How Management Practices Shape the “Local Habitat Signature” That Modulates Bird Communities in Urban Green Spaces
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Wiley
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Resumo
ABSTRACT Urban biodiversity is often studied along urbanization intensity gradients, which can overlook the critical influence of site‐specific habitat characteristics. We argue that local‐scale management, which creates a unique “local habitat signature,” is a primary driver of community composition. We surveyed birds at 60 points across a diverse range of green spaces in a tropical metropolis, recording 148 species. Focusing on the 34 most frequent species, we used Redundancy Analysis (RDA) and variance partitioning to disentangle the effects of local, landscape, and spatial factors on bird communities. Our results showed that local‐scale predictors consistently explained the largest proportion of unique variance for both taxonomic (9%) and functional (16%) compositions. The taxonomic analysis identified three ecological groups based on their habitat requirements: (1) Open‐Area Specialists, (2) Arboreal Understory Specialists, and (3) Urban Tree‐Dwellers and Generalists. Similarly, the functional analysis separated traits associated with forest interiors from those adapted to disturbed environments. The distribution of these groups was strongly tied to specific management practices, especially of soil cover, such as the presence of unmanaged tall grass or litter. Our findings demonstrate that urban biodiversity is mostly shaped by a mosaic of local habitat conditions. However, the surrounding landscape and the spatial arrangement of habitats also influenced community composition, underscoring the importance of a multi‐scale approach to assess urban biodiversity composition for effective urban planning.
RESUMO A biodiversidade urbana é frequentemente estudada ao longo de gradientes de intensidade de urbanização, o que pode negligenciar a influência crítica das características do habitat específicas do local. Argumentamos que o manejo em escala local, que cria uma “assinatura de habitat local” única, é um dos principais impulsionadores da composição da comunidade. Amostramos aves em 60 pontos distribuídos em uma gama diversificada de espaços verdes em uma metrópole tropical, registrando 148 espécies. Focando nas 34 espécies mais frequentes, utilizamos a Análise de Redundância (RDA) e a partição da variância para separar os efeitos de fatores locais, da paisagem e espaciais sobre as comunidades de aves. Nossos resultados mostraram que os preditores em escala local explicaram consistentemente a maior proporção da variância única tanto para a composição taxonômica (9%) quanto para a funcional (16%). A análise taxonômica identificou três grupos ecológicos com base em suas exigências de habitat: (1) Especialistas de Áreas Abertas, (2) Especialistas de Sub‐bosque Arbóreo e (3) Generalistas e Habitantes de Árvores Urbanas. Da mesma forma, a análise funcional separou traços associados ao interior de florestas daqueles adaptados a ambientes perturbados. A distribuição desses grupos esteve fortemente ligada a práticas de manejo específicas, especialmente de cobertura do solo, como a presença de grama alta não manejada ou serapilheira. Nossos achados demonstram que a biodiversidade urbana é moldada principalmente por um mosaico de condições locais de habitat. No entanto, a paisagem circundante e o arranjo espacial dos habitats também influenciaram a composição da comunidade, ressaltando a importância de uma abordagem em múltiplas escalas para avaliar a composição da biodiversidade urbana visando um planejamento urbano eficaz.





