Publicação: Effect of downhill walking training on neuromuscular variables
Carregando...
Data
2018
Orientador
Coorientador
Pós-graduação
Curso de graduação
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo
Artigo
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (inglês)
Walking involves small adjustments to maintain body balance. However, thedemand for these adjustments may be different during downhill walking. The aim of this study was to analyze the effect of periodized downhill walking training on neuromuscular responses of knee flexors (KF). Seventeen active males (Age = 22.9 ± 3.9 years) were randomly assigned into two groups: control, level walking (CG, N = 8) and downhill walking (DWG, N = 9). Individuals performed the following procedures, in different days: 1) Maximal voluntary contractions to determine peak torque (PT) and rate of torque development (RTD) at different time intervals from the onset of muscle contraction. The test was performed before (Pre) and after (Post) a 4-week downhill walking training period. PT and peak RTD did not change after the training period (p > 0.05). However, there was significant increase in RTD at 150 ms and 200 ms after the onset of muscle contraction (p < 0.05). Additionally, the electromyographic activity (root mean square) of the biceps femoris and semitendineous muscles presented an increase after the training period (p < 0.05). Thus, downhill walking training can promote improvement RTD and muscle activity in the late phase of muscle contraction, which can have important implications during downhill walking, in which a rapid action of KF can help body balance against the disturbance generated by the slope.
Resumo (português)
O ato de caminhar envolve pequenos ajustes para manutenção do equilíbrio corporal. No entanto, a demanda por estes ajustes pode ser diferente na caminhada no declive. O objetivo deste estudo foi analisar o efeito do treinamento periodizado de caminhada em declive na resposta neuromuscular dos músculos flexores do joelho (KF). Dezessete indivíduos ativos do gênero masculino (Idade = 22,9 ± 3,9 anos) foram divididos randomicamente em dois grupos: controle, com caminhada no plano (CG, n = 8), e caminhada em declive (DWG, n = 9). Os indivíduos realizaram os seguintes procedimentos, em diferentes dias: 1) Contrações voluntárias máximas para determinar o pico de torque (PT) e a taxa de desenvolvimento de torque (RTD) em diferentes intervalos de tempo após o início da contração. Os testes foram realizados antes (Pré) e após (Pós) um período de quatro semanas de treinamento de caminhada em declive. O PT e a RTD pico não apresentaram mudança após o período de treinamento (p < 0,05). No entanto, houve aumento significante na RTD nos momentos 150 e 200 ms para o grupo DWG (p < 0,05). Além disso, a atividade eletromiográfica (root mean square) do músculo bíceps femoral e do semitendinoso apresentou aumento após o período de treinamento (p < 0,05). Portanto, o treinamento de caminhada em declive pode promover aumento na RTD em sua fase tardia e na ativação muscular, o que pode ter implicações em condições de caminhada no declive, que podem auxiliar a estabilizar o corpo contra a perturbação gerada pelo declive.
Descrição
Palavras-chave
Idioma
Inglês
Como citar
Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano. Universidade Federal de Santa Catarina, v. 20, n. 3, p. 332-341, 2018.