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Quando suspeitar de aspiração de corpo estranho e qual a melhor forma de condução do caso?

dc.contributor.authorFurlan, Isadora Rubira
dc.contributor.authorHasimoto, Erica Nishida
dc.contributor.authorCataneo, Antonio José Maria
dc.contributor.authorCataneo, Daniele Cristina
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-27T14:03:00Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractA aspiração de corpo estranho (CE) é um problema de saúde que acomete todo o mundo, atingindo principalmente crianças até quatro anos de idade. Agudamente, leva ao risco de asfixia, e cronicamente, pode levar a lesões irreversíveis nos pulmões. Muitas dessas crianças são tratadas erroneamente como se apresentassem outros problemas respiratórios, devido aos sintomas iniciais serem inespecíficos e os pais não terem presenciado o momento da aspiração. Por isso, um alto grau de suspeição pelo médico é necessário para que o diagnóstico seja realizado e o tratamento instituído. Grande parte dessas crianças apresenta radiografia de tórax normal, e a falta de informação de engasgo pode levar o médico a não suspeitar de aspiração de CE. Tosse, engasgo, dispneia, cianose e respiração ruidosa são os achados clínicos iniciais mais comuns. A extração do CE geralmente é realizada por via endoscópica, mas alguns casos complicados necessitam de intervenção cirúrgica através de broncotomia ou traqueostomia. Cirurgia também é eventualmente indicada nas fases crônicas, em que parte do parênquima pulmonar é destruído e necessita de ressecção. Assim, a justificativa para realização de uma análise retrospectiva de casos atendidos em nosso serviço é de demonstrar, em quarenta e cinco anos de experiência, as principais características clínicas e radiológicas, além da precisão desses achados como indicativos da presença do CE; e também mostrar quais foram as abordagens terapêuticas.pt
dc.format.extent15
dc.identifier.citationFURLAN, Isadora Rubira, et al. Quando suspeitar de aspiração de corpo estranho e qual a melhor forma de condução do caso? Botucatu: FMB/UNESP, 2026.
dc.identifier.isbn9786550671129
dc.identifier.lattes0741073889178610
dc.identifier.lattes7466361761494875
dc.identifier.lattes1919165905574226
dc.identifier.lattes1829404142441594
dc.identifier.orcid0000-0001-7572-4175
dc.identifier.orcid0000-0002-5509-0862
dc.identifier.orcid0000-0003-2330-9337
dc.identifier.orcid0000-0002-3400-2309
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/330285
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.subjectTórax - Radiografiapt
dc.subjectPulmõespt
dc.subjectEstudos retrospectivopt
dc.titleQuando suspeitar de aspiração de corpo estranho e qual a melhor forma de condução do caso?pt
dc.typeLivropt
dspace.entity.typePublication
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt
unesp.graduateProgramMedicina - FMB 33004064088P4pt
unesp.knowledgeAreaSaúde públicapt

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