O uso da inteligência artificial no enfrentamento à violência de gênero: análise de ferramentas de tecnologia brasileiras
| dc.contributor.advisor | Oliveira, Monica Abrantes Galindo de [UNESP] | |
| dc.contributor.author | Franco, Isabela [UNESP] | |
| dc.contributor.committeeMember | Oliveira, Monica Abrantes Galindo de [UNESP] | |
| dc.contributor.committeeMember | Firmiano, Frederico Daia [UNESP] | |
| dc.contributor.committeeMember | Villela, Fabio Fernandes [UNESP] | |
| dc.contributor.committeeMember | Silva, Hélio Alexandre da [UNESP] | |
| dc.contributor.committeeMember | Pontes, Tatiana Pinheiro de Assis [UNESP] | |
| dc.contributor.institution | Universidade Estadual Paulista (Unesp) | pt |
| dc.date.accessioned | 2026-06-26T14:12:01Z | |
| dc.date.issued | 2026-05-18 | |
| dc.description.abstract | Na presente dissertação investigamos o uso da inteligência artificial (IA) no enfrentamento à violência de gênero, com foco em ferramentas digitais brasileiras, Projeto “Chame a Frida”, Programa “MG Mulher”, “Assistente Maia” e “Assistente Virtual Pagu/Ligue 180”. A pesquisa parte da constatação do aumento da violência contra mulheres no Brasil, a partir de dados coletados por órgãos oficiais acerca de feminicídios, agressões físicas, violência psicológica e perseguições, especialmente entre mulheres negras. Tivemos como objetivo geral o de analisar o papel das tecnologias baseadas em inteligência artificial, especialmente assistentes virtuais e sistemas automatizados, como ferramentas de enfrentamento à violência de gênero no Brasil e como objetivos específicos descrever as funcionalidades, objetivos e limitações das ferramentas digitais selecionadas, com foco em sua atuação no acolhimento e proteção de vítimas, investigar a presença de mecanismos de monitoramento, avaliação de resultados e integração entre órgãos estatais nas iniciativas analisadas, além de refletir sobre os desafios éticos, legais e tecnológicos da aplicação da inteligência artificial no contexto da violência de gênero, considerando aspectos como privacidade, exclusão digital e escuta humana qualificada. A metodologia adotada incluiu pesquisa bibliográfica, análise documental, estudo de caso e entrevista semiestruturada com a idealizadora do projeto “Chame a Frida”. Também abordamos a evolução da legislação brasileira sobre violência de gênero, destacando marcos como a Lei Maria da Penha, Lei do Feminicídio e a recente Lei nº 15.123/2025 sobre violência psicológica com o uso de inteligência artificial. As ferramentas analisadas apresentam diferentes graus de sofisticação, integração institucional e funcionalidades, como botões do pânico, triagem de risco, coleta de provas e atendimento humanizado. Concluímos que a presença de mecanismos de monitoramento, avaliação de resultados, a integração entre órgãos estatais, a existência de um botão do pânico ou funcionalidades análogas, o monitoramento proativo de agressores que tenham recebido medidas protetivas através do uso de tornozeleiras integradas a aplicativos de fácil acesso às vítimas, além da ampla divulgação dos serviços da rede de apoio e acolhimento são aspectos que podem, de fato, contribuir para uma política pública mais consolidada, unificada e portanto mais forte, de enfrentamento à violência de gênero, na medida em que incorporados às ferramentas de tecnologia disponíveis. | pt |
| dc.description.abstract | Na presente dissertação investigamos o uso da inteligência artificial (IA) no enfrentamento à violência de gênero, com foco em ferramentas digitais brasileiras, Projeto “Chame a Frida”, Programa “MG Mulher”, “Assistente Maia” e “Assistente Virtual Pagu/Ligue 180”. A pesquisa parte da constatação do aumento da violência contra mulheres no Brasil, a partir de dados coletados por órgãos oficiais acerca de feminicídios, agressões físicas, violência psicológica e perseguições, especialmente entre mulheres negras. Tivemos como objetivo geral o de analisar o papel das tecnologias baseadas em inteligência artificial, especialmente assistentes virtuais e sistemas automatizados, como ferramentas de enfrentamento