Logotipo do repositório

Defensoria pública de São Paulo e a covid-19: acesso à justiça para pessoas privadas de liberdade

dc.contributor.advisorBarbosa, Agnaldo de Sousa [UNESP]
dc.contributor.authorSantos, Gustavo Samuel da Silva [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberBarbosa, Agnaldo Sousa [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberSarreta, Fernanda de Oliveira [UNESP]
dc.contributor.committeeMemberBraga, Ana Gabriela Mendes
dc.contributor.committeeMemberCacicedo, Patrick Lemos
dc.contributor.committeeMemberPastana, Debora Regina
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)pt
dc.date.accessioned2026-06-19T19:00:22Z
dc.date.issued2026-04-24
dc.description.abstractEssa pesquisa surge a partir das inquietações sobre a garantia de direitos das pessoas privadas de liberdade durante a pandemia da COVID-19 e qual o papel da Defensoria Pública nesse contexto. Teve como objetivo principal compreender como o Núcleo Especializado em Situação Carcerária (NESC) da Defensoria Pública de São Paulo se organizou para garantir, de forma coletiva, direitos fundamentais das pessoas presas durante a pandemia da COVID-19. Foram analisados os relatórios de inspeção do NESC nas prisões paulistas no período pandêmico e as principais ações coletivas promovidas por esse órgão da da Defensoria Pública de São Paulo, a partir de reflexões sobre a organização desta instituição, a estruturação do cárcere no sistema capitalista e o impacto da pandemia nas populações mais vulnerabilizadas e nas prisões. As inspeções realizadas contribuíram para romper, ainda que parcialmente, a opacidade dos ambientes prisionais. Verificamos que a estrutura das prisões em São Paulo mantinha o padrão de violações de direitos humanos, mas agora agravadas pelo isolamento aprofundado e a falta de políticas adequadas de prevenção e combate à COVID-19. As mobilizações pelo Direito do NESC, especialmente através de ações coletivas, foram importantes ferramentas de pressão social para garantir direitos das pessoas presas. As ações coletivas analisadas incluíram pedidos de desencarceramento, garantia de contato com o mundo exterior e acesso à vacinação. Entretanto, o Judiciário evitou interferir em políticas públicas estaduais durante a pandemia, ainda que isso significasse se omitir frente a violações de direitos fundamentais.pt
dc.description.abstractThis research arises from concerns regarding the guarantee of rights of people deprived of liberty during the COVID-19 pandemic and the role of the Public Defender’s Office in this context. Its main objective was to understand how the Specialized Center for Prison Conditions (NESC) of the São Paulo Public Defender’s Office organized itself to collectively ensure the fundamental rights of incarcerated individuals during the COVID-19 pandemic.The study analyzed NESC’s prison inspection reports in the state of São Paulo during the pandemic period, as well as the main collective actions promoted by this body of the Public Defender’s Office. These analyses were grounded in reflections on the institutional organization of the Public Defender’s Office, the structuring of incarceration within the capitalist system, and the impact of the pandemic on the most vulnerable populations and on prisons. The inspections carried out contributed to partially breaking the opacity of prison environments. It was found that the prison structure in São Paulo maintained a pattern of human rights violations, now aggravated by deeper isolation and the lack of adequate policies for COVID-19 prevention and control.Legal mobilization by NESC, especially through collective actions, proved to be an important tool for social pressure to guarantee the rights of incarcerated individuals. The collective actions analyzed included requests for decarceration, the guarantee of contact with the outside world, and access to vaccination. However, the judiciary avoided interfering in state public policies during the pandemic, even when doing so meant failing to act in the face of violations of fundamental rights.en
dc.description.sponsorshipIdNão recebi financiamentopt
dc.identifier.capes33004072067P2
dc.identifier.citationSANTOS, Gustavo Samuel da Silva. Defensoria Pública de São Paulo e a covid-19: acesso à justiça para pessoas privadas de liberdade. Orientador: Agnaldo de Sousa Barbosa. 2026. 227 f. Tese - Doutorado em Serviço Social – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Franca, 2026.pt
dc.identifier.orcid0000-0002-4668-3383
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/326309
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.subjectDefensoria públicapt
dc.subjectPrisõespt
dc.subjectMobilização pelo direitopt
dc.subjectCovid-19pt
dc.titleDefensoria pública de São Paulo e a covid-19: acesso à justiça para pessoas privadas de liberdadept
dc.title.alternativeSão Paulo Public Defender's office and covid-19: access to justice for persons deprived of liberty.en
dc.typeTese de doutoradopt
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublication68d99cbd-6c33-4a5b-9eee-f48daa475e4e
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery68d99cbd-6c33-4a5b-9eee-f48daa475e4e
relation.isGradProgramOfPublicationd2aac6d1-f600-4350-8fd7-2aa27e84ce81
relation.isGradProgramOfPublication.latestForDiscoveryd2aac6d1-f600-4350-8fd7-2aa27e84ce81
relation.isOrgUnitOfPublicationf0c73255-5cbf-44ef-ace5-bded2df3111d
relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscoveryf0c73255-5cbf-44ef-ace5-bded2df3111d
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Francapt
unesp.examinationboard.typeBanca públicapt
unesp.graduateProgramServiço Social - FCHSpt
unesp.knowledgeAreaServiço Social: Trabalho e Sociedadept
unesp.researchAreaEstado, Políticas Sociais e Serviço Socialpt

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese versao para deposito.pdf
Tamanho:
2,61 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format