Relato de caso : manejo de baixo estresse no atendimento hospitalar e manejo comportamental como fator de melhora prognóstica em doenças crônicas.
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Data
Autores
Orientador
Okamoto, Priscylla Tatiana Chalfun Guimarães.
Coorientador
Pós-graduação
Programa de Residência em Medicina Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - FMVZ
Curso de graduação
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Trabalho de conclusão de residência
Direito de acesso
Acesso restrito
Resumo
Resumo (português)
O manejo de baixo estresse na veterinária vem sendo considerado nos
últimos anos devido à intensa preocupação em relação ao bem-estar de
cães e gatos na rotina clínica. Tutores que percebem seus animais sob
estresse quando em atendimento, evitam retornar com estes acreditando
que a ida ao veterinário trará mais malefícios do que benefícios. O não
retorno para avaliações periódicas impede assim que o veterinário
perceba patologias precocemente que quando devidamente tratadas iriam
garantir um prognóstico melhor, com maior expectativa de vida e
qualidade desta. Além disso, o manejo de baixo estresse exige do
veterinário um mínimo de conhecimento sobre comportamentos naturais
da espécie e alguns comportamentos anômalos, não com o intuito de
trata-lo necessariamente, mas ao menos garantir orientações ao
proprietário sobre questões que também vão garantir a qualidade de vida
do animal fora do consultório médico, ou se for o caso, saber quando
indicar um médico veterinário especialista em comportamento, um
consultor comportamental ou um treinador. Assim o viés deste relato de
caso é demonstrar que há possibilidade de manejo comportamental
mesmo em animais em quadros graves que impedem tratamento clínico
de certas doenças crônicas, e que o manejo de baixo estresse vem como
adjunto à terapêutica no dia a dia veterinário.
Resumo (inglês)
Low stress handling in veterinary practice has been considered in recent
years due to the intense concern regarding the welfare of dogs and cats in
the clinical routine. Clients who perceive their animals under stress when
in veterinary care avoid returning with them believing that going to the vet
will do more harm than good. Failure to return to periodice valuations
prevents the veterinarian from discover early pathologies that when
properly treated would ensure a better prognosis, with longer life
expectancy and quality. In addition, low stress handling requires the
veterinarian to have a minimum knowledge of natural behaviors of the
species and some anomalous behaviors, not necessarily to treat it, but at
least to provide guidance to the owner on issues that will also ensure
quality of the animal's life outside the veterinary practice, or, when
appropriate, know to appoint a behavioral veterinarian, behavioral
consultant or trainer. Thus the bias of this case report is to demonstrate
that there is a possibility of behavioral management even in animals in
severe conditions that prevent clinical treatment of certain chronic
diseases, and that low stress management comes as an adjunct to
veterinary therapy.
Descrição
Palavras-chave
Cães - Doenças, Doenças crônicas, Veterinária de pequenos animais, Animais - Comportamento, Relatos de casos.
Idioma
Português