à violência de gênero no Brasil e como objetivos específicos descrever as funcionalidades, objetivos e limitações das ferramentas digitais selecionadas, com foco em sua atuação no acolhimento e proteção de vítimas, investigar a presença de mecanismos de monitoramento, avaliação de resultados e integração entre órgãos estatais nas iniciativas analisadas, além de refletir sobre os desafios éticos, legais e tecnológicos da aplicação da inteligência artificial no contexto da violência de gênero, considerando aspectos como privacidade, exclusão digital e escuta humana qualificada. A metodologia adotada incluiu pesquisa bibliográfica, análise documental, estudo de caso e entrevista semiestruturada com a idealizadora do projeto “Chame a Frida”. Também abordamos a evolução da legislação brasileira sobre violência de gênero, destacando marcos como a Lei Maria da Penha, Lei do Feminicídio e a recente Lei nº 15.123/2025 sobre violência psicológica com o uso de inteligência artificial. As ferramentas analisadas apresentam diferentes graus de sofisticação, integração institucional e funcionalidades, como botões do pânico, triagem de risco, coleta de provas e atendimento humanizado. Concluímos que a presença de mecanismos de monitoramento, avaliação de resultados, a integração entre órgãos estatais, a existência de um botão do pânico ou funcionalidades análogas, o monitoramento proativo de agressores que tenham recebido medidas protetivas através do uso de tornozeleiras integradas a aplicativos de fácil acesso às vítimas, além da ampla divulgação dos serviços da rede de apoio e acolhimento são aspectos que podem, de fato, contribuir para uma política pública mais consolidada, unificada e portanto mais forte, de enfrentamento à violência de gênero, na medida em que incorporados às ferramentas de tecnologia disponíveis. | en |
| dc.description.sponsorshipId | Não recebi financiamento | pt |
| dc.identifier.capes | 33004072069P5 | |
| dc.identifier.citation | FRANCO, Isabela. O uso da inteligência artificial no enfrentamento à violência de gênero: análise de ferramentas de tecnologia brasileiras. Orientadora: Monica Abrantes Galindo de Oliveira, 2026. 180 f. Dissertação (Mestrado em Planejamento e Análise de Políticas Públicas) - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Estadual Paulista, 2026. | pt |
| dc.identifier.lattes | http://lattes.cnpq.br/5230409553851079 | |
| dc.identifier.orcid | https://orcid.org/0009-0008-6151-5290 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11449/326727 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Universidade Estadual Paulista (Unesp) | |
| dc.rights.accessRights | Acesso aberto | pt |
| dc.subject | Inteligência artificial | pt |
| dc.subject | Políticas públicas | pt |
| dc.subject | Violência de gênero | pt |
| dc.subject | Feminicídio | pt |
| dc.title | O uso da inteligência artificial no enfrentamento à violência de gênero: análise de ferramentas de tecnologia brasileiras | pt |
| dc.title.alternative | The use of artificial intelligence in combating gender-based violence: an analysis of brazilian technology tools. | en |
| dc.type | Dissertação de mestrado | pt |
| dspace.entity.type | Publication | |
| relation.isAuthorOfPublication | 855cc72e-2aab-4e78-8f43-29e1e0760f8b | |
| relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | 855cc72e-2aab-4e78-8f43-29e1e0760f8b | |
| relation.isGradProgramOfPublication | a4f48611-8faa-498d-9e11-ad5199a64055 | |
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| relation.isOrgUnitOfPublication | f0c73255-5cbf-44ef-ace5-bded2df3111d | |
| relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscovery | f0c73255-5cbf-44ef-ace5-bded2df3111d | |
| unesp.campus | Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Franca | pt |
| unesp.examinationboard.type | Banca pública | pt |
| unesp.graduateProgram | Planejamento e Análise de Políticas Públicas - FCHS | pt |
| unesp.knowledgeArea | Desenvolvimento social | pt |
| unesp.researchArea | Políticas, gestão e formação na educação | pt |
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