofantástico, afirma que se trata de uma poética em que as personagens não racionalizam sobre a realidade em que estão inseridas, entregando-se, de forma vertiginosa a ela. Com esta dinâmica, portanto, distancia-se do fantástico, conforme postulação todoroviana (2017) e se afina ao paradigma de “A metamorfose” (1915), de Kafka. Nesta perspectiva, tem-se a importância dos postulados de Alazraki, por se construírem sob o intento de investigar os elementos formais que surgiram com o advento destas narrativas; tratando o assunto em dois textos, sendo um deles, o livro En busca del unicornio. Cuentos de Julio Cortázar. Elementos para una poética de lo neofantástico, publicado em 1983 e o artigo que integra a revista Mester, de 1990, intitulado “¿Qué es lo neofantástico?”. Ainda neste contexto, e num período coincidente à contribuição alazrakiana, surge o estudo chiampiano, que propõe um conjunto de elementos específicos para a estética realismo maravilhoso, formando, junto à proposição de Jaime Alazraki, dois possíveis conceitos de aplicabilidade no entendimento de narrativas hispano-americanas concebidas, sobretudo, a partir dos anos 1930. Tendo esta hipótese como aplicação teórica, neste estudo, seguimos o percurso metodológico de averiguação destes fundamentos teóricos, quando aplicados nas narrativas “Guatemala” (1985), de Miguel Ángel Asturias, “Maichak” (1978), de Uslar Pietri, “Las dos orillas” (1993) e Aura (1994), de Carlos. Fuentes, “El lagarto” e “El coletazo” (1981) de Gabriel Jiménez Emán, “La luz es como el agua” (2010) de Gabriel García Márquez e de “El río” (1972), de Julio Cortázar. Durante este trajeto, objetivamos, com a averiguação de aplicabilidades, contribuir ao conjunto de propostas já vigentes sobre os conceitos estudados
Resumo (espanhol)
En la década de 70, el teórico Jaime Alazraki, por medio de una investigación sobre los mecanismos del neofantástico, concluye que se trata de una poética en la que los personajes no
racionalizan sobre la realidad en que se encuentran, zambulliendo en ella de forma vertiginosa. Con esta dinámica, por lo tanto, se aparta del fantástico todoroviano (2017) y se relaciona al
paradigma de “La metamorfosis” (1915), de Kafka. La importancia de los estudios de Alazraki está en que el autor se propuso a analisar los elementos formales que surgieron con estas
narrativas. El teórico trata el asunto en dos textos: En busca del unicornio. Cuentos de Julio Cortázar. Elementos para una poética de lo neofantástico, publicado en 1983 y un artículo
publicado en la revista Mester, de 1990, “Qué es lo neofantástico?”. En este contexto, surge el estudio chiampiano, que establece un grupo de elementos específicos para la estética del
realismo maravilloso. En nuestro trabajo, esta propuesta es estudiada en sintonía a la de Alazraki; unimos dos posibles conceptos en análisis de “Guatemala” (1985), de Miguel Ángel
Asturias, “Maichak” (1978), de Arturo Uslar Pietri, “Las dos orillas” (1993), e Aura (1994), de Carlos Fuentes, “El lagarto” (1981) y “El coletazo” (1981), de Gabriel Jiménez Emán, “La luz
es como el agua” (2010), de Gabriel García Márquez e de “El río” (1972), de Julio Cortázar. En esta perspectiva, objetivamos investigar posibles aplicabilidades teóricas e, igualmente, la
contribución a las propuestas sobre los conceptos estudiados
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Palavras-chave
Idioma
Português
Citação
ANDREU, Thiago Miguel. Neofantástico: a perspectiva alazrakiana e o diálogo entre estéticas. 2026. Tese (Doutorado em Estudos Literários) - Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2026.



