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EP-031 - INVESTIGAÇÃO E DIAGNÓSTICO DE TUBERCULOSE LATENTE EM PACIENTES COM LINFOMAS.

dc.contributor.authorFerreira Filho, Sebastiao Pires
dc.contributor.authorGaiolla, Rafael Dezen
dc.contributor.authorCarvalho, Wagner José Sousa
dc.contributor.authorGolim, Márjorie de Assis
dc.contributor.authorFortaleza, Carlos Magno Castelo Branco
dc.contributor.authorSILVA, DANIELA ANDERSON DA
dc.contributor.authorBraz, Aline Márcia Marques
dc.contributor.authorColichi, Rosana Maria Barreto
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-21T13:22:26Z
dc.date.issued2024-10-01
dc.description.abstractIntrodução A tuberculose pulmonar, considerada como doença negligenciada, sempre foi um problema de saúde pública. Em 2022, no mundo, cerca de 1,3 milhões de pessoas morreram por tuberculose e 10,6 milhões de novos casos surgiram naquele ano. No Brasil, foram identificados 80.012 casos novos de TB em 20231. Dependendo de características específicas, um paciente pode desenvolver a doença (tuberculose em atividade) ou manter-se na forma latente (ILTB). Apesar de os doentes com linfoma fazerem parte da lista nacional de pacientes que devem ser investigados para ILTB, essa não é a realidade para a maioria deles, ainda que tenham maiores chances de desenvolver a doença e evoluírem para óbito. Objetivo identificar a prevalência de ILTB em pacientes com linfoma. Método Estudo prospectivo e descritivo, com coleta de dados sociodemográficos em um hospital universitário, terciário, localizado no interior do estado de São Paulo, de pacientes maiores de 18 anos com linfoma e dosando o IGRA no sangue. Estatísticas descritivas foram utilizadas para avaliar as características gerais dos participantes. Resultados Foram recrutados 132 pacientes, com idade média de 57 anos, sendo a maioria composta por homens (54,5%), brancos (68,9%), casados (59,8%), com filhos (76,5%) e renda familiar de até R$ 5.000 (71,2%). Entre os participantes, 25% eram fumantes ou ex-fumantes. A prevalência de ILTB foi de 20,5%, sendo uma maior porcentagem entre homens (66,7%) e não fumantes (81,5%). Conclusão A prevalência de ILTB foi considerada alta nessa população e não há literatura que demonstre essa realidade em outros países. Por se tratar de uma doença prevalente e com chances de complicações como óbito, políticas públicas devem ser estimuladas para o rastreio de ILTB e o tratamento adequado, tanto no serviço público quanto na rede privada de saúde.
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespFaculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.identifierhttps://app.dimensions.ai/details/publication/pub.1181987177
dc.identifier.dimensionspub.1181987177
dc.identifier.doi10.1016/j.bjid.2024.103961
dc.identifier.issn1413-8670
dc.identifier.issn1678-4391
dc.identifier.orcid0000-0002-9480-4995
dc.identifier.orcid0000-0002-4824-9441
dc.identifier.orcid0000-0002-5283-2373
dc.identifier.orcid0000-0002-8765-3965
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/330004
dc.publisherElsevier
dc.relation.ispartofThe Brazilian Journal of Infectious Diseases; v. 28; p. 103961
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.rights.sourceRightsoa_all
dc.rights.sourceRightsgold
dc.sourceDimensions
dc.titleEP-031 - INVESTIGAÇÃO E DIAGNÓSTICO DE TUBERCULOSE LATENTE EM PACIENTES COM LINFOMAS.
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationa3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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