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EP-044 - FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR PELA ANÁLISE DO ESCORE DE FRAMINGHAM EM PACIENTES QUE VIVEM COM HIV HÁ 20 ANOS OU MAIS E USO PROLONGADO DE ANTIRRETROVIRAIS

dc.contributor.authorVicioli, Laura Beatriz De Camargo
dc.contributor.authorSouza, Lenice do Rosario de
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-21T14:44:11Z
dc.date.issued2024-10-01
dc.description.abstractIntrodução As pessoas que vivem com HIV diagnosticadas e tratadas em longo prazo podem apresentar uma série de complicações associadas ao seu envelhecimento precoce, incluindo principalmente alterações cardiovasculares. Objetivo O principal objetivo do estudo foi avaliar a ocorrência de riscos de alterações cardiovasculares, utilizando o Escore de Framingham, em pessoas que vivem com HIV diagnosticadas há 20 anos ou mais e em uso prolongado de antirretrovirais. Os objetivos específicos foram comparar pacientes da mesma faixa etária dos dois grupos em relação aos fatores de risco cardiovasculares e avaliar os principais fatores de risco de acordo com o Escore de Framingham para o desenvolvimento de alterações cardiovasculares nos dois grupos. Método Tratou-se de estudo de coorte retrospectivo em que foi realizada entrevista, pela própria pesquisadora, dos participantes atendidos no Serviço de Ambulatórios Especializados de Infectologia Domingos Alves Meira, do complexo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu. Foi realizada coleta de dados sociodemográficos, hábitos de vida e conhecimento sobre o diagnóstico de alguma comorbidade. Os dados laboratoriais e clínicos foram obtidos dos prontuários médicos de cada participante. Esses exames são realizados na rotina de atendimento das pessoas que vivem com HIV/aids no Serviço. Foram estudadas 160 pessoas que vivem com HIV, divididas em dois grupos, G1, com 63 pessoas com diagnóstico da infecção pelo HIV há mais de 20 anos e G2, composto por 97 pessoas com diagnóstico da infecção entre 2 e 5 anos. Resultados A partir dos resultados obtidos, observou-se que no G1 a maioria dos participantes eram mulheres, 34 (53,96%) e no G2 eram homens, 68 (70,10%). A faixa etária variou de 41 a 71 anos no G1 e de 20 a 69 anos, no G2. Observou-se também que houve maior número de PVHIV com risco cardiovascular aumentado, de acordo com o aumento da faixa etária. Além disso, notou-se que nos dois grupos de estudo, o maior fator de risco foi o tabagismo, predominante na mesma faixa etária (45 a 55 anos). Conclusão Assim, conclui-se que o maior fator de risco para o aumento de alterações cardiovasculares encontrado no presente estudo, foi o tabagismo.
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespFaculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.identifierhttps://app.dimensions.ai/details/publication/pub.1181989048
dc.identifier.dimensionspub.1181989048
dc.identifier.doi10.1016/j.bjid.2024.103973
dc.identifier.issn1413-8670
dc.identifier.issn1678-4391
dc.identifier.orcid0000-0002-8317-3251
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/330018
dc.publisherElsevier
dc.relation.ispartofThe Brazilian Journal of Infectious Diseases; v. 28; p. 103973
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.rights.sourceRightsoa_all
dc.rights.sourceRightsgold
dc.sourceDimensions
dc.titleEP-044 - FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR PELA ANÁLISE DO ESCORE DE FRAMINGHAM EM PACIENTES QUE VIVEM COM HIV HÁ 20 ANOS OU MAIS E USO PROLONGADO DE ANTIRRETROVIRAIS
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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