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Impact of Nutrient Omissions on Growth and Biomass Nutrition in Young Plants of Cupuaçu Tree (Theobroma grandiflorum (Willd. ex Spreng.) Shum)

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Springer Nature

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Resumo

Purpose: This study aimed to evaluate the growth, morphological changes, and mineral composition of young Cupuaçu plants subjected to the missing element technique in dystrophic Yellow Latosol. Methods: The experimental design was completely randomized with ten treatments: control (macro + micronutrients), without nutrient application, and individual omission of N, P, K, Ca, Mg, S, B, Zn, in five replications. The nutrients concentrations, nutrients accumulations, and nutrient use efficiency were determined, and visual symptoms, growth biometrics, and plant biomass were measured. Results: Nutrient concentration (-50.43% of N, -24.03% of P, -29.61% of K, -64.22% of Ca, -57.65% of Mg, -65.08% of S, -47.37% of B) and accumulation (-58.66% of N, -55.56% of P, -46.73% of K, -73.21% of Ca, -68.42% of Mg, -66.67% of S, -52.15% of B) were reduced by individual nutrient omissions compared to the control, causing changes in the morphology and coloration of the leaf blade, except for Zn. Plant height, number of leaves, and leaf area were reduced in all individual omissions, resulting in biomass loss in leaves, roots, stems, and total, except for Zn. Total biomass production in young Cupuaçu plants was most restricted by P, followed by Mg, K, Ca, S, N, and B. P deficiency affected the efficiency of utilization of all studied nutrients, but Zn omission did not affect nutrient use efficiency. Conclusions: The results indicate that young Cupuaçu plants in dystrophic Yellow Latosol are sensitive to nutrient omission (N, P, K, Ca, Mg, S, and B), highlighting the need for efficient management in the cultivation system, as nutrient omissions can harm biometric parameters and dry mass production.

Descrição

Idioma

Inglês

Citação

Journal of Soil Science and Plant Nutrition, v. 24, n. 4, p. 7757-7770, 2024.

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Tipo de item:Publicação, Relatório de pós-docAcesso aberto Acesso aberto
Estabelecimento da adubação de correção para zinco na cultura da soja: Efeitos fisiológicos e níveis críticos no solo e na folha
(Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2026-10-27)
Silva, Bianca Cavalcante da
;
Prado, Renato de Mello
;
Universidade Estadual Paulista (UNESP)
O zinco (Zn) é micronutriente cuja deficiência é frequente em Latossolos tropicais, afetando o metabolismo e a produtividade da soja. Objetivou-se estabelecer níveis críticos de suficiência e toxicidade de Zn no solo e na folha para a soja TMG 7063 IPRO, avaliando efeitos fisiológicos e bioquímicos. O experimento foi conduzido na FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP, em Latossolo Vermelho Eutroférrico com teor inicial alto de Zn (2,7 mg dm⁻³ DTPA). Utilizou-se delineamento em blocos casualizados, com cinco doses residuais de Zn (0, 12, 24, 48 e 96 kg ha⁻¹) aplicadas em dezembro de 2023 como sulfato de zinco monoidratado (33% Zn), e quatro repetições. Após cultivo de milho, a soja foi cultivada na safra 2024/2025 (17/11/2024 a 08/03/2025, 663 mm de chuva). Avaliaram-se acúmulo de nutrientes, concentração foliar e nos grãos, trocas gasosas (A, Gs, Ci, E), eficiência do fotossistema II (Fv/Fm), pigmentos, índices de flavonoides/antocianinas, MDA, SOD, ácido ascórbico, fenóis, sacarose, açúcares e aminoácidos, além da produtividade para determinação dos níveis críticos. A produtividade apresentou resposta quadrática, com máxima de 3.666 kg ha⁻¹ na dose de 46,3 kg ha⁻¹ de Zn. Os níveis críticos no solo foram 8,24 mg dm⁻³ (ótimo) e 12,69 mg dm⁻³ (toxicidade - 95% da produção máxima). Na planta, 52,8 mg kg⁻¹ (ótimo) e 76,4 mg kg⁻¹ (toxicidade). O acúmulo de Zn na parte aérea foi quadrático, com estabilização a partir de 48 kg ha⁻¹, enquanto o Fe reduziu linearmente. Zn foliar e nos grãos aumentou linearmente (18 para 92 mg kg⁻¹ na folha e 31 para 44 mg kg⁻¹ nos grãos), aumento de aproximadamente 40% no teor de Zn dos grãos. MDA, SOD e ácido ascórbico aumentaram linearmente, indicando estresse oxidativo moderado nas maiores doses, com ativação do sistema antioxidante. Fenóis totais apresentaram máximo em 44,5 kg ha⁻¹ e sacarose reduziu com as doses. A fotossíntese líquida apresentou máximo em 31,4 kg ha⁻¹ (47,2 μmol CO₂ m⁻² s⁻¹), com redução nas maiores doses por limitação não estomática, com leve queda de Fv/Fm (0,81 para 0,79). Propõe-se como faixa adequada para manejo os teores de Zn no solo entre 3,80 e 8,24 mg dm⁻³ e na folha diagnóstica entre 29,2 e 52,8 mg kg⁻¹ em R2, associada à dose residual de 13,9 a 46,3 kg ha⁻¹ de Zn.

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