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Respostas fisiológicas e de percepção de esforço na corrida realizada com diferentes inclinações em homens e mulheres treinados

dc.contributor.advisorGreco, Camila Coelho
dc.contributor.authorDuran, Lucas Nogueira Peña
dc.contributor.committeeMemberGreco, Camila Coelho
dc.contributor.committeeMemberCaritá, Renato Aparecido Corrêa
dc.contributor.committeeMemberLima, Leonardo Coelho Rabello de
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-12T11:36:26Z
dc.date.issued2026-06-26
dc.description.abstractAs respostas fisiológicas ao exercício físico podem ser diferentes entre homens e mulheres. O objetivo principal deste estudo foi analisar e comparar respostas fisiológicas e da percepção subjetiva de esforço (PSE) em testes incrementais no aclive, plano e declive, em homens e mulheres treinados em corrida. Participaram do estudo 15 homens e 11 mulheres fisicamente ativos entre 20-45 anos, sendo 2 grupos. Ambos os grupos realizaram ao todo 4 sessões experimentais: 1) Familiarização aos procedimentos experimentais do estudo e antropometria; 2) Teste progressivo na esteira ergométrica para a determinação dos dois limiares ventilatórios (LTR e PCR), do consumo máximo de oxigênio (V ̇O2pico) e da intensidade correspondente ao V ̇O2pico (vV ̇O2pico), bem como o tempo de exaustão (tlim), foram realizados também os testes de força isométrica dos extensores e flexores de joelho em um dinamômetro isocinético. 3) Teste incremental similar ao procedimento 2, porém com a esteira em aclive de 7,5%, e; 4) Teste incremental similar ao procedimento 2, porém com a esteira em declive de 7,5%. Os homens eram mais altos, mais pesados, e apresentaram um menor percentual de gordura e IMC que as mulheres, não houve diferença para idade entre os sexos. Os valores de pico de torque foram significativamente menores nas mulheres para extensão e flexão de joelho. A vV ̇O2pico, vLTR e a vPCR foram superiores nos homens em todas as condições, vVO2pico: plano: 17,1  1,67 vs. 14,8  1,63, aclive: 12,7  1,38 vs. 10,7  1,34 e declive: 18,9  2,43 vs. 16,2  3,29 km/h, em homens e mulheres respectivamente), vLTR (plano: 12,1  1,16 vs. 10,0  0,91, aclive: 8,30  1,16 vs. 6,94  0,87, declive: 13,8  1,20 vs. 11,2  2,39 km/h), vPCR (plano: 14,5  1,30 vs. 12,2  1,14, aclive: 10,3  0,87 vs 8,64  1,10, declive: 16,2  1,44 vs. 13,5  2,85 km/h), porém, com relação as variáveis relativas de vLTR, o %vV ̇O2pico, V ̇O2, %V ̇O2pico, FC, %FCpico e PSE, não houve interação entre os fatores grupo e inclinação (p > 0,05), (plano: homens: 70,7  3,85%vV ̇O2pico, 70,5  5,58%V ̇O2pico vs. mulheres: 69,0  4,01 vV ̇O2pico, 75,7  5,11%V ̇O2pico), (aclive: homens: 65,4  6,87% vV ̇O2pico, 70,5  8,65%V ̇O2pico vs. mulheres: 66,1  6,27%vV ̇O2pico, 73,4  5,95%V ̇O2pico), (declive: homens: 73,4  6,06 vV ̇O2pico, 72,0  9,30%V ̇O2pico vs. mulheres: 70,5  4,91%vV ̇O2pico, 74,5  4,98%V ̇O2pico) o mesmo ocorreu com as variáveis de vPCR relativas a intensidade máxima (nível: homens: 84,6  3,52%vV ̇O2pico, 83,8  6,39%V ̇O2pico vs. mulheres: 83,8  3,39vV ̇O2pico, 86,8  3,99%V ̇O2pico), (aclive: homens: 81,5  5,41%vV ̇O2pico, 84,1  7,37%V ̇O2pico vs. mulheres: 82,1  5,40%vV ̇O2pico, 89,5  3,56%V ̇O2pico), (declive: homens: 85,9  5,26%vV ̇O2pico, 84,2  8,91%V ̇O2pico vs. mulheres: 84,7  4,67%vV ̇O2pico, 86,9  2,81%V ̇O2pico). Ou seja, em termos absolutos, os homens apresentaram números superiores, e embora as mulheres tenham atingido o LTR em um %V ̇O2pico numericamente superior nas três condições, (homens: 70,5  5,58%, 70,5  8,65%, 72,0  9,30% vs. mulheres: 75,7  5,11%, 73,4  5,95%, 74,5  4,98%, em nível, aclive e declive, respectivamente), não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os sexos nas três condições em todos os valores das medidas relativas do LTR e PCR à intensidade máxima (p > 0,05). Portanto, é possível concluir que, os homens atingem velocidades associadas aos índices de aptidão aeróbia maiores do que as mulheres. No entanto, homens e mulheres tendem a apresentar respostas similares relacionadas aos percentuais nos quais os limiares ventilatórios são atingidos no plano, aclive e declive, da mesma forma que a PSE. As maiores velocidades referentes aos índices de aptidão aeróbia foram atingidas no declive, comparativamente ao plano e ao aclive. Nos homens a redução nos valores de V ̇O2pico e FCpico no declive é ainda maior, sugerindo que os homens respondem de maneira diferente das mulheres nesta condição. Assim, a inclinação é um fator fundamental a ser considerado na avaliação e prescrição do treinamento de corredores.pt
dc.description.abstractPhysiological responses to physical exercise can differ between men and women. The main objective of this study was to analyze and compare physiological responses and ratings of perceived exertion (RPE) in incremental uphill, flat, and downhill tests in trained men and women runners. 15 physically active men and 11 physically active women aged 20-45 years will participate in the study, divided into two groups. Both groups performed a total of four experimental sessions: 1) Familiarization with the study's experimental procedures and anthropometry; 2) Progressive test on a treadmill to determine the two ventilatory thresholds (GET and RCP), maximum oxygen consumption (V ̇O2peak) and the intensity corresponding to V ̇O2peak (vV ̇O2peak), as well as time to exhaustion (tlim), the isometric strength tests on the knee extensors and flexors on a isokinetic dynamometer were also completed; 3) Incremental test similar to procedure 2, but with the treadmill at a 7.5% incline; and 4) Incremental test similar to procedure 2, but with the treadmill at a 7.5% decline. Men were taller, heavier, and had a lower body fat percentage and BMI than the women, there were no age difference between the sexes. The peak torque values were significantly lower in women for knee extension and flexion. The vV ̇O2peak, vGET and the vRCP were higher in men under all conditions, vV ̇O2peak: (level: 17,1  1.67 vs. 14.8  1.63, uphill: 12.7  1.38 vs. 10.7  1.34 and downhill: 18.9  2.43 vs. 16.2  3.29 km/h, in men and women, respectively), vGET: (level: 12.1  1.16 vs. 10.0  0.91, uphill: 8.30  1.16 vs. 6.94  0.87, downhill: 13.8  1.20 vs. 11.2  2.39 km/h), vRCP: (level: 14.5  1.30 vs. 12.2  1.14, uphill: 10.3  0.87 vs 8.64  1.10, downhill: 16.2  1.44 vs 13.5  2.85 km/h), however, in regards to the variables of vGET that are related to the maximum intensity, the %vV ̇O2peak, V ̇O2, %V ̇O2peak, FC, %FCpeak and PSE, there was no interaction between group and slope factors (p > 0.05), (level: men: 70.7  3.85%vV ̇O2peak, 70.5  5.58%V ̇O2peak vs. women: 69.0  4.01 vV ̇O2peak, 75.7  5.11%V ̇O2peak), (uphill: men: 65.4  6.87% vV ̇O2peak, 70.5  8.65%V ̇O2peak vs. women: 66.1  6.27%vV ̇O2peak, 73.4  5.95%V ̇O2peak), (downhill: men: 73.4  6.06 vV ̇O2max, 72.0  9.30%V ̇O2peak vs. women: 70.5  4.91%vV ̇O2peak, 74.5  4.98%V ̇O2peak) the same occurred with vRCP variables related to the maximal intensity (level: men: 84.6  3.52%vV ̇O2peak, 83.8  6.39%V ̇O2peak vs. women: 83.8  3.39vV ̇O2peak, 86.8  3.99%V ̇O2peak), (uphill: men: 81.5  5.41%vV ̇O2peak, 84.1  7.37%V ̇O2peak vs. women: 82.1  5.40%vV ̇O2peak, 89.5  3.56%V ̇O2peak), (downhill: men: 85.9  5.26%vV ̇O2peak, 84.2  8.91%V ̇O2peak vs. women: 84.7  4.67%vV ̇O2peak, 86.9  2.81%V ̇O2peak). That is, in absolute terms, the men showed higher values, and although the women reached the GET in a numerically superior %V ̇O2peak in the three conditions, (men: 70.5  5.58%, 70.5  8.65%, 72.0  9.30% vs. women: 75.7  5.11%, 73.4  5.95%, 74.5  4.98%, in level, uphill and downhill, respectively), no statistically significant differences between the sexes in the three conditions were found for all values of the relative measurements of the GET and RCP at maximum intensity (p > 0.05). Therefore, it is possible to conclude that men achieve higher speeds associated with aerobic fitness indices than women. However, men and women tend to show similar responses related to the percentages at which ventilatory thresholds are reached on flat, uphill, and downhill terrain, as well as the RPE. The highest speeds associated with aerobic fitness indices were achieved downhill, compared to flat and uphill terrain. In men, the reduction in V ̇O2peak and HRpeak values downhill is even greater, suggesting that men respond differently from women in this condition. Thus, slope is a fundamental factor to be considered in the evaluation and prescription of training for runners.en
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2024/08661-0.
dc.identifier.capes33004137066P5
dc.identifier.citationDURÁN, Lucas Nogueira Peña. Respostas fisiológicas e de percepção de esforço na corrida realizada com diferentes inclinações em homens e mulheres treinados. 2026. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Humano e Tecnologias) - Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, 2026.
dc.identifier.lattes5985549111425052
dc.identifier.orcid0009-0005-3054-605X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/329506
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.subjectExercício físicopt
dc.subjectEnduranceen
dc.subjectLimiares ventilatóriospt
dc.subjectPerformancept
dc.subjectPhysical exerciseen
dc.subjectVentilatory thresholdsen
dc.titleRespostas fisiológicas e de percepção de esforço na corrida realizada com diferentes inclinações em homens e mulheres treinadospt
dc.title.alternativePhysiological responses and perceived effort in running done at different inclines in trained men and womenen
dc.typeDissertação de mestradopt
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublication0fb8806d-b712-49d4-8c8c-a834c8bb7ad2
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relation.isGradProgramOfPublication5f5c0423-0ce6-475b-af27-383c78746bf0
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Rio Claropt
unesp.examinationboard.typeBanca públicapt
unesp.graduateProgramDesenvolvimento Humano e Tecnologias - IBpt
unesp.knowledgeAreaTecnologias nas dinâmicas corporaispt
unesp.researchAreaTecnologias e desempenho humano.pt

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